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Copa de 2014 é no Brasil

Aproveite a oportunidade de ouro e legalize sua empresa para ganhar dinheiro com esse evento mundial

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Sebrae 2014

É a hora de sua empresa entrar em campo. Procure o Sebrae no Amazonas e saiba como ganhar dinheiro com a Copa.

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Teatro Amazonas

Inaugurado em 31 de dezembro de 1896, no auge do ciclo econômico da borracha. Na Copa o teatro terá muitas histórias pra contar. Visite-nos.

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Sebrae 2014

Os megaeventos esportivos sediados pelo Brasil trarão muitas oportunidades para empresas.



A Copa do Mundo de 2014 está cada vez mais próxima e muitas coisas já estão acontecendo!

Você, empresário e empreendedor, vai poder se beneficiar com uma série de informações relevantes que preparamos.

O Programa SEBRAE 2014, trabalha o período de antes, durante e depois da Copa do Mundo de 2014, para que sua empresa possa aproveitar todas as oportunidades oferecidas pelo maior evento futebolístico do mundo!

Aproveite e prepare-se para 2014!

Assista ao vídeo "Você Sabia?", com curiosidades e dados sobre a Copa do Mundo.

 

 
CARTILHA (2MB)
LEI GERAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Logística Reversa – Lei obriga empresas a recolher e destinar corretamente o lixo

Dórli Terezinha Martins, consultora do SEBRAE que aborda o conceito de logística reversa, avalia que oito de cada dez pequenas e médias empresas (PMEs) ainda não sabem que a lei que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) já está em vigor e que elas têm prazo até agosto para começar a atender às suas determinações. Essa é a conclusão após uma ampla programação de encontros com pequenos e médios empresários no âmbito do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), cujo eixo central é a responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e população na questão dos dejetos urbanos.
No entanto, a nova legislação ambiental, regulamentada em 2010, obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher e destinar corretamente o lixo produzido ao longo do ciclo de vida do produto e determina que toda empresa faça um plano de gerenciamento de resíduos. Nenhum empresário poderá se furtar às exigências do Decreto nº 7.404, que regulamenta a PNRS, que também determina o fim dos lixões até 2014 e o descarte em aterros sanitários apenas dos materiais que não podem ser reciclados. À exceção das PMEs com faturamento anual inferior a R$ 2,4 milhões, que geram apenas resíduos sólidos domiciliares (papel e lixo comum).
A logística reversa - a coleta e retorno de materiais à indústria após o consumo - passa a ser obrigatória para alguns setores e não apenas para as grandes empresas. Para que as PMEs contribuam com a logística reversa, é preciso investir em divulgação, insiste Dórli Terezinha: "Elas devem ser informadas, por exemplo, que, pela nova lei, toda empresa terá de descrever o ciclo de vida de seu produto e a operação de tratamento dos resíduos gerados durante sua fabricação. Isso vai além de fazer uma coleta seletiva de materiais, reusar água, quando possível, e economizar energia. Consiste em ter um entendimento abrangente de toda a cadeia de matérias-primas e insumos da qual faz parte e supõe formar multiplicadores, treinando funcionários para que implantem e se adaptem a uma nova cultura sustentável”.
O presidente do Cempre, Victor Bicca Neto, explica que deve haver consciência de que, aos olhos da lei, não existem mais empresários individuais: "Arranjos produtivos que consideram os elos e engrenagens da atividade, desde o insumo básico até o reprocessamento da sucata para fabricação de novos produtos, são estratégicos para a expansão do mercado da reciclagem. Ou seja, a responsabilidade compartilhada pelos resíduos, eixo central da nova legislação para o setor, reforça a importância dos atores e seus diferentes papéis".
A aplicação da lei pode gerar novas oportunidades de negócio para as MPEs ao dar vazão a um maior volume de resíduos separados. Segundo Bicca Neto, "em 2012, a coleta, triagem e processamento dos materiais em indústrias recicladoras geraram um faturamento de R$ 10 bilhões no Brasil e a expectativa para os próximos anos é de uma significativa expansão no ritmo do desenvolvimento do parque industrial de reciclagem". Para Joseph Couri, presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), os papéis deverão ser distribuídos: "O comerciante terá de instalar locais específicos para recolher o lixo dentro do seu negócio, à indústria caberá retirar os produtos e encaminhá-los para reciclagem ou reuso", adverte.
Segundo levantamento da LCA Consultores, o Brasil gera, diariamente, 193.642 toneladas de lixo. Em 2012, 27% dos resíduos urbanos recicláveis (fração seca) coletados foram efetivamente recuperados, sendo desviados dos lixões e aterros e retornando à atividade produtiva. Em se tratando de embalagens, por exemplo, o índice de recuperação é mais alto: 65,3%.

http://www.dci.com.br/especial/pequenas-e-medias-desconhecem-responsabilidade-compartilhada-id394057.html

Chegou a hora de marcar o gol: enfim a Copa 2014 no Brasil

Quando foi anunciado que o Brasil sediaria a Copa do Mundo 2014, ficamos orgulhosos e nos enchemos de esperança e dúvidas. Muitos profissionais do turismo buscaram desenvolver produtos e soluções específicos para este grande evento.
É chegada a hora! As seleções começam a desembarcar no país, assim como os turistas vindos de toda parte. Apesar de termos um povo brasileiro dividido entre os “contra” e os “a favor” do mundial aqui, é fato que o mundo todo está de olho no Brasil agora. Não é o momento de jogar tudo para o alto, pois se não recebermos os visitantes com toda a nossa cordialidade e profissionalismo, se não correspondermos às expectativas e necessidades dos turistas e da imprensa, não teremos nada para colher no futuro….
A última convocação é: vamos nos esforçar para que a nossa infraestrutura funcione adequadamente, que as empresas turísticas recebam bem os milhares de turistas e que todos levem uma boa imagem do nosso país. Pelo menos assim, num futuro próximo poderemos colher alguns resultados positivos.

http://us4.campaign-archive1.com/?u=122f85bc36e17b68e90723052&id=9bb756cd47&e=011d06773e

Dicas para empreender

Ter o próprio negócio é o sonho de muita gente. E para que se conquiste o sucesso almejado é necessário muito esforço, planejamento e garra. Empreender é maravilhoso, mas deve ser feito da forma certa. A seguir são apresentadas algumas dicas para você chegar ao sucesso com os “pés no chão”.
Amor pelo que faz – inúmeras pesquisas já comprovaram que tudo que amamos e temos prazer em fazer, nós fazemos melhor. Faça seu trabalho com amor, como se fosse um filho. Cuide, alimente e proteja.
Não faça somente pelo dinheiro – faça seus produtos e serviços impecavelmente e o retorno financeiro virá. Nem sempre a grandeza nos ganhos é o que atrai e faz bons empreendedores.
Disposição e horários - você está disposto a trabalhar 10, 12, 14 horas por dia e finais de semana, feriados, se preciso? Diversos dos maiores empresários de sucesso sempre vão além e se dedicam arduamente para que seu negócio tenha absoluto sucesso. Desconheço áreas de atuação que não precisem de muita dedicação para dar certo.
Planejamento estratégico bem elaborado – planejar é a tarefa mais importante para o empreendedor manter sua empresa viva. Definir o que, quando, porque, para quem, planejar todos os custos de abertura, fixos e variáveis. Faça um planejamento realista e se necessário contrate um profissional que realmente entenda do assunto.
Mundo virtual – ter um site com boa navegabilidade e informações precisas sobre sua empresa e produtos/serviços, estar presente nas redes sociais, ocolocará à frente de muitas outras empresas. Seja ágil na resposta para seus clientes.
Controles financeiros – o sistema para controle eficaz de mercadorias, banco de dados, entradas e saídas, controle de caixa, capital de giro, entre outros, vão ajudá-lo a ter uma posição em tempo real de como sua empresa está se saindo. Seu acompanhamento e análise são fundamentais para as tomadas de decisões.
Equipe – As pessoas que você recrutou para trabalhar na sua empresa devem atender os objetivos e estarem alinhadas com o que sua empresa busca. Treinamentos constantes são de grande valia para manter sua equipe preparada e motivada.
Outras dicas relevantes para o futuro empresário ter atenção: cuidado na escolha dos sócios, defina o melhor tipo de tributação para o seu negócio, contrate um escritório de contabilidade competente, escolha um ponto bem localizado, estude e mantenha-se informado sobre seu mercado de atuação, cuidado com as emoções e tenha equilíbrio nas decisões, fique atento às mudanças e as oportunidades, não tenha medo de fracassar, não se precipite, tenha paciência e mais uma vez: ame o que o você faz!

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/empreendedorismo-7-dicas-para-sua-empresa-dar-certo/77375/

Assertividade é o principal objetivo do RH da empresa

Você já parou para pensar no maior objetivo do RH do seu negócio? A área de RH deve liderar e influenciar os colaboradores para a concretização dos objetivos da empresa. E a principal busca da área de gestão de pessoas deve ser a assertividade. Afinal, quanto mais assertivos forem todos os processos com os objetivos da empresa, mais rápido a empresa conquistará seus resultados.
Na prática, isso significa que a área deve garantir que as ações de recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento e demais processos sejam aderentes às necessidades. "Esse foco faz parte de um sincronismo da estratégia organizacional com o apoio tático e operacional do RH", explica Karen Tzelikis, gerente de desenvolvimento call center da Oi - BT Call Center.
É fato que toda estratégia depende de pessoas para virar realidade. Isso significa, segundo Maria Cândida Baumer de Azevedo, diretora da consultoria People & Results, que se uma empresa decide adotar uma estratégia de relacionamento com o cliente, é preciso ter um time orientado ao cliente, com competências de escuta ativa, cooperação, assertividade com suavidade, visão do todo para propor soluções fora da caixa. Ela explica que o RH é o guardião da cultura organizacional e deve entender e cultura vigente, prezando pela introdução e manutenção dos mecanismos alinhados à estratégia e pelo ajuste ou extinção do que é contrário a ela. "De nada adianta uma estratégia aderente ao contexto competitivo se na prática a cultura prega outro direcionamento e as pessoas estão despreparadas em termos de competências para entregar o esperado", completa.
O especialista Eduardo Ferraz afirma que "é preciso passar do discurso de que as pessoas são o patrimônio mais importante para a prática efetiva", comenta. O caminho também passa pelo desafio de eliminar uma série de dissonâncias entre objetivos, valores e competências, segundo Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria. É necessário conscientizar e preparar toda a liderança e gestores a fazer o alinhamento entre estratégia, processos e pessoas, estabelecendo objetivos, prioridades, indicadores e planos de ação. O especialista aponta ainda a necessidade de orientar, engajar e capacitar toda a equipe, assim como implantar práticas de avaliação, feedback e reconhecimento constante, criando a base para um modelo de meritocracia de gestão.
Para Karen Tzelikis, isso se constrói a partir do envolvimento, da comunicação e da prática.. "É preciso diagnosticar como os processos do RH impactam no negócio e gerar ações conjuntas com disciplina para atingimento das metas”. Ela explica que é essencial desdobrar as diretrizes até o nível operacional exaustivamente, pois a missão da empresa deve ser conhecida e praticada por todos os colaboradores. "O entendimento da estratégia e o diagnóstico das necessidades das áreas para alcance da meta faz a diferença no processo de um RH focado no negócio", resume.

http://www.callcenter.inf.br/especial/53948/o-aliado-estrategico/ler.aspx

Anvisa avalia estabelecimentos de alimentação fora do lar para a Copa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou o projeto "Categorização dos Estabelecimentos de Alimentação" para que os cidadãos conheçam a situação sanitária dos estabelecimentos de alimentação de suas localidades, segundo o diretor de Gestão Institucional da Anvisa, Ivo Bucarescky.

O projeto piloto é voltado para a Copa do Mundo 2014 e inclui 11 cidades-sede da Copa 2014 e mais 13 municípios que aderiram ao projeto. Ao todo são 2.172 estabelecimentos em 24 cidades e 11 aeroportos que aderiram ao projeto. Nas cidades-sede da Copa, o número de estabelecimentos varia de 75 a 282. Todos os estabelecimentos foram escolhidos pela Vigilância Sanitária local, de acordo com o perfil da cidade. Em cada cidade, as autoridades locais definiram os estabelecimentos participantes de acordo com critérios locais como rotas turísticas, circuitos gastronômicos, áreas de lazer, entre outros.

Segundo o diretor de Gestão Institucional da Anvisa, Ivo Bucarescky, esse tipo de classificação tem se disseminado em todo o mundo por melhorar o perfil sanitário dos estabelecimentos com a conscientização do cidadão e dos serviços de alimentação que passam a conhecer com mais clareza suas principais falhas e o impacto delas. São exemplos de experiências bem-sucedidas os sistemas adotados nas cidades como Los Angeles, Nova Iorque e Londres, bem como em países como Dinamarca e Nova Zelândia. “Um estabelecimento mais luxuoso ou mais caro nem sempre significa uma situação sanitária melhor, para o cidadão é uma questão de transparência poder conhecer a situação de cada local”, afirma.

A Anvisa acaba de anunciar as notas do primeiro ciclo e os selos que serão afixados nos bares, restaurantes e lanchonetes participantes durante a Copa do Mundo. A avaliação mostra a situação geral das cidades que estão participando do projeto. Este primeiro ciclo vai orientar as correções que os estabelecimentos devem adotar. Após o segundo ciclo de inspeção os selos começarão a ser afixados nos estabelecimentos. A expectativa é que as cidades finalizem o segundo ciclo no final de maio e que os selos identificando as notas dos estabelecimentos comecem a ser afixados a partir desta data. As notas individuais dos bares, restaurantes e lanchonetes serão divulgadas também no final de maio.

Considerando as cidades e os aeroportos avaliados, 20% dos estabelecimentos foram enquadrados na categoria A, 40% na categoria B e 24,4% na C. Nesse grupo, 15,6% foram categorizados como pendentes, ou seja, apresentaram um quantitativo de falhas considerado superior ao padrão mínimo desejado.

A Categorização permite ao consumidor conhecer os serviços de alimentação. Dá ao estabelecimento a possibilidade de entender o impacto de suas falhas. Dá critérios objetivos para avaliação do risco e padroniza os procedimentos das Vigilâncias Sanitárias.
O quadro encontrado até agora está dentro do esperado. Um dos exemplos mais conhecidos é da cidade de Los Angeles (EUA) onde 20% dos estabelecimentos foram classificados na categoria C no início da categorização. Nesta primeira rodada, 24,4% dos estabelecimentos no Brasil estão nesta categoria.

Os selos serão afixados nos empreendimentos assim que cada cidade encerrar o segundo ciclo de avaliação, o que deve ocorrer no final de maio. Porque, como se trata de um projeto piloto, a opção foi por fazer uma primeira avaliação para que o estabelecimento fosse capaz de entender onde estavam as falhas e assim pudessem corrigir seus procedimentos. Também é necessário verificar que tipo de melhoria foi realizada em cada local.
As notas A, B ou C significam que o estabelecimento é seguro para o consumidor e apresenta condição sanitária satisfatória.

- Nota A: estabelecimentos de melhor classificação. São aqueles serviços que cometem poucas falhas e estas, por sua vez, são de menor importância. Além disso, esses estabelecimentos cumprem itens classificatórios, ou seja, que melhor qualificam o serviço.

- Nota B: estabelecimentos que cometem mais falhas do que o grupo A. Essas falhas, em geral, são de baixo ou médio impacto. Caso haja falhas de alto impacto, a quantidade é muito pequena.

- Nota C: estabelecimentos que apresentam maior quantidade de falhas, mas ainda no limite aceitável do ponto de vista sanitário.

- Já as empresas que receberam a avaliação Pendentes: são estabelecimentos no qual a quantidade de falhas se coloca em um patamar inaceitável para a categorização. Nestes estabelecimentos, cada Vigilância Sanitária local adotou as medidas necessárias de acordo com o caso. Estas medidas vão desde correções no processo até o fechamento do estabelecimento.

A ausência do selo pode acontecer porque o projeto piloto engloba apenas uma parte dos estabelecimentos da cidade e dos aeroportos. A falta do selo pode significar que o local não participou do programa ou não atingiu a nota necessária. As informações de cada estabelecimento estarão disponíveis no hotsite da Categorização, tanto categorizados como Pendentes.

http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/especiais/copa-do-mundo-2014/noticias/2014/05/03/interna-noticia,283275/anvisa-anuncia-selo-e-notas-para-estabelecimentos-de-alimentacao-na-copa.shtml

Natura vai investir na região Amazônica

Em março último, a empresa Natura divulgou que pretende injetar R$ 1 bilhão na Região Amazônica até 2020, com a compra de insumos e desenvolvimento de tecnologia. Para eles o Amazonas se enquadra como um centro de inovação em potencial, enquanto o Pará é tido como principal fornecedor de insumos. Para o diretor regional Norte-Nordeste da marca, Daniel Silveira, a escolha considera aspectos como o desenvolvimento das cadeias produtivas e as dificuldades logísticas encontradas na região.

A expansão faz parte do Programa Amazônia, ação que visa aumentar de 11% para 30% o uso de insumos da floresta na composição dos produtos. Com o aumento das operações nos Estados, a companhia projeta investimentos em pesquisa e no desenvolvimento de meios logísticos mais eficientes e de cadeias produtivas sustentáveis na região.

Segundo Silveira, desde a fundação da Natura os elementos de sustentabilidade estavam bem presentes. “Mas com o lançamento da linha Ekos, em 2000, esse conceito ganhou força e a região uma dimensão enorme no negócio, porque a linha tornou-se uma das principais em vendas entre as marcas da empresa. A linha está entre as três maiores marcas da Natura no Brasil, então tem um peso econômico bastante relevante. No País e fora dele, porque na América Latina e na França, onde temos operação, é a linha que tem a maior receptividade, por conta do inusitado, de ingredientes que a população não conhece por lá. E isso tem um potencial incrível, pois agrega muito valor e tem um apelo bastante importante fora”, ressalta.

Atualmente, os insumos amazônicos já estão presentes também em outras linhas de produtos da empresa. ”A Natura tem pesquisas para diversos produtos, das linhas de cabelo, rosto e maquiagem. O jambu, por exemplo, está presente em Chronos, nossa linha premium de tratamento antissinais”, afirma o diretor regional.

A Natura tem seu foco na melhora da qualidade. Ao longo do tempo, a empresa ampliou e construiu um modelo de sustentabilidade que agrega valor. Tem o propósito de ser um grande polo de inovação e, segundo avaliação da empresa, o maior potencial do Amazonas é para pesquisa e desenvolvimento. Por ser uma região particular, a logística ainda é complicada quando se considera o impacto ambiental. “Agora, estamos pesquisando a implantação de novos acessórios logísticos, como armazéns flutuantes. Nesse modelo, ao longo da viagem, que pode durar dez dias, os pedidos vão sendo preparados para os destinos de acordo com as localidades”, finaliza Silveira.

http://www.d24am.com/amazonia/ciencia/o-potencial-do-amazonas-e-para-pesquisa-diz-executivo-da-natura/108685

Entidades que ajudam o micro e pequeno empresário

Abrir uma empresa e fazê-la crescer não é tarefa fácil. De acordo com o IBGE, apenas 10% dos empreendedores conseguem construir uma empresa com mais de 10 funcionários, e só 1% dos negócios sustentam taxas de crescimento acima de 20% por três anos seguidos. O pior é que a maior parte dos empresários não procura nenhum tipo de auxílio externo para resolver seus problemas. “Via de regra, um empreendedor tem pouca oportunidade de trocar experiências com quem já viveu desafios similares. Por outro lado, nunca houve tanta disponibilidade de recursos e programas de apoio para quem precisa montar ou desenvolver uma empresa”, afirma Juliano Seabra, especialista em empreendedorismo e diretor geral da Endeavor Brasil. E muitas entidades de apoio às empresas enfrentam dificuldades para atrair a atenção dos empreendedores.

Seabra listou as entidades que podem ajudar o empresário de um pequeno negócio a desenvolver a sua empresa. Mas, antes de buscar essa ajuda extra, pense: qual é o seu problema ou a sua maior dificuldade? Sabendo o que falta para você, será mais fácil solicitar ajuda à entidade correta.

1. Endeavor: oferece vídeos e artigos gratuitamente no seu portal. Há também cursos on-line(pagos). Cadastrando-se e mantendo as informações sobre a empresa atualizadas é possível ter acesso a programas especiais de aceleração e apoio a empreendedores.

2. Sebrae: é a instituição de promoção ao empreendedorismo de maior penetração geográfica e variedade de programas do Brasil. Busque conhecer o Empretec, o Sebrae Mais e tantos outros projetos.

3. Aceleradoras e incubadoras: informe-se se na sua cidade tem uma ou mais dessas entidades que apoiam startups com mentoria, espaço compartilhado e, em alguns casos, capital. Busque por aquela que tem mais o seu perfil.

4. Governo: BNDES, Finep, Startup Brasil, Seed, Fapesp. O governo federal tem programas estruturados para apoiar ou financiar empreendedores. Informe-se.

5. Bancos: vários bancos comerciais têm programas de desenvolvimento de empreendedores, linhas de crédito específicas e alguns gerentes são excelentes mentores.
“Existem ainda outros recursos e entidades disponíveis. Mas antes de pedir ajuda, tenha em mente seu propósito como empreendedor: resolver um problema que impacte muita gente, empregar pessoas ou ser mais independente. Não importa qual seja: lembre-se que você tem um papel fundamental para o desenvolvimento do país e que vai além do quanto sobra no caixa da empresa no fim do dia. Isso vai motivar as pessoas à sua volta a te estender a mão”, finaliza Seabra!

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/quem-pode-ajudar-sua-empresa-a-crescer

Atenção ao Suporte Técnico da sua Empresa

O Brasil é considerado a sexta maior economia do mundo, porém ocupamos a 84ª posição no ranking de internet mundial e estamos no 85º lugar no IDH mundial. Com um déficit de 45 mil vagas não preenchidas por profissionais de TI.
“A carência de mão de obra qualificada, a necessidade cada vez maior da utilização de recursos tecnológicos e a escassez de recursos para investimento aliada à falta de conhecimento amplo em tecnologia e, principalmente, à desregulamentação do mercado de TI, muitas vezes faz com que as pequenas empresas recorram a soluções de informática praticamente caseiras”, afirma Flávio Mergulhão especialista em tecnologia. Esse trabalho realizado por uma pessoa desqualificada, acaba saindo mais caro para as PME.
Resolver um problema técnico requer conhecimento de hardware, redes, protocolos, rotas, sistemas de e-mail, sistemas operacionais e, é claro, muita experiência em campo. Não é raro encontrar “profissionais” que não conseguem diagnosticar um problema devido à falta de experiência e incapacidade técnica para resolver uma questão de rede.
Antes de pedir ajuda a alguém que “mexe” com informática para auxiliá-lo, fique atento à real capacidade que esse sujeito tem para resolver o seu problema. Bons técnicos, além de um amplo conhecimento, também têm capacidade de percepção do que é bom para o negócio do cliente. O serviço de suporte técnico vai muito além de consertar uma impressora com problemas ou instalar uma placa de rede. Ele visa o melhor custo/benefício para o cliente.
“Contratar empresas de suporte técnico é o primeiro passo para deixar de ser refém desses “técnicos”. Uma empresa séria faz um contrato de manutenção e coloca as regras do suporte claras, além de deixar as senhas e configurações à disposição do cliente. Afinal de contas, a propriedade intelectual é da empresa e não do prestador de serviço. Partindo da premissa que toda a informação de uma empresa, de qualquer tamanho, passa pelos seus micros e redes, dar uma atenção profissional a esses recursos garante economias futuras e diferenciais competitivos – além de evitar dores de cabeça com paradas, perda de dados e roubo de informações confidenciais”, afirma Mergulhão.

http://corporate.canaltech.com.br/noticia/gestao/PMEs-nao-sejam-refens-da-tecnologia/

Ética e Responsabilidade Socioambiental

Janine Brito, diretora executiva da Ferragens Pinheiro, diz que vários temas relacionados à sustentabilidade vêm sendo discutidos no mundo corporativo desde a consolidação da definição do conceito de Desenvolvimento Sustentável, em 1987, no Relatório de Comissão Bruntland. O Brasil lidera a lista entre os países emergentes com mais empreendimentos sustentáveis no ranking Global 100 Most Sustainable Corporations in the World.
O setor da construção civil, por exemplo, vem intensificando a sua preocupação com esse tema, devido ao seu histórico como grande gerador de resíduos e emissor de gases de efeito estufa – oriundos do processo de produção de cimento e do transporte de materiais de construção.
Conforme uma pesquisa sobre "consumo sustentável", realizada em 2012 pelo grupo Sustentax, estima-se que aproximadamente 62% dos consumidores brasileiros estão dispostos a pagar 10% mais caro por produtos sustentáveis; 87% vão obter produtos sustentáveis desde que não tenham aumento de custo, e 95% acreditam ser importante comprar de empresas verdes.
Pensando nisso, é importante que os empresários adotem uma nova postura, em que ética e responsabilidade socioambientais tornem-se fatores fundamentais. Trabalhando juntos, em prol do bem comum, é possível contribuir, e muito, para o meio ambiente, por meio de parcerias que geram resultados não só para o momento presente, mas também numa perspectiva de futuro.

http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2014/03/21/solucoes-verdes/

Exercite a sua Criatividade


A criatividade, tema cada vez mais discutido na atualidade, é a capacidade de identificar problemas e encontrar soluções inteligentes. As empresas esperam contratar pessoas que sejam “solucionadoras”, explica Jô Furlan, pesquisador em neurociência do comportamento e especialista em desenvolvimento comportamental para empresas. O pensamento crítico tem sido considerado como a habilidade essencial para o sucesso. “A criatividade vai muito além da mera síntese neural, pois ela é a capacidade de avaliação e julgamento. Em 2010, a criatividade foi o fator mais importante para o sucesso encontrado em uma pesquisa da IBM, realizada com 1.500 executivos em 33 indústrias. O Linkedin divulgou que nos últimos dois anos o termo criativo foi o mais usado”, lembra o pesquisador.
De acordo com Furlan, o conhecimento como conteúdo evolui na velocidade da luz e os educadores estão falando mais e mais sobre "habilidades de processo", estratégias para reformular desafios que extrapolam e transformam as informações, além de lidar com a ambiguidade de certos resultados. Disciplinas que envolvem estudos criativos estão aparecendo em listas de cursos das principais universidades dos Estados Unidos. “Esses cursos de desenvolvimento dessa habilidade não servem apenas para as áreas de artes e comunicação, como muitos pensam. Um bom engenheiro precisa de muita inovação para desenvolver um projeto de sucesso e um advogado precisa de uma boa dose de imaginação para convencer um júri a votar a favor do seu caso”, analisa.
Todo mundo é criativo e pode aprender a se desenvolver ainda mais. “Chegar em uma mentalidade criativa envolve um monte de tentativa e erro”, explica Jô Furlan. Uma dica para exercitar a criatividade é construir um currículo baseado em coisas que não deram certo e encontrar o significado e a influência que estes tiveram em suas escolhas. “O segredo é repensar as coisas e ver tudo por um ponto de vista diferente do que você está acostumado. Fazer as coisas de outro modo e avaliar como vai lidar com essas situações”, finaliza Furlan.


http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-pensar-fora-da-caixa/84711/

Dicas para manter a equipe motivada sem investimentos

Villela da Mata, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, dá algumas dicas de como motivar os funcionários sem gastar dinheiro.

Segundo a psicologia da motivação o desempenho de um indivíduo depende daquilo que o inspira e do quanto ele se sente motivado a batalhar por determinado objetivo. Por isso, manter a motivação de equipes de trabalho é essencial para garantir uma boa performance do negócio e consequentemente uma maior vantagem competitiva no mercado.

Um estudo realizado pelo Hay Group com 261 mil pessoas de 85 empresas aponta que 31% dos trabalhadores brasileiros estão acomodados ao emprego e não têm incentivo para mudar. A falta de motivação compromete o rendimento do colaborador e gera muitos prejuízos à organização. Ao contrário dos funcionários que se sentem reconhecidos, que se envolvem com a empresa e fazem mais que suas obrigações. A Right Management entrevistou 30 mil pessoas de 15 países, incluindo 100 brasileiros, e percebeu que os profissionais motivados são 50% mais produtivos. Em pesquisa feita pela Trabalhando.com, 52% dos entrevistados afirmaram que um ambiente com boa convivência os deixa motivados.

Empresário, se você pensa que o problema na sua empresa é falta de motivação dos funcionários, fique atento aos sinais: 1 – O colaborador que sempre usa palavras negativas. 2 – Mantém-se afastado da equipe e desvia o olhar durante as conversas. 3 – Não concorda com mudanças nem se dispõe a participar de cursos ou de treinamentos. 4 – Espera com impaciência o fim do expediente. 5 – Só vê características positivas em outras organizações. 6 – Faz apenas o necessário em seu trabalho. 7 – Falta com frequência e não esconde sua insatisfação. 8 – Não consegue atingir ou superar metas.
A boa notícia é que existem formas de motivar os funcionários, sem gastar dinheiro. Veja as dicas de Villela da Mata:

1 – Aposte na generosidade e nos elogios. Reconhecer um bom trabalho e expor isso diante de toda a equipe é uma das formas mais eficazes de manter um colaborador motivado, pois eleva a autoestima do profissional e de todo o grupo.

2 – Diminua os níveis hierárquicos. Permita que os funcionários trabalhem em nível de igualdade. Assim, eles irão dedicar-se juntos para obter melhores resultados.

3 – Alinhe os objetivos da empresa aos objetivos dos colaboradores. Converse com os funcionários para saber suas pretensões profissionais e pessoais. Mostre que, com um bom desempenho na empresa, a conquista desses objetivos fica mais próxima. Peça sugestões sobre como chegar a um resultado.

4 – Transforme todos em líderes. Dê destaque aos pontos positivos de cada colaborador. Elogios incentivam o comprometimento com um bom desempenho.

5 – Fortaleça o espírito de grupo. Realize atividades em grupo durante o ano para aumentar os laços entre os colaboradores.

6 – Proporcione contato com novas experiências. Ofereça cursos extras e proponha trocas temporárias de setor.

“Nem sempre investir em motivação significa aumentar o salário ou arcar com grandes custos. Com essas simples atitudes, é possível aumentar a autoestima de toda a equipe e de cada colaborador, para garantir melhores resultados para a empresa”, confirma da Mata.
Confira um infográfico disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Coaching sobre o assunto na página: http://www.sbcoaching.com.br/blog/motivacao/motivar-funcionarios-sem-gastar-dinheiro/

A prática da economia criativa

Atualmente ouve-se muito a expressão economia criativa. Será que a sua empresa pode ter alguma relação com esse termo? A economia criativa é importante para o crescimento, desenvolvimento e aprimoramento de uma empresa, já que a ideia é se diferenciar no mercado, utilizando poucos recursos de forma criativa e inovadora, garantindo a sua sobrevivência.

Economia criativa se faz a partir da integração entre cultura, conhecimento, criatividade, tecnologia e sociedade. Conhecer a cultura de um local é crucial no desenvolvimento de estratégias, uma vez que o indivíduo é influenciado pela sua cultura e há uma grande dificuldade em adaptá-lo a uma cultura diferente. O início desse processo se dá estudando o ambiente em que se pretende implantar algo. Uma vez estudado, o próximo passo é encorajar as pessoas a compartilhar os conhecimentos e assim atingir os resultados. A criatividade na economia criativa tem a importância de despertar no indivíduo a ideia de que ele pode fazer sempre mais, pequenas ideias que podem se transformar em grandes projetos. Tudo isso deve estar associado à tecnologia, um fator essencial na disseminação de novos conhecimentos, culturas e projetos à sociedade.

Explorar as diversas oportunidades de crescimento e captar recursos para a sua aplicação, transformando pequenas ideias em ideias criativas, cultivando a identidade cultural local e trazendo benefícios mútuos, é a essência da economia criativa. Embarque nessa!

http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/as-tendencias-e-perspectivas-da-economia-criativa/75861/

De onde virão os torcedores da Copa?

Segundo dados divulgados pela FIFA, os turistas estrangeiros compraram 38,3% dos ingressos já vendidos para os jogos da Copa de 2014, ou seja, eles adquiriram 986 mil ingressos dos 2,5 milhões vendidos. Os torcedores dos Estados Unidos, ficaram com 154 mil ingressos, seguidos por Austrália, Inglaterra e Colômbia. “Entre os países que mais buscaram ingressos estão grandes emissores de turistas para o Brasil. Os Estados Unidos, por exemplo, ocupam o segundo lugar na lista de interesse por destinos brasileiros. Segundo dados do Ministério do Turismo, 586 mil norte-americanos estiveram no Brasil em 2012”, comentou Vicente Neto, presidente em exercício da Embratur (Instituto Brasileiro do Turismo).

“O Brasil está preparado para receber os turistas, com ou sem ingresso, tanto para assistir aos jogos como para curtir o clima da Copa e as fan fests”, afirmou Neto, em referência à exibição pública de jogos que será feita em telões em grandes áreas públicas.

A Embratur tem realizado a promoção do Brasil no exterior por meio do evento Goal To Brasil, que reúne operadores de turismo para uma imersão em informações sobre o País, seguida de uma rodada de negócios com empresários brasileiros. Ao final do dia, há uma apresentação cultural brasileira, além da oferta de quitutes nacionais. “Londres foi palco da etapa mais recente da ação. No dia 19 de março, reunimos imprensa, operadores de turismo, agentes de viagens do Reino Unido para apresentar os destinos turísticos brasileiros, entre eles as cidades que receberão jogos da seleção inglesa”, comentou Neto.

No Brasil, o aumento no número de turistas estrangeiros em 2013 superou a média do crescimento mundial e foi quase três vezes maior que a alta verificada nos demais países da América do Sul. Enquanto o total de estrangeiros que fazem turismo registrou alta de 5% no ano passado, conforme dados da UNWTO (Organização Mundial do Turismo, na sigla em inglês), no Brasil esse índice foi de 6%, conforme dados preliminares da Embratur, com o ingresso de pelo menos 6 milhões de turistas. Ainda de acordo com os dados da UNWTO o aumento no número de turistas no Brasil foi praticamente o triplo dos 2% verificados na média dos demais países da América do Sul, região onde o País é, junto com Argentina, o principal receptor de turistas estrangeiros. “O bom desempenho brasileiro em 2013 foi influenciado pela Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações e pela maior exposição do Brasil no cenário internacional em função de grandes eventos como a Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”, explicou o presidente em exercício da EMBRATUR.

Enfim, “os números mostram que a Copa já é um sucesso, ampliando o número de turistas no Brasil, estimulando a economia e a geração de empregos e renda", afirmou Vicente Neto.

http://goo.gl/E20Fwu

Ser empresário requer equilíbrio entre trabalho e tempo livre

Nessa matéria, o diretor para América Latina da ActionCOACH – líder mundial em business coaching para pequenas e médias empresas, Alejandro De Gyves, avalia que ter uma pequena empresa é o sonho de 44% dos brasileiros, segundo pesquisa Global Entrepreneurship Monitor. Eles sonham em tomar suas próprias decisões, fazer seus horários e conseguir mais tempo livre com a família - qualidade de vida, mas muitas vezes acontece justamente o contrário.

É comum conhecer um empresário que é sempre o primeiro a chegar e o último a sair. Que perde fins de semana e feriados trabalhando mais do que qualquer outra pessoa na sua empresa. A pergunta que fica é: Será que isso vale a pena? O sucesso profissional é importante, mas é preciso conciliar com uma vida equilibrada.

Não é fácil ser bem-sucedido profissionalmente e ainda ter tempo para outras atividades, é preciso se dedicar para promover uma mudança real na gestão do seu negócio. A maioria dos pequenos e médios empresários já entende a importância de investir na sua empresa. Um balanço da Desenvolve SP, por exemplo, mostra que os empresários paulistas financiaram 51% a mais em 2013 do que no ano anterior. Investimentos em produção, espaço físico e logística são importantes, mas nada é realmente efetivo se não existe um investimento no centro da empresa: a gestão.

Portanto, para melhorar a gestão da sua empresa avalie cinco pontos essenciais: vendas; marketing e propaganda; capacitação profissional e recrutamento de colaboradores; automatização de sistemas; e relacionamento com o cliente. Cada negócio apresenta um ponto fraco diferente, que precisa ser cuidadosamente trabalhado. Avalie cuidadosamente cada um deles. Uma observação minuciosa de como está a gestão do seu negócio é o ponto inicial da mudança, pois as empresas são reflexos da personalidade de seu proprietário. Saber gerir uma empresa implica também em saber coordenar o seu próprio tempo. Um empresário que tenha uma vida equilibrada conseguirá trabalhar com muito mais qualidade e produtividade. E, obviamente, isso acarreta mais lucro.

Em relação à gestão da empresa e qualidade de vida do seu proprietário, dois itens merecem atenção: a automatização de processos e a melhoria na gestão do tempo do empresário. Desenvolver uma cultura empresarial de automação dos processos ajuda a ganhar tempo e, consequentemente, dinheiro.

“O tempo é o bem mais precioso que uma pessoa tem. Mais do que o lucro, ter tempo para comandar um negócio de sucesso e ainda conseguir jantar com a família, sair com os amigos, ou ter um hobby é o verdadeiro sucesso profissional. Se você ainda não conseguiu atingir este patamar na sua carreira, fique tranquilo e entre em ação. Nunca é tarde para começar, e esta mudança depende principalmente da sua força de vontade e dedicação”, afirma De Gyves.

http://www.segs.com.br/so-seguros/150459-faca-sua-empresa-trabalhar-por-voce.html

Trabalhar vendas e marketing em forma de processos

O professor de Vendas e Marketing da Business School São Paulo e gerente geral da SalesWays no Brasil, Enio Klein, afirma nesse artigo sobre a relação entre Marketing e Vendas que em tempos de WEB 2.0, redes sociais e marketing digital, a área de marketing de uma empresa não é mais apenas um fornecedor para a área de vendas. Ele diz que a era onde o Marketing elabora campanhas e que Vendas simplesmente se contenta com o que cai em sua rede está com os dias contados.

“O novo paradigma do mercado não permite mais que a atividade de vendas, mesmo sendo a linha de frente da organização e em contato constante com o cliente, vá ao mercado sem levar as definições, estratégias e alinhamento necessários para que o cliente entenda a mensagem da companhia”, afirma Klein. Hoje tanto Marketing quanto Vendas são responsáveis pelo planejamento e pela execução, tendo como foco o cliente e as diretrizes da empresa.

Nos dias atuais é necessário um novo modelo de trabalho que integre os papéis e as funções das pessoas, considerando a tecnologia e como os sistemas de informação irão apoiar este novo cenário, já que a automação de processos está presente nas organizações há algum tempo. São os processos que geram valor ao cliente e para a empresa, pois a cadeia de valor das organizações passa por gerar demanda, produzir, vender e entregar, e cada uma destas funções de negócio deve se desdobrar em processos de negócios muito bem definidos.

Então a hora é da automação das cadeias de valor. “Estas não só transcendem as funções departamentais como as integram em função do que realmente importa. Gerar valor! A verdadeira gestão do relacionamento com clientes e a automação de vendas são muito mais que sistemas ou estratégias, são parte integrante da cadeia de valor de todas as empresas. Todas elas têm clientes e todas elas precisam vender”, finaliza o autor!

http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/vendas-e-marketing-a-relacao-que-da-certo/76324/

Mídias Sociais para as empresas

Quando se fala em redes sociais, é difícil se manter sempre atualizado. Três especialistas no assunto Edney Souza, criador do blog Interney, Leslie Orsioli, da agência de mídia social We Are Social, e Marcelo Salgado, analista de mídias sociais do Bradesco, deram dicas de estratégias de interação e marketing em diversas redes sociais para ajudar o empresário nessa tarefa.

1. Escolhendo uma nova rede: Avalie antes se o público de sua empresa está presente nela. E depois, se a presença da sua marca naquele ambiente vai atender às necessidades do público-alvo. Se optar por entrar na mídia social, mantenha-se ativo. Uma regra básica é preservar a interação com o cliente.

2. Estratégias específicas para novas plataformas: o empreendedor deve estar atento a outras plataformas para diversificar o conteúdo - YouTube, blogs, Tumbler e aplicativos, como WhatsApp e Snapchat (em que a interação pode ser feita por meio do disparo de mensagens para listas de clientes, por exemplo).

3. Sua empresa atua em qual área? Quando se tem um produto específico é importante identificar onde seu público está e estreitar laços para investir em ações focadas. Se trabalha com casamentos, moda, decoração e beleza, por exemplo, certamente sua estratégia não pode ignorar o Pinterest. Viagem e turismo? Instagram não pode faltar.

4. Qualidade e diversidade: Criar materiais que transmitam credibilidade ao cliente e saber otimizar buscas no Google devem ser prioridades do empreendedor. Além de investir em publicidade ou anúncios pagos, é importante adotar estratégias para melhorar a presença em buscas. Para isso, o bom conteúdo é a melhor estratégia.

5. Amplie o alcance de sua página no Facebook: É importante criar conteúdos com potencial de compartilhamento. Invista em material que se aplica ao dia a dia das pessoas.

6. Pago ou de graça? Desde que a decisão de comprar anúncios seja bem planejada (e posteriormente, justificada em relatórios de performance), a estratégia de promover conteúdo de qualidade em mídias sociais pode ser um bom investimento, quando há alta possibilidade de compartilhamento.

7. Interaja! Se sua marca está numa rede social, interaja com os usuários. Toda interação é humana e dos dois lados deve haver alguém disposto a conversar. Não existe uma regra de comportamento. O importante é não ficar calado.

8. Comportamento nas redes: Mais do que uma questão de linguagem, o comportamento do público reflete sua faixa etária. Os jovens, por exemplo, interagem com mais frequência nas mídias sociais, compartilham mais conteúdo, usam as redes para manter contato com seus amigos. Já o público mais maduro sente maior necessidade de se expressar quando o assunto envolve reclamações sobre produtos e serviços ou atenção na busca por informações. Identificar o comportamento do seu público é essencial para interagir da melhor forma.

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/02/8-dicas-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-empresa-nas-midias-sociais.html

Aplicativos para acompanhar os jogos da Copa 2014

A Copa do Mundo Brasil FIFA 2014 está cada vez mais perto e, para você não perder nenhuma novidade e aproveitar ao máximo esse momento histórico, foram lançados alguns aplicativos para Android e sistema operacional IOS.

Abaixo está uma lista com cinco aplicativos gratuitos para acompanhar os jogos no seu smartphone: assista a transmissão das partidas, acompanhe as datas e placares.

SPORTV: COPA DO MUNDO DA FIFA
Acompanhe a Copa pelo seu smartphone ou tablet. Esse aplicativo oferece informações sobre jogos, resultados e quadro de seleções.Ele apresenta ainda todas as notícias sobre os países competidores.

SELEÇÃO
Com esse app oficial da CBF, conheça todas as novidades da Seleção Brasileira. O aplicativo oferece notícias, resultados, tabelas, informações sobre os jogadores e tudo o que acontece pelo mundo do futebol.

FIFA
É o aplicativo oficial da FIFA para os torcedores acompanharem a Copa do Mundo de 2014. A central de notícias deixa você conectado em todos os destaques, divulga o posicionamento do Brasil durante os jogos, oferece tabelas completas e muito mais.

THE FOOTBALL APP
Tem notícias e até transmissões ao vivo de jogos, inserindo o usuário no cenário do futebol mundial. Com interface em português, o app facilita a vida dos aficionados por futebol, apresentando também as tabelas e resultados dos campeonatos.

TORCE BRASIL
Esse aplicativo oferece diversos recursos para mantê-lo bem informado sobre os jogos. É possível acompanhar em tempo real as partidas e ainda colocar alertas para as datas dos jogos, gols, atividades e muito mais.

http://180graus.com/noticias/copa-do-mundo-de-2014-conheca-cinco-apps-para-acompanhar-os-jogos

http://www.meunovocelular.com/2014/02/05/apps-para-copa-do-mundo-em-android-e-ios/

Previsão de crescimento do crédito em 2014


Uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos - FEBRABAN sobre Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado revela uma melhora nas estimativas de 27 analistas do mercado financeiro em relação ao crescimento do crédito para este ano.

Realizado entre os dias 6 e 12 de março, tal estudo identificou que os economistas acreditam num crescimento de 13,7% em 2014, ante uma expectativa de 13,2%, registrada na pesquisa anterior divulgada em janeiro do corrente ano. O crédito com recursos livres, que deve ser ampliado para 11% este ano, deve contribuir para tal desempenho. A inadimplência de recursos livres ficou em 5,0% para 2014, abaixo dos 5,1% apresentados na pesquisa anterior, mas ainda ligeiramente acima dos 4,8% de 2013. Para 2015, é esperado recuo da taxa de inadimplência para 4,8%.

Mesmo com a previsão de melhora do crédito, a pesquisa identifica ainda uma possível redução sobre o ritmo de crescimento da atividade econômica, principalmente pela fraca recuperação da indústria. A expectativa dos analistas para o crescimento do Produto Interno Bruno – PIB caiu de 2,1% para 1,9% em 2014. Para 2015, recuou de 2,3% para 2,2%.

Economistas avaliam que a desaceleração do consumo doméstico ainda não será suficiente para reduzir integralmente as pressões inflacionárias e por isso as projeções seguem acima do centro da meta. A expectativa para o IGP-M de 2014 sofreu considerável alteração, passando a 6,3%. Na pesquisa anterior, de janeiro, era de 8,3%. Para 2015, a expectativa é que fique em 5,8%.

As previsões para a inflação oficial, medida pelo IPCA, mantiveram-se estáveis em 6% e 5,7%,para 2014 e 2015, respectivamente. A previsão para taxa Selic, segundo os economistas, permaneceu em 11% em 2014, contemplando apenas mais um ajuste de 0,25 p.p. sobre a taxa atual. Para 2015, a expectativa para a Selic apresentou redução de 11,50% para 11,25%. A taxa de câmbio permaneceu no patamar de R$ 2,46 para o final de 2014, enquanto que para 2015 foi revista para R$ 2,52, de R$ 2,50 anteriormente. As previsões para o PIB dos Estados Unidos caíram marginalmente para 2,80% nos anos de 2014 e 2015, de 2,9% na pesquisa anterior.

http://www.segs.com.br/component/content/article/49-cat-economia/151751--pesquisa-febraban-credito-pode-crescer-137-em-2014-.html

O que é estratégia?

Michael Porter, professor de Business Administration da Harvard Business School, em Boston/USA, busca esclarecer nesse artigo a diferença entre estratégia e técnicas de gestão.

I. Eficácia operacional não é estratégia

No texto, Michael Porter afirma que eficácia operacional é diferente de estratégia. Eficácia operacional é realizar as atividades de forma melhor do que as empresas concorrentes, enquanto estratégia é realizar as atividades de forma diferente das empresas rivais.
A busca constante da produtividade, qualidade e rapidez na realização do trabalho são importantes e geram, frequentemente, melhoras nas práticas gerenciais, mas estas não devem substituir as estratégias.

Nos anos 80, os japoneses mostraram ao mundo sua eficácia operacional produzindo produtos com menor custo e maior qualidade. E essa melhora na produtividade vem sendo praticada por muitos gestores por décadas, que procuram eliminar as ineficiências, aumentar a satisfação dos clientes e atingir melhores resultados na busca incessante do aumento da rentabilidade das empresas. No entanto, na medida em que uma empresa utiliza de ferramentas para aumentar a sua eficácia operacional, as suas concorrentes também o fazem, permanecendo todas no mesmo patamar, enquanto a rentabilidade delas cai ano a ano. Ou seja, a concorrência baseada na eficácia operacional não é sustentável, mas destrutiva.

II. A estratégia baseia-se em atividades singulares

A estratégia competitiva é ser diferente de seus concorrentes por ter em sua essência um conjunto diferente de atividades para distribuir um mix único de valor.

A empresa aérea Southwest distingue-se das concorrentes porque optou por fazer viagens curtas, com baixo custo, eliminando gastos com equipe de vendas, atendimento em terra e refeições. Possui um público alvo bem definido e estratégias alinhadas com a sua missão. Atua de um jeito diferente das suas rivais.

Assumir um posicionamento estratégico no mercado requer um conjunto de atividades sob medida para o cliente. A essência de um posicionamento estratégico é escolher atividades diferentes das dos concorrentes. As posições estratégicas originam-se de três fontes distintas:

- baseada em variedade: baseada na escolha de variedade de produtos ou serviços;

- baseada em necessidades: tem como alvo um segmento de clientes;

- baseada em acesso: resume-se na forma de alcançar/acessar os clientes.

Após definido o posicionamento pode-se definir estratégia: “Estratégia é a criação de uma posição ímpar e valiosa, envolvendo um conjunto diverso de atividades”.

III. Uma posição estratégica sustentável requer trade-offs

Apenas escolher uma posição específica pode não ser suficiente para garantir uma vantagem sustentável, pois os concorrentes poderão facilmente copiar.

Ao optar por uma posição estratégica a empresa deverá abdicar de algumas escolhas. Outra essência da estratégia é escolher o que não fazer.

IV. A adequação conduz tanto à vantagem competitiva quanto à sustentabilidade

A definição por um determinado posicionamento ajuda a definir também como as diferentes atividades empresariais se relacionam umas com as outras, pois a estratégia tem a ver com a combinação das atividades. A adequação estratégica limita os imitadores, cria vantagem competitiva e gera maior lucratividade para a empresa.

A vantagem competitiva nasce do sistema integrado de atividades. A adaptação entre as atividades reduz os custos e aumenta a diferenciação, dificultando ainda mais a imitação pelos concorrentes. Quanto mais o posicionamento de uma empresa residir em sistemas de atividades com adequação, mais sustentável será sua vantagem.

Portanto, estratégia é criar adequação entre as atividades da empresa.

Redescobrindo a estratégia

Os gestores normalmente focam na eficácia operacional dentro das empresas: buscam novas ferramentas, imitam ações dos concorrentes, querem aumento da lucratividade. A definição por uma posição com a renúncia de outras escolhas é difícil e nem todos estão preparados para tomar decisões.
Os líderes devem buscar a sua diferenciação de acordo com a estratégia empresarial, buscando a sua posição competitiva. O desafio é focar na essência singular da empresa e alinhar as suas atividades com ela.

http://www3.pucrs.br/pucrs/files/adm/asplam/estrategia.pdf
http://hbr.org/1996/11/what-is-strategy/ar/1

Exemplo de negócio sustentável

Para você um negócio sustentável também remete a uma empresa que tem boa rentabilidade e dá um retorno considerável aos seus acionistas? Ou se começar a pensar mais a fundo lembrará também daquelas empresas que trabalham com as questões ambientais e afins? Marcus Nakagawa, sócio-diretor da iSetor, professor da ESPM, presidente do conselho deliberativo e idealizador da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, lembra que na pesquisa Data Folha para o prêmio Folha Top of Mind, existe também a categoria Top Meio Ambiente, na qual são mencionadas pelos entrevistados as marcas por sua atuação na preservação do meio ambiente. Em 2013, das 5.145 pessoas, 7% lembrou da marca Ypê e 5% dos respondentes da Natura. A seguir apareceram Ibama (3%), Greenpeace e Petrobras (2% cada uma); depois Vale, Coca-Cola, O Boticário e Omo (1% cada uma). Essa lembrança das grandes empresas acaba acontecendo porque elas investem bastante em comunicação e também em projetos e ações ligados ao meio ambiente. A Ypê, por exemplo, tem um amplo trabalho de plantação de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica em regiões de mata ciliar, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica e fizeram várias propagandas sobre isso, além de suas atividades de rotina ligadas ao tema. E a Natura, que possui produtos ecologicamente corretos, certificados e com processos de produção sustentável bem definidos.

Mas é possível uma pequena ou média empresa ser mais sustentável? Ter um negócio que realmente englobe as questões financeiras, ambientais e sociais? Sustentabilidade é muito mais do que pequenas ações ecológicas ou processos socialmente corretos. É incluir o tema no processo de produção, no relacionamento com os stakeholders e, principalmente, no desenvolvimento de produtos e serviços que sejam inovadores, inclusivos, ecológicos e que (de preferência) resolvam efetivamente problemas do nosso planeta.

No Brasil, existe um empreendedor totalmente conectado com essa questão, que fabrica maquinário para a produção de tijolo, blocos e pisos ecológicos. Ele desenvolveu um processo que aproveita o lixo para fazer tijolos mais ecológicos ainda. O lixo é triturado, tratado e vira uma espécie de areia, que segundo ele, é mais resistente que a normal. Com isso, em suas máquinas especiais, essa areia, juntamente com solo e cimento, e por meio da prensagem, tomam forma de tijolos ou blocos, sem necessitar da queima de combustíveis fósseis. Os tijolos se encaixam e, com uma espécie de cola, aderem entre si.

A ideia deste tijolo e bloco ecológico com base no lixo é elaborar projetos com prefeituras que já estão com seus aterros lotados e querem dar uma destinação mais legítima para os seus resíduos e, assim, produzindo tijolos para construção de casas para a sua população. Claro que o custo deste benefício exige um investimento inicial, porém o retorno é muito valioso, garantiu o empreendedor, não só no resultado das construções, mas como também na gestão dos resíduos, além do ganho da população, sem esquecer do verdadeiro desenvolvimento sustentável. Isso realmente é um negócio sustentável!

http://www.dm.com.br/texto/165596-empreendedor-de-negacio-sustentavel

Cursos de hotelaria estão aquecidos com a proximidade da Copa

De olho na Copa, pequenas empresas estão investindo no setor hoteleiro em busca das oportunidades de turismo geradas pelo evento. Nos últimos três anos, foram investidos R$ 20 bilhões em reforma e construção de hotéis no Brasil. O setor busca mão de obra qualificada para conquistar e fidelizar os turistas. Para o professor de empreendedorismo da Fundação Getulio Vargas (FGV), Tales Andreassi, a Copa do Mundo é a grande oportunidade de o Brasil ganhar visibilidade no cenário mundial.

Escolas de hotelaria oferecem cursos de qualificação para os profissionais. Há desde cursos rápidos de dois dias, até cursos superiores de dois anos. Com a aproximação do Mundial a procura por profissionais do ramo disparou. O quadro de uma escola de São Paulo está lotado de anúncios de empresas procurando gente para trabalhar. São vagas para chefe de cozinha, com salário de R$ 1.500; recepcionista, por R$ 2.200; mensageiro, por R$ 1.200 por mês, por exemplo. Muita gente que se forma no local já sai empregado. A escola tem hoje 1.400 alunos regulares e não consegue atender a demanda por profissionais. “A gente que trabalha, que estuda, faz diferença sim”, diz a aluna Ana Siqueira. Lana Sena faz curso superior de hotelaria, com duração de dois anos, e foi recrutada antes mesmo de se formar. No quarto mês de aula, Lana foi chamada para trabalhar em um hotel. “Já fui promovida duas vezes. Eu era auxiliar de hotelaria, agora eu já sou recepcionista”, comemora.
Várias opções de cursos

Cerca de 60% dos alunos procuram pelas aulas de gastronomia. “Eu trabalho há 11 anos na área de hotelaria e, por eu já ter uma formação em hotelaria, resolvi fazer gastronomia para agregar conhecimento, para o que eu quero futuramente”, diz o aluno Paulino Alves. O curso inclui aula de garçom e a professora explica que a postura do profissional tem de ser impecável. Na hora de carregar a bandeja, também é preciso estilo e elegância.

O curso prático de línguas estrangeiras é específico para a Copa do Mundo. Na aula de espanhol, os alunos aprendem palavras básicas para situações cotidianas. “É um curso que foi pensado na hospitalidade na Copa do Mundo”, comenta o professor Felipe Abraão.

“O ponto positivo dessa história é que a Copa do Mundo vai conseguir atrair um fluxo de turistas e estes turistas vão voltar, ou vão indicar o país. Eu sempre uso o exemplo da África do Sul. A África do Sul, depois da Copa, conseguiu atrair um grande número de turistas. Mesmo brasileiros que antes não iam e que passaram a escolher a África do Sul como um destino turístico”, conclui Tales Andreassi.

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/02/copa-do-mundo-aumenta-oportunidades-na-area-de-hotelaria.html

Dicas para as pequenas empresas crescerem

Para alcançar o crescimento, as pequenas empresas precisam implantar algumas ações que resultem em grandes impactos nos negócios. A jornalista Priscila Zuini, da Revista Exame, listou trinta dicas fáceis de especialistas para que uma pequena empresa cresça cada vez mais.

1. Melhore o atendimento: cliente satisfeito é aquele bem atendido. Construa um relacionamento com os seus clientes e resolva os problemas o mais breve possível.

2. Contrate bons funcionários: pense antes de contratar um colaborador. Faça uma análise detalhada do currículo e também se prepare para a entrevista. Só com uma equipe eficiente sua empresa poderá crescer.

3. Crie um blog: aproveite essa ferramenta para alimentar com conteúdo relevante sobre o seu setor de atuação e atraia novos consumidores. Pense em ter alguém dedicado a esta atividade diariamente.

4. Motive a equipe: empenhe-se para manter a equipe motivada com histórias de superação e recompensas.

5. Escolha bem a fonte de crédito: se tiver essa necessidade, faça pesquisas prévias e só busque empréstimos bancários depois de analisar as taxas de juros e condições específicas.

6. Use as redes sociais: faça um uso criativo das redes para estar “vivo” para os seus clientes.

7. Organize treinamentos: treinamentos são essenciais para manter todos atualizados e prontos para o trabalho. É importante saber quais são os melhores momentos e os formatos mais adequados para os treinamentos e garantir que todos participem.

8. Separe tarefas urgentes e importantes: dê prioridade ao que realmente interessa. Organize-se, delegue tarefas e acompanhe os indicadores do negócio.

9. Gaste menos: cortar custos, mesmo os que parecem inofensivos, é uma maneira de ganhar rentabilidade. Procure fazer mais com menos e meça os resultados.

10. Avalie sua margem de lucro: ter ciência da margem de lucro ideal dos produtos e todos os custos envolvidos na produção são ideias para melhorar os resultados da empresa.

11. Capacite-se para vender mais: procure, além de treinamentos, livros sobre o tema que possam trazer dicas e soluções para melhorar as vendas no seu negócio.

12. Melhore sua abordagem aos clientes: treine a equipe para se aproximar do cliente de forma mais adequada, sem parecer indiferente nem inconveniente. Este primeiro contato pode fazer a diferença na hora de fechar uma venda.

13. Lidere: mostre-se disponível e tome decisões pelo negócio. Isso ajuda a inspirar e engajar os funcionários.

14. Livre-se de maus hábitos financeiros: separe as suas contas pessoais das da empresa. Livrar-se de maus hábitos nas finanças da empresa pode representar ganhos no final do mês.

15. Estude: faça uma lista do que pode ser melhorado na sua empresa e busque histórias em livros e palestras online de quem já superou situação parecida para se inspirar.

16. Venda mais: entenda seu cliente, organize o processo de vendas e avalie se é possível ampliar o seu mercado. Aumentar as vendas é uma das formas de melhorar os resultados da empresa.

17. Aprimore a gestão: faça um planejamento estratégico da sua empresa e administre-a melhor. Promova melhorias contínuas para conseguir alavancar seu negócio.

18. Busque um investidor: Se o crescimento da sua empresa depende de conhecimento e capital, uma das melhores alternativas é procurar um investidor-anjo. Comece a fazer contatos e apresentar seu projeto para encontrar essa pessoa.

19. Cause uma boa primeira impressão: Vista-se adequadamente para cada ocasião e tenha sempre uma peça de roupa guardada para emergências, como uma reunião inesperada. Afinal, causar uma boa impressão depende também da aparência.

20. Trace uma estratégia de marketing: faça um plano estratégico, colocando no papel o caminho que se pretende percorrer para atingir os objetivos do negócio. Dedique algum tempo a elaborar este documento.

21. Recompense seus vendedores: é uma forma de manter a equipe motivada. Elogios, folgas e presentes são formas de reconhecer o bom trabalho na sua pequena empresa.

22. Faça um checkup nas finanças: organize as contas, elimine gastos desnecessários e faça uma limpeza nas finanças do seu negócio. Assim, é possível verificar a real situação da empresa e até fazer investimentos.

23. Inspire-se em bons exemplos: os acertos de outros empreendedores podem ser a ajuda que faltava para o seu negócio. Inspire-se neles.

24. Negocie melhor: aprender a negociar ajuda a tomar decisões seguras, desde uma reunião com fornecedores até a contratação de novos funcionários. Planeje-se para a negociação e conheça o interlocutor.

25. Crie uma campanha no Facebook: pense numa campanha que ajude a aumentar a atuação do negócio na rede. O Facebook é responsável por trazer boa parte dos consumidores online das empresas. Seja criativo.

26. Construa valores: tenha sempre ética e meritocracia. Pois são valores que a sua empresa deve ter para conseguir se desenvolver e ser sustentável.

27. Conheça suas dívidas: o maior problema é aplicar mal o dinheiro do negócio. Faça uma análise das dívidas e um plano para pagamento.

28. Aprenda a lidar com todo tipo de cliente: saber lidar desde o cliente simpático ao indeciso, ajuda a melhorar as taxas de conversão das vendas. Estude o cliente e entenda suas necessidades antes de propor um negócio.

29. Tenha planilhas de controle: monitore o fluxo de caixa e as contas mensais para não perder o controle.

30. Não desanime: manter o ânimo é importante para que o negócio sobreviva e tenha sucesso.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/30-dicas-para-dar-uma-guinada-no-seu-negocio-em-1-mes

Redes sociais no treinamento corporativo: pontos positivos e negativos

Ricardo Devai, diretor da Élogos Brasil - empresa especializada em treinamento de colaboradores e reconhecida por aplicar metodologias inovadoras no processo de ensino-aprendizagem, afirma que atualmente as redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn fazem parte da rotina da maioria das pessoas. E por meio delas é possível entender a nova geração de trabalhadores. Segundo IBOPE, somos cerca de 100 milhões de brasileiros conectados, e destes, 90,8% acessam as redes sociais, de acordo com os dados da comScore. Cada vez mais nos comunicamos por mensagens, contamos fatos importantes de nossas vidas no Facebook e comentamos os grandes acontecimentos em tweets. Essa nova ferramenta de comunicação tem pontos positivos e negativos. Da mesma forma que as novas mídias permitiram que mais pessoas criassem conteúdo e emitissem suas opiniões – o que caracteriza uma comunicação de “muitos para muitos” - elas também podem ser responsabilizadas por diminuir o contato “olho no olho” entre as pessoas e deixar nossos jovens mais impacientes.

No mundo corporativo, mais do que uma ferramenta de marketing, as redes sociais servem também como meio de comunicação com clientes e colaboradores. No campo da educação corporativa, o uso das mídias sociais em treinamentos ainda aparece de forma tímida. Algumas chegam a criar redes próprias que possibilitam que os funcionários troquem experiências, encaminhem perguntas e comentem suas expectativas em relação aos treinamentos e seu trabalho. A maioria funciona como um grande fórum corporativo, nos quais alguém publica uma dúvida e recebe diversas respostas. Outras empresas têm optado por utilizar o próprio Twitter como ferramenta de comunicação, onde os responsáveis avisam sobre atualizações de softwares, novos documentos disponibilizados para as equipes, os próximos treinamentos on-line. Outras utilizam grupos fechados do Facebook ou do LinkedIn. Através das redes sociais podemos, de certa forma, entender o novo trabalhador. Características como a impaciência, a falta de habilidade para a comunicação verbal e até a dificuldade de concentração refletem perfeitamente o que acontece nas redes.

Em relação ao uso dessas ferramentas em treinamentos corporativos é possível fazer uma relação entre os pontos positivos e negativos. Em uma avaliação otimista, podemos citar que as redes sociais incentivam as pessoas a manterem redes de contatos, possibilita o domínio das novas tecnologias e motivam a criação pessoal. Já um olhar mais pessimista pode ponderar que as pessoas nem sempre sabem lidar com a grande oferta de informações que temos hoje. Além disso, qualquer excesso pode ser arriscado: alguns internautas passam horas a fio conectados, o que diminui consideravelmente o contato físico e pode prejudicar a capacidade de comunicação das pessoas. A multifuncionalidade dos jovens de hoje também tem dois lados: é bom para conseguir resolver diversos problemas ao mesmo tempo, mas pode levar a uma falta de foco e prejudicar a concentração.

Quem trabalha com relacionamento ao cliente provavelmente já desenvolveu alguma estratégia baseada em redes sociais. Os especialistas na área são categóricos ao afirmar que as redes sozinhas não vendem, mas que é importante estar presente já que seu cliente também está lá. O ideal é ter sempre um site, um ponto de apoio ou uma campanha em outras mídias que sirva de suporte. Tudo isto demanda algum tipo de investimento, cujo retorno pode ser calculado de diferentes maneiras.

“Da mesma forma funciona o uso das redes nos treinamentos corporativos: é efetivo, mas só funciona quando utilizado em conjunto com outras ações. Elas são uma ótima ferramenta de endomarketing, principalmente para saber o que os colaboradores estão esperando dos treinamentos, reforçar dados e manter o contato com a equipe de trabalho”, afirma Devai. “Muitos treinadores ainda subestimam as possibilidades que o uso correto das redes sociais pode trazer para os treinamentos corporativos. Mas eu defendo esta prática pois o novo é sempre muito atrativo ao ser humano”, complementa. “A informalidade presente nesta ferramenta atrai os colaboradores, que já estão saturados de manuais e conteúdos acadêmicos cansativos. Dentre os benefícios que as redes podem incorporar aos treinamentos também podemos citar que as redes estimulam a produção de conhecimento coletivo e dão agilidade às novas informações. Mais do que apenas sentar em uma carteira e ouvir o que o treinador tem a dizer, os alunos ficam muito mais envolvidos quando são capazes de também pesquisar e criar novos conhecimentos. O fluxo de ideias aumenta e a participação passa a ser algo divertido.

Outro ponto que considero extremamente positivo é o fato da rede permitir que pessoas mais conhecidas, referências em determinado assunto ou com mais experiência em alguma função, compartilhem seu conhecimento com todos. Isso elimina possíveis desconfortos que podem acontecer quando funcionários de hierarquias diferentes entram em contato. Na rede todos podem conversar como se estivessem lado a lado. A combinação de um conhecimento mais estruturado com as trocas informais entre os colaboradores facilita o aprendizado, pois combina a teoria com a prática de quem realmente faz acontecer e está imerso no dia a dia da empresa.

Buscar novas formas de treinar equipes é essencial. Hoje vivemos numa comunidade com excesso de informação. Antes apenas algumas pessoas eram capazes de criar seu próprio conteúdo. Hoje, qualquer pessoa com um mínimo conhecimento em informática consegue postar conteúdos que considere relevante. Estamos na sociedade do conhecimento coletivo, compartilhado. Isso é excelente por permitir que cada vez mais usuários tenham acesso a informações antes restritas para poucos, mas ao mesmo tempo exige uma criticidade maior do seu leitor, pois nem sempre as fontes são confiáveis. As empresas já começaram a entender a importância de ter colaboradores com iniciativa e pleno conhecimento da sua função e da cultura da empresa. Para isso, o RH precisa estar atento ao que aparece de novo na área, às demandas de cada setor e, principalmente, ao que sente o colaborador e o cliente. Estes dois são os verdadeiros protagonistas da revolução que a era da informação trouxe para as empresas”, finaliza Ricardo.

http://www.segs.com.br/so-seguros/147621-e-interessante-usar-redes-sociais-em-treinamentos-corporativos.html

Livro aborda Empreendedorismo para Visionários

José Dornelas, especialista em empreendedorismo e autor de vários livros, acaba de lançar a obra Empreendedorismo para Visionários. No livro ele sugere que os empreendedores deem um passo além do confortável. Pois afirma que tem muita gente ainda que acredita que ser empreendedor é apenas abrir a própria empresa. Para o autor, em uma era de mudanças e transformações, empreender já não é a mesma coisa de alguns anos atrás. A principal diferença é a quantidade de informação que as pessoas recebem diariamente. “Qualquer pessoa pode empreender. Não existe fórmula mágica para empreender com sucesso”, diz. Mas é preciso arriscar mais para criar um país de visionários, segundo ele.

Sua dica é ouvir as experiências de quem já passou por isso e ensinar algo aos que estão começando. Passo a passo, Dornelas explora no livro os principais aspectos do empreendedorismo, desde os tipos de empreendedores até os motivos que levam a começar o próprio negócio. Uma boa ideia, um convite, a busca por autonomia e até uma missão de vida podem levar as pessoas a começarem uma pequena empresa.

O autor, nesse livro, explora ainda o plano de negócio. “O plano de negócios é considerado uma ferramenta de gestão do empreendedor, pois o auxilia a tomar decisões”, conta. Com diversos exemplos e metodologia didática, Dornelas apresenta as informações essenciais para quem está começando um planejamento.

Nos últimos capítulos são apresentadas atividades para desenvolver o empreendedorismo. Além de informações sobre formas de financiamento e apoio, o especialista aborda os principais desafios de ser empreendedor. “Há um ditado americano que diz: ‘É melhor pensar grande que pequeno’. De fato, ousar pode ser o caminho mais acertado, mas não é fácil ousar sem preparo. Não basta coragem e vontade de fazer acontecer. O empreendedor ousado precisa conhecer muito bem o chão que pisa e ter um diferencial considerável”, afirma.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-ser-um-empreendedor-mais-visionario

Endomarketing para melhorar o relacionamento entre empresa e funcionário

Ser bem atendido por funcionários capacitados e treinados é o que todo cliente deseja, mas nem sempre isso acontece. O fato é que as empresas sempre tiveram problemas desse tipo, e mesmo com o passar do tempo não conseguiram eliminá-los. Nesse cenário o endomarketing surge como uma solução para esses problemas que persistem e prejudicam as empresas.

Numa organização, é essencial que todos saibam seus objetivos, estratégias, metas e formas de atuação, pois só assim é possível entender e atender os clientes externos de forma mais coerente e eficaz, reduzindo custos, tempo e viabilizando o surgimento de um relacionamento interpessoal mais harmônico, no qual todos compartilham dos mesmos anseios. Assim, é possível tornar o colaborador comprometido com os valores da empresa, o que significa trabalhar com a verdade e a transparência em todas as ações empreendidas.

Quando uma empresa adota o endomarketing, os ganhos de produtividade são evidentes. A comunicação se torna(faltou alguma palavra), os colaboradores têm mais iniciativa expondo suas ideias, os níveis hierárquicos ficam simplificados gerando uma sinergia entre os departamentos.

A implantação do endomarketing numa empresa requer empenho de todos na organização: diretores, gerentes e operários. Seu início é por uma avaliação SWOT, ou FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) para conhecer os pontos fortes e fracos da empresa do ponto de vista de seu ambiente interno e de sua cultura organizacional.

Essa ação estratégica dá aos funcionários a noção da importância de um serviço orientado para atender os clientes. Também os ajuda a melhorar a capacidade de responder qualquer dúvida que surja dentro da organização, assumir responsabilidades e ter iniciativa. Afinal, uma informação errada dada ao cliente externo ou uma imagem negativa pode comprometer todo o desenvolvimento de um projeto. Isso significa tornar o colaborador um aliado, fomentando a ideia de que seu sucesso está ligado ao sucesso da empresa.

Com um programa de endomarketing a informação chega sem ruídos e com maior entrosamento, facilitando o entendimento entre os setores e tornando possível iniciar uma nova cultura gerando aos poucos uma melhoria no clima organizacional. O certo é que não há mágica, e sim muito trabalho estratégico e planejamento, mas os resultados podem ser muito compensadores, pois as empresas estão preocupadas em valorizar o relacionamento e desenvolvimento das pessoas beneficiando a comunidade tendo como consequência a fidelidade dos clientes pelos serviços prestados.

Quando o clima organizacional é bom, os negócios acontecem naturalmente, e quando o conhecimento e as informações são comuns a todos na empresa, a prestação de serviços é mais eficiente. Afinal, funcionários satisfeitos com as condições de trabalho e com os próprios produtos, farão uma propaganda cada vez mais positiva da empresa. Pense nisso!

http://administradores.com.br/artigos/marketing/endomarketing-uma-nova-solucao-para-velhos-problemas-organizacionais/75640/

Aplicativos para ajudar no controle financeiro

Quando se trata de controlar o dinheiro, toda ajuda é bem-vinda. O seu smartphone e/ou tablet podem ser seus aliados na hora de gerenciar a sua vida financeira. Há vários aplicativos, gratuitos ou pagos, para os principais sistemas operacionais de dispositivos móveis - Android, IOS, Windows Phone e BlackBerry 10 - que podem dar uma boa ajuda na hora de administrar as finanças. Confira a seguir dez sugestões de apps:

1) InvestCalc (iOS, US$ 0,99) – Informa quanto você precisa aplicar por mês para se aposentar ganhando o que você deseja ou para viver de renda. Calcula ainda juros e indica os melhores tipos de financiamento de imóveis e gera relatórios detalhados de todas as operações.

2) Juro Certo (WP, grátis) – Converte facilmente taxas de juros anuais para mensais ou vice-versa, com precisão de quatro casas decimais, e calcula parcelas mostrando a diferença de valores do bem à vista ou pago em prestações. Ele mostra ainda se a taxa de juros de um determinado financiamento é realmente a anunciada, entrando com o valor das parcelas, valor financiado e número de prestações a pagar.

3) Cigam (iOS e Android, grátis) – Faz a leitura dos códigos de barras de boletos através da câmera do smartphone. Permite armazenar vários códigos, para que você pague suas contas quando desejar, com a opção de exportar os códigos e lhe notificar das datas de vencimento. O aplicativo gera gráficos coloridos das suas despesas futuras por semana, mês ou ano.

4) Meus cartões (iOS, US$ 1,99) – Gerencia os seus cartões de crédito. Cadastre-os e lance as compras (inclusive parceladas). Ele controle seus limites disponíveis, parcelamentos e datas de vencimento. Ordene as faturas por nome das despesas, data ou valor das compras. O app tem a opção de integrar-se com o Foursquare, para facilitar o registro de locais das compras.

5) Toshl (iOS, WP Android e BlackBerry, grátis) – Analisa receitas e despesas e dá dicas de orçamento. Consolida todas as suas contas em um balanço, compara o real com o planejado e apresenta dicas sobre manter o ritmo financeiro ou segurar as despesas, indicando quanto você tem para gastar. Dá para criar um login para mexer em suas contas de qualquer dispositivo.

6) Juros Fácil (Android, grátis) – Permite calcular: prestação de um empréstimo com os juros mensais e anuais e o CET (custo efetivo total, com e sem IOF); prestação mensal e saldo devedor de financiamento imobiliário, nas tabelas SAC, Sacre e Price; CET de financiamentos; variáveis de empréstimo de antecipação de 13º salário; juros do cartão de crédito. Tudo pode ser compartilhado por SMS ou por e-mail.

7) Money Wallet (WP, grátis) – Ele faz listas das suas contas de diferentes tipos (dinheiro, conta bancária, cartão de crédito, etc) com ícones customizáveis, gera listas de transações a pagar e a receber, suporta alertas para lembrar de transações agendadas e gera gráficos com orçamentos semanais, mensais e anuais. O app tem ainda calculadora de crédito e empréstimos e se integra a serviços na nuvem para backup dos dados.

8) Yupee (iOS e Android, grátis) – Gerencie seu orçamento mensal em "tempo real" com o lançamento de suas verbas e despesas. Crie uma conta (criptografada) e o app criará uma lista financeira personalizada com gráficos coloridos, lançando alertas sobre datas de vencimento por e-mail ou SMS. Dá também para registrar seus objetivos e saber quanto você ainda tem de investir para alcançá-los.

9) Smart Coin (iOS, US$ 0,99) – Lista 175 moedas e traz as cotações atualizadas minuto a minuto, sem deixar de lado o suporte para lançamentos manuais. Calcula simultaneamente até quatro conversões e gera gráficos de taxas de câmbio em vários formatos. Dá também para salvar uma lista de moedas favoritas e traz uma calculadora embutida - o usuário define a precisão das casas decimais nas contas.

10) Cadê meu banco? (iOS e Android, grátis) – Localiza caixas eletrônicos, agências bancárias e casas lotéricas mais próximos. Ordena, ainda, o resultado das buscas por distância e apresenta rotas no Google Maps até os locais desejados. Na tela inicial, o aplicativo traz atalho para as principais instituições financeiras. Tem 85 mil locais cadastrados em todo o País.

http://fotos.estadao.com.br/apps-ajudam-a-gerenciar-o-seu-dinheiro-aplicativos-financeiros-que-fazem-de-calculos-de-juros-a-controle-do-orcamento-veja-dez-opcoes,galeria,8969,224889,,,0.htm?pPosicaoFoto=3#carousel

Levantamento da Visa Global Travel Intentions Study aponta comportamento dos turistas

Um estudo realizado pelo Visa Global Travel Intentions Study 2013, divulgado recentemente, identificou que a expectativa de viagens a lazer continue aumentando por viajantes de mercados emergentes como Arábia Saudita, China, Brasil e Egito. O levantamento também apontou uma crescente pré-disposição para gastar no destino escolhido e o orçamento se tornou uma preocupação menor.

A pesquisa identificou que na hora de definir o destino da última viagem, 34% dos entrevistados foram influenciados pelo clima; 31% pelo orçamento disponível; e 29% pela cultura. Já em relação à próxima viagem, os entrevistados disseram que vão escolher o lugar pelas atrações (31%); paisagens (31%); e cultura (30%).

Atualmente, a média de gastos mundial de um viajante a lazer é de US$ 2.390. Espera-se que este valor dê um leve salto para US$ 2.501. O levantamento mostra que os turistas da Arábia Saudita são os mais gastadores (US$ 6.666), seguido dos australianos (US$ 4.118); chineses (US$ 3.824); brasileiros (US$ 2.956); e sul-africanos (US$ 2.888). Os brasileiros pensam em aumentar seus gastos nas viagens em 52%, os chineses (18%) e os australianos (9%). As cinco nacionalidades que menos gastam em viagens a lazer: Indonésia (US$ 1.198); Malásia (US$ 1.145); Hong Kong (US$ 1.290); Reino Unido (US$ 1.297); e Tailândia (US$ 1.304). Na próxima viagem, estes turistas esperam gastar um pouco mais: indonésios, 25%; malaio, 31%; chineses de Hong Kong, 94%; britânicos, 93%; e tailandeses, 92%.

O estudo apresenta ainda que os turistas de economias desenvolvidas são os que mais viajam. Nos últimos dois anos, fizeram uma média de três viagens a lazer. É o caso dos europeus, que normalmente viajam pelo menos uma vez ao ano. Os destinos mais visitados por eles são os Estados Unidos, seguido do Reino Unido e França. No entanto, a maioria das viagens é realizada regionalmente. Também está em ascensão as viagens para países asiáticos: China, Hong Kong, Singapura e Tailândia.

Os três principais destinos mais visitados de acordo com continente de origem dos turistas entrevistados:

Na Europa: Espanha (27%); Itália (19%); e USA (17%).
Nas Américas: USA (38%); Reino Unido (16%); e França (14%).
Na Ásia: China (21%); Singapura (20%); e Hong Kong (20%).
Na África e Oriente Médio: Egito (17%); Turquia (16%); e França (12%).

O estudo da Visa também identificou quais destinos os entrevistados pretendem visitar na próxima viagem. Os três mais votados são USA (10%); Japão (5%); e Reino Unido (5%). Também mapeou esta intenção segundo o continente de origem do entrevistado: - Ásia: Japão (11%); USA (7%); Austrália (7%). - Europa: Espanha (10%); USA (9%)/ e Itália (7%). - Américas: USA (24%); Reino Unido (19%); Itália (19h%). - África e Oriente Médio: Espanha (14%); Egito (6%); e França (6%).

A respeito do comportamento dos viajantes o levantamento mostra que as pessoas não gostam de viajar sozinhas: 80% declararam que preferem viajar acompanhado da família ou amigos. A maioria daqueles que vão viajar pela primeira vez preferem ir acompanhados de amigos. O principal meio de transporte usado é o avião. Grande parte das viagens dura menos de quatro horas. As pessoas dos EUA e da Austrália são as mais propensas a fazer viagens de longa distância, enquanto que os asiáticos são os mais propensos a fazer viagens de curto prazo. A maioria daqueles que vão viajar pela primeira vez são mais propensos a fazer viagens de curta distância. Os hotéis de luxo de quatro estrelas ou mais são os alojamentos preferidos para a maioria dos viajantes. A pesquisa ainda apontou que viajar não é uma decisão impulsiva para a maioria dos viajantes. Globalmente, demora-se uma média de 11 dias para planejar uma viagem. A maior parte dos turistas usa a Internet para pesquisar sobre opiniões/avaliações do destino, voos baratos e alojamentos e também para fazer reservas. Durante a viagem, os turistas ainda usam a Internet para se informar, mas tornam-se mais importantes outras fontes de informação. No entanto, os viajantes se mantêm conectados ao mundo digital: a maioria não sai de casa sem pelo menos um smartphone ou laptop. Ao retornar, mais de um terço dos viajantes publicam suas fotos de férias nas redes sociais. Os turistas dos mercados emergentes (79%) gostam de compartilhar dados sobre a viagem. Os asiáticos tanto postam as fotos nas redes, quanto encaminham para os amigos/familiares via email.

Em relação à organização da viagem, enquanto 70% dos viajantes reservam suas viagens de forma independente, a necessidade de agentes de viagens ainda existe, especialmente em mercados emergentes, onde as pessoas estão mais dispostas a pagar para terceiros planejarem suas viagens. Não se importariam em contratar uma agência para organizar a viagem 38% dos turistas mundiais; 35% dos asiáticos; 55% dos africanos e das pessoas do Oriente Médio; e 29% dos europeus. Também estão mais propensos a contratar agentes de viagem, pessoas interessadas em visitar países do Oriente Médio, como Egito, Turquia e Arábia Saudita. Mundialmente, 30% dos turistas viajam por meio de pacotes. Quando avaliada a origem dos turistas, observa-se que 35% dos asiáticos contratam pacotes ou guias de turismo; 29% dos africanos e as pessoas do Oriente Médio; e 25% dos europeus.
Quanto à duração da viagem, a média mundial é de 10 noites no destino. Quando avaliada a origem dos turistas, observa-se que os asiáticos ficam uma média de 7 noites; os africanos e as pessoas do Oriente Médio permanecem 15; e os europeus ficam 11.

Sobre a forma de pagamento, o levantamento identificou que a escolha do método muda de acordo com cada etapa da viagem. Os cartões são os mais usados para fazer reservas e o dinheiro é mais usado no destino durante a viagem. Em geral, os turistas gastam em compras, restaurantes e turismo, e a maioria destas atividades é paga em dinheiro. De todas as opções de cartão de pagamento disponíveis, os cartões de crédito são os mais usados, e é provável que sua popularidade continue a crescer. A Ásia e os EUA têm a maior penetração de cartão de crédito. Na Europa, os cartões de débito são tão utilizados quanto os de crédito. Já na região da África e Oriente Médio, os cartões de crédito não são tão utilizados.

Abaixo, está detalhado como os turistas de todo o mundo realizam seus gastos durante a viagem:
- Compras (30%)
17% em médias e grandes lojas
13% em pequenas lojas
- Turismo e entretenimento (21%)
7% entretenimento e nightlife
6% entradas para atrações turísticas
2% beleza e cuidados pessoais
- Restaurantes (24%)
12% pequenos restaurantes locais/jantar de família/lugares mais baratos
7% restaurantes de alto padrão
6% fast food/lanchonetes
- Acomodação (9%)
- Transporte local (7%)

http://www.sebrae2014.com.br/Sebrae2014/Entre-j%C3%A1-em-campo/Pesquisa-da-Visa-identifica-o-comportamento-dos-turistas#.UvjS-GJdWmN

Pequenas empresas e MEIS podem ter seguro contra perda patrimonial

Os empresários têm cada vez mais oportunidade para proteger suas empresas contra perdas patrimoniais. Com coberturas cada vez mais específicas para os pequenos negócios, os seguros começam a entrar na gestão desses empreendedores. Segundo Neival Freitas, diretor-executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o volume de prêmios de seguros empresariais foi de R$ 1,83 bilhão de janeiro a novembro de 2013, superior ao montante de R$ 1,58 bilhão de igual período de 2012. “As pequenas empresas já respondem por 60% do total de contratações do seguro compreensivo empresarial. Até novembro de 2013, o incremento foi de 15,9% em relação ao mesmo período de 2012. Atualmente, há mais de 30 seguradoras com produtos para esse segmento de empresas, cada vez mais diferenciados e que atendem nichos específicos”, conta o diretor. Isso começa a incluir os microempreendedores Individuais (MEIs).
Antes de tudo é preciso pensar nos riscos aos quais o estabelecimento está sujeito e fazer um diagnóstico do que pode ser um prejuízo severo para a empresa. O produto mais contratado é o que protege contra incêndio, raio e explosão. São riscos que podem causar grandes prejuízos, porém são de baixa frequência e, portanto, de custo mais acessível para pequenos empresários. O segundo tipo de seguro bastante procurado é o que protege contra prejuízos causados por danos elétricos e o terceiro, contra roubo.
O superintendente de Property e Energy Lines da Zurich Seguros, Fábio Tulmann, tem a percepção no seu dia a dia que os empresários de pequeno e médio porte estão cada vez mais conscientes e buscando proteção. O segmento já representa 30% da carteira total da seguradora, que assume riscos de até R$ 100 milhões de empresas, sem delimitar por tamanho (pequena, média ou grande). Além do seguro tradicional contra incêndio, explosão, raio e vendaval, a seguradora oferece produtos que cobrem tumultos, danos elétricos e roubo. “Oferecemos uma consultoria ao empresário para que possa definir entre um seguro ou outro e uma cobertura ou outra. Não temos produtos prontos e atendemos caso a caso”, completa. As seguradoras apostam nas vendas de novas coberturas para as empresas pequenas e médias. Segundo Freitas, da FenSeg, uma cobertura que tem potencial para atrair empresários é a que protege contra danos a terceiros. “É uma modalidade que tende a crescer porque a Justiça brasileira começa a atuar mais rapidamente na busca da responsabilidade de quem provocou o dano. Além disso, as pessoas se conscientizaram e acessam mais os órgãos de defesa do consumidor e a própria Justiça em busca dos seus direitos”, afirma Freitas.
O superintendente de Seguros Tradicionais do Grupo Segurador BB e Mapfre, Danilo Silveira, diz que houve um crescimento de 20% na procura pelo seguro que reúne coberturas contra greves, tumultos e atos dolosos, em parte por causa das manifestações que tomaram as ruas no ano passado. “Uma cobertura que é importante e pouco contratada pelas empresas é a de lucro cessante, no qual o empresário é indenizado caso sofra um dano material e tenha de parar suas atividades por um tempo, ficando sem geração de receita. Mas não é do dia para a noite. Há um período de quatro dias de franquia”, afirma. Outra cobertura cujo preço depende muito da região e da frequência de ocorrência é a de alagamentos.
Outro dado importante, dirigido a um público específico, é o que vem sendo trabalhado pelo Grupo BB e Mapfre: um seguro voltado para microempreendedores individuais (MEIs), que trabalham no local onde moram. Assim, o produto tem coberturas tanto para a residência quanto para a atividade empresarial. O público são manicures, cabeleireiras, donos de oficinas mecânicas, sapatarias e demais estabelecimentos que dividem o endereço comercial com o residencial. “Na contratação, o empreendedor não precisa fazer a declaração de bens para itens de até R$ 800 nos casos de roubo e nem ter inscrição no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), já que o contrato é realizado no nome da pessoa física”, completa. Silveira diz que o valor desse seguro depende do ramo de atividade, das coberturas escolhidas e das medidas de segurança que o empreendedor adota no imóvel. De forma geral, a empresa assegura itens que totalizam o valor de até R$ 15 milhões para pequenas e médias empresas.
Segundo Freitas, boa parte do sucesso do seguro entre os pequenos e médios empresários, tem sido a assistência 24 horas, que cobre a necessidade de reparos imediatos e emergenciais. “É um valor agregado ao seguro. A empresa pequena não tem estrutura para atender os pequenos reparos necessários no dia a dia com agilidade, situação parecida com a do cliente residencial. Para o empreendedor não compensa ter um profissional só para isso. Por isso, todos os seguros oferecem”, afirma o diretor da FenSeg. Tulmann, da Zurich, diz que a assistência 24 horas é um serviço agregado importante e faz parte de seguros com riscos avaliados em até R$ 12 milhões. Silveira, da BB e Mapfre, diz que os serviços da assistência 24 horas acabam sendo mais acessados pelos empresários de pequenas e médias empresas do que o próprio seguro. “A pequena empresa gosta do serviço. Oferecemos chaveiro, vidraceiro, instalação de aparelhos, consertos de eletrodomésticos”, diz.
Pense em proteger o seu patrimônio!

http://www.segs.com.br/so-seguros/148054-grandes-seguros-para-pequenas-empresas.html

Fatores que levam uma empresa ao sucesso

Empresário, já parou para pensar como sua empresa vai estar em janeiro de 2015? Um sucesso absoluto ou com todas as contas no vermelho? O começo do ano é o período ideal para colocar a casa em ordem. Vinícius de Carvalho, business coach da ActionCOACH - líder mundial em business coaching para pequenas e médias empresas diz que apesar de não conseguir prever o futuro, existem alguns sinais que mostram se uma empresa está indo bem ou não. Ele afirma que o sucesso de uma organização não deve ser medido apenas pela lucratividade, é preciso observar também aspectos como satisfação do cliente, indicadores de vendas, marketing, colaboradores, etc. Toda empresa – grande ou pequena – depende de uma série de fatores que, quando bem executados, podem levar ao sucesso. Vamos a elas.

• Relação com o cliente: conseguir os clientes certos faz toda a diferença. Um cliente satisfeito volta para realizar uma nova compra e ainda indica sua empresa para familiares e amigos. Procure o equilíbrio entre a filosofia da empresa e o atendimento ao consumidor. Um cliente satisfeito é a melhor propaganda que se pode ter.
• Plano de marketing: desenvolver ações frequentes é importante para aumentar o número de clientes, mas mais importante ainda é que seus funcionários atuem como verdadeiros representantes da marca.
• Vendas: toda empresa precisa ser lucrativa, por isso a equipe de vendas deve sempre trabalhar em conjunto com a de produção, pois seus trabalhos são totalmente interligados. Garanta um bom clima organizacional entre os dois setores e aproveite também para monitorar todos os dados de vendas e produção da empresa. Estar bem informado agiliza a tomada de decisão quando alguma emergência acontece.
• Colaboradores: ter uma equipe confiável, que não dá desculpas desnecessárias e que vê na mudança uma oportunidade para seu crescimento profissional é a chave para uma empresa lucrativa e que funcione harmoniosamente.
• Plano de negócios: contribui significativamente para bons índices empresariais. O ideal é ter um plano por escrito, com os objetivos estratégicos detalhados de forma clara. Teste sempre seu plano e o atualize quando necessário (a cada três meses).
• Avaliação da gestão: um bom gestor tem uma visão clara e detalhada de para onde sua empresa está caminhando, mas não vira “escravo” do seu negócio. Aprenda a delegar funções e confie no trabalho de seus funcionários. Encoraje sua equipe a apresentar soluções e a ter metas para sua própria carreira. Isso faz com que o colaborador fique mais motivado e, consequentemente, atue de forma mais proativa. Isso é bom para o colaborador e melhor ainda para a empresa.

O sucesso de uma empresa vai além dos itens acima apontados - como fluxo de caixa e conhecimento do mercado. Cada empresa é única e o ideal é investir em um diagnóstico personalizado para conhecer em profundidade qual o grau de maturidade do seu negócio. Afinal, não existe uma fórmula pronta para uma empresa de sucesso.

http://www.segs.com.br/so-seguros/147277-entenda-os-sinais-de-sua-empresa.html

Separe o que é urgente do que é importante no dia a dia dos negócios

Ana Fontes, especialista em empreendedorismo feminino, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e do NATHEIA, dá dicas de como aprender a separar o que é urgente do que é importante no dia a dia dos negócios. Apesar de parecer bem simples, essa tarefa requer alguma habilidade. Ela afirma que urgentes são aquelas coisas que consomem quase 99% do seu dia, e que apesar de serem “urgentes”, não significam a sustentabilidade do seu negócio. Já o que é importante são aquelas coisas que podem significar o sucesso ou fracasso do seu negócio.

As mulheres possuem uma vocação imensa para cuidar de tudo e de todos nos mínimos detalhes e saber de tudo que ocorre na empresa. Acreditam também que fazem melhor as tarefas do que as outras pessoas, porém senão aprenderem a aceitar que nem tudo pode ser exatamente do jeito que querem, as chances de sucesso diminuem significativamente. Então, é preciso delegar, confiar e acompanhar. Veja como:

1. Esteja pelo menos uma vez a cada 15 dias em eventos de networking, além de ajudar nos seus relacionamentos comerciais, ajuda em conhecimento.
2. Dê autonomia à sua equipe, certamente eles vão errar algumas vezes, mas oriente e capacite para que sua empresa possa andar mesmo sem você.
3. Cobre objetivos e resultados e não horário e presença de seus funcionários.
4. Selecione bem os funcionários, invista tempo nisto.
5. Treine alguém com as competências necessárias para substituí-la para que você possa se dedicar a outras tarefas.
6. Pelo menos uma vez por semana, olhe os indicadores da sua empresa, isto é o papel de um gestor: caixa, faturamento, lucro, clientes, satisfação são fundamentais.

Cuidado para não ser a funcionária da sua empresa que chega mais cedo, sai mais tarde, faz tudo, mas não cuida da gestão e do futuro do seu negócio.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-dicas-para-separar-as-tarefas-urgentes-das-importantes

O que revela o livro de Clayton Christensen: O Dilema da Inovação: quando as novas tecnologias levam empresas ao fracasso

É comum ouvir atualmente que a inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. Curiosamente, o professor da Harvard Clayton Christensen eleito o maior guru de negócios do mundo, escreveu o livro O Dilema da Inovação: quando as novas tecnologias levam empresas ao fracasso. Clayton Christensen resumiu o livro que foi considerado um dos 10 mais influentes de toda a história da Administração, para explicar a ideia central da obra.
O autor apresenta no livro os principais riscos que as empresas enfrentam ao atender exclusivamente as necessidades de seus atuais clientes, e também o real motivo que leva as grandes companhias pagarem quantias astronômicas em aquisições de novas startups.
O Dilema da Inovação revela que mesmo empresas bem administradas, que ouvem seus clientes e investem agressivamente em novas tecnologias, também podem fracassar e quebrar. Ao contrário do mito popular, certas empresas, líderes em seus setores, fracassam porque ficam tão presas aos seus clientes atuais, que passaram a prestar atenção exclusivamente neles, deixando de descobrir novos mercados e de prestar atenção na ameaça de novos concorrentes.
A Inovação de ruptura é aquela que transforma um produto que historicamente era tão caro e complexo, que só uma pequena parte da população podia ter e usar, em algo que é tão acessível e simples que uma parcela bem maior da população agora pode ter e usar. Para ficar mais claro, o autor assim define as características dos produtos de ruptura:
1 – São mais simples e mais baratos;
2 – Geralmente prometem margens menores de lucro;
3 – São comercializados primeiro em mercados emergentes ou insignificantes;
O livro apresenta exemplos de empresas que viram seus mercados sucumbirem diante de novas entrantes que criaram produtos de Ruptura. Tais empresas, apoiadas em pesquisas feitas com seus atuais clientes, ficaram cegas às novas oportunidades de mercado e viram surgir outras empresas que abocanharam sua fatia de clientes esquecidos. A miopia caracterizada por atender exclusivamente as necessidades de seus clientes atuais, juntamente com o receio da prática de canibalismo nas vendas dos produtos existentes, são frequentemente citadas como as principais razões pelas quais as empresas estabelecidas demoram na introdução de novas tecnologias.

Mas descobrir mercados para tecnologias emergentes envolve inerentemente o fracasso, e a maioria dos tomadores de decisões acha muito difícil arriscar-se apoiando um projeto que poderia fracassar. E na maior parte das empresas, os gerentes acreditam que não podem fracassar. Se eles defendem um projeto que fracassa, isso constituirá uma grande mancha em seu currículo, bloqueando sua ascensão na organização. Então a incapacidade ou o medo dos gerentes em colocar suas carreiras em risco agem como poderosos impedimentos ao movimento de empresas estabelecidas para o interior desses novos mercados. Dessa forma, os gerentes preferem investir em algo só depois que alguém provou ser lucrativo e tendem a apoiar os projetos para os quais a demanda do mercado parece mais segura.

Conclusão

Nem sempre o slogan popular “fique perto de seus clientes” parece ser um conselho sadio. Trabalhar duro, ser mais inteligente, investir mais agressivamente e ouvir com mais perspicácia seus clientes são todas soluções aos problemas apresentados pelas novas tecnologias incrementais. Mas esses paradigmas de administração segura revelam-se inúteis – e até contraproducentes, em muitos exemplos – ao lidar com a tecnologia de ruptura. Profissionais de negócios têm sido treinados nas Universidades na importante arte de ouvir seus clientes, mas poucos têm qualquer treinamento teórico ou prático em como descobrir mercados que não existem ainda.
Os produtos aparentemente inúteis aos nossos clientes atuais podem ser direcionados às suas necessidades futuras. Portanto, cuidado ao se preocupar em apenas melhorar o desempenho de seus produtos para atender às necessidades dos seus clientes atuais, pois quando você menos esperar, um novo entrante poderá fazer algo que a sua empresa simplesmente não via sentido em fazer.

http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/o-dilema-da-inovacao/75094/

Estudo sobre Turismo da Experiência apontam diferentes interpretações da oferta e da demanda

Estudo sobre Turismo da Experiência apontam diferentes interpretações da oferta e da demanda
O SEBRAE divulgou o relatório final do Estudo Nacional do Turismo da Experiência e Sua Oferta. Tal estudo trata do mercado atual, onde o consumidor tem maior poder de compra e exige mais qualidade e as empresas devem se preocupar em conquistar o cliente, compreendendo as suas expectativas e necessidades e se adequar para ser competitivo. Assim também é o mercado do turismo, que tem tido alto impacto na economia do país e precisa se adaptar às mudanças. A partir da mudança de valores, hábitos e comportamento da demanda, surgiram conceitos como a Economia da Experiência, com foco na adaptação dos negócios que atendam tais necessidades. No Turismo especificamente, acontece a partir da interação do turista com os serviços, produtos e pessoas de determinado lugar.
Para entender melhor esse mercado novo, o SEBRAE Nacional desenvolveu um estudo para compreender o perfil do micro e pequeno empresário e os empreendimentos que já atuam com base no conceito de Turismo de Experiência. Tal documento apresenta o resultado de um levantamento de informações primárias e secundárias e a conclusão relacionada ao perfil do empresário e do negócio inserido no mercado de Turismo de Experiência. Seguem alguns pontos da pesquisa:

- Conceito: As vantagens da categoria experiência sobre bens e serviços, segundo os autores Pine e Gilmore (1999):
• Bens são tangíveis e serviços são intangíveis, mas experiências são memoráveis.
• Bens são relacionáveis e serviços são sob demanda e logo vivenciados, mas experiências desdobram-se ao longo do tempo, estocadas na memória.
• Bens são padronizáveis e serviços são personalizáveis, mas experiências são pessoais.
• Uma experiência teria quatro domínios: entretenimento, educação, fuga (escapismo) e estética.

Na prática, Economia da Experiência aplicada ao Turismo é utilizar a criatividade, a história e/ou cultura para inovar por meio da tematização, teatralização, procurar aguçar os sentidos, ofertar surpresas, promover experiências únicas e originais. Estas iniciativas têm em vista atender a necessidade do cliente para satisfazê-lo e fidelizá-lo, renovar o ciclo do produto ou serviço, aumentar a competitividade e ampliar o lucro, pois paga-se mais caro por experiências diferenciadas.
Resumidamente, diante desse estudo, os clientes (demanda) informaram que:
• Viajar pelo Brasil é caro, apesar de reconhecerem a riqueza cultural e natural do país. Por isso, muitas vezes preferem viajar para o exterior.
• Existe um sentimento de que o turista é “enganado”. Além de exigente este é um cliente desconfiado, que pesquisa antes de usufruir de algum serviço. Então, devido aos valores altos e ser coagido para adquirir produtos ou serviços incomodam o consumidor.
• A qualidade do serviço é citada como primordial para uma boa experiência turística.
• Por último, a gastronomia é sinônimo de diferenciação do destino e satisfação dos turistas. Item que se destaca muito no momento da escolha e do consumo do destino.
O principal problema é que há um tangente descompasso entre o que pensam esses novos consumidores e as estratégias das empresas, que se revela nos dados da pesquisa do Data Popular de 2011. De acordo com o levantamento, 26% das empresas acreditam que o preço é o fator mais importante na escolha de um produto, um pensamento compartilhado por apenas 17% dos consumidores populares. Por outro lado, 44% dos entrevistados desse grupo de consumo disseram dar mais importância à qualidade do que ao preço, enquanto só 18% das empresas defenderam esse ponto de vista.

Já os empresários inseridos no Turismo de Experiência destacam como principais características do Turismo da Experiência:

1. Curiosidade
2. Capacidade de propor algo inovador
3. Conhecimento real do entorno e da demanda, não se inserir no mercado porque se tornou “moda”
4. Ser comprometido
5. Atuar com prazer
6. Atuar em rede
7. Agir com responsabilidade social, ambiental.

Com relação às características do negócio, as principais citações foram:
1. Ofertar encantamento
2. Ter um diferencial
3. Ser original
4. Trabalhar com as sensações
5. Explorar a história, cultura, mitos e lendas
6. Produzir e ofertar conhecimento
7. Haver articulação com áreas complementares, produção associada
8. Possuir qualidade no atendimento
9. Utilizar estratégias inovadoras para comercialização e divulgação.

Os resultados mencionados pelos especialistas que são percebidos nos destinos e empreendimentos que estão inseridos no mercado em questão são:
1. Fidelização do cliente
2. Aumento do faturamento
3. Satisfação pessoal do empresário
4. Aumento da competitividade.

O estudo ainda aponta inúmeros dados. Vale a pena fazer leitura completa do documento. Pense no seu negócio: que experiências o turista está levando consigo?

http://www.sebrae.com.br/setor/turismo/html-setor-hoteleiro-recebe-incentivos/estudo-nacional-do/

A inovação requer líderes criativos

Na era da inovação, os líderes criativos, que tenham visão e assumam riscos, serão os mais valorizados. John Maeda, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA), considerado pela revista "Esquire" como uma das 75 pessoas mais influentes deste século, diz que “a arte e o design estão preparados para transformar a economia do século 21 tanto quanto a ciência e a tecnologia o fizeram no século passado".
Para Maeda, que já foi professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o mundo pede hoje líderes que não temam o fracasso produtivo. Eles devem ter a capacidade de achatar os modelos organizacionais, manejando as empresas de forma menos vertical.
Numa entrevista concedida à Folha, o especialista ressalta que a liderança criativa é o que é preciso buscar atualmente. “As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia, e pela experimentação e pela interação, em vez da finalização”. Diz ainda que artistas e designers, em parceria com técnicos e cientistas, serão capazes de humanizar problemas e criar respostas compatíveis com nossos valores. Entender o consumidor como ser humano. Isso começa quando se funde o processo com a arte, o design e o pensamento crítico. “Os artistas e os cientistas tendem a encarar os problemas com mente aberta e inquietude. E ambos não temem o desconhecido, preferindo dar saltos, em vez de passos consecutivos. Com esse pensamento complementar, há um grande potencial quando eles colaboram de forma contrabalançada, gerando resultados inesperados, que podem ser muito mais valiosos do que quando esses profissionais trabalham separados”. "Artistas e designers serão os líderes da inovação", afirma Maeda.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/137074-designers-e-artistas-serao-os-lideres-da-inovacao.shtml

Sustentabilidade empresarial é valorizada pelos colaboradores em países em desenvolvimento

Um estudo realizado pela empresa global de consultoria de negócios Bain & Company aponta que a sustentabilidade empresarial possui diferenças entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Em países emergentes, a sustentabilidade é mais importante para os entrevistados. Foram ouvidos cerca de 750 funcionários de diversas indústrias no Brasil, China, Índia, Alemanha, Reino Unido e os EUA. Questões como a poluição, segurança e trabalho infantil são as mais evidentes nos países subdesenvolvidos e são as empresas que assumem o protagonismo da questão: 43% dos respondentes de países em desenvolvimento disseram que os funcionários têm uma influência considerável sobre compromissos de sustentabilidade da empresa, contra 25% em mercados desenvolvidos.
Outro dado inesperado da pesquisa é que trabalhadores dos países em desenvolvimento disseram que aceitaram salários mais baixos para trabalhar em uma empresa com espírito sustentável. Indústrias que não correspondem às crenças pessoais sobre sustentabilidade corporativa não são consideradas como uma opção de local de trabalho para 60% dos entrevistados que moram nesses países.
Cerca de dois terços dos entrevistados disseram que negócios sustentáveis são extremamente importantes para eles. O interesse no assunto é maior em funcionários na faixa dos 35 a 40 anos de idade. Ainda de acordo com o estudo, com a escassez de talentos em diversas indústrias, o pensamento dos funcionários sobre práticas de negócios sustentáveis faz as empresas levarem a questão mais a sério. Isso produz melhores resultados de negócios para aqueles que tomam atitudes em relação à temática. Articular uma ‘missão nobre’ para os colaboradores, que inclui a sustentabilidade, é um grande motivador para os funcionários e uma arma poderosa na guerra por talentos.
Atualmente a maioria dos funcionários está se preocupando mais em garantir que as operações comerciais sejam sustentáveis e não filantrópicas. Isso é coerente com a tendência das empresas mudarem o foco para ações que relacionam a sustentabilidade com os processos essenciais do negócio como compras, produção e distribuição.
Essa pesquisa da Bain & Company reforça como as práticas sustentáveis tornaram-se um importante meio de atrair e motivar talentos. Nos últimos anos, as empresas com essa visão têm funcionários cada vez mais comprometidos com a concepção e implementação de seus programas de sustentabilidade. Isso prova que quando bem geridos, os programas de sustentabilidade não só melhoram os resultados financeiros, mas também geram maior lealdade e engajamento do colaborador com a empresa.

http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/sustentabilidade-e-mais-relevante-para-trabalhadores-de-paises-emergentes/82869/

Projeto Primeiro E-Commerce abre portas aos micro e pequenos negócios

Após um ano em funcionamento o projeto Primeiro E-Commerce, plataforma gratuita com ferramentas para micro e pequenas empresas criarem uma loja virtual, finaliza 2013 com saldo de 3,3 mil lojas online em atividade. Esse projeto é uma parceria entre o SEBRAE e o MercadoLivre e nesse período acumulou 5,8 mil cadastros completos no site e possui 3,3 mil lojas ativas no mercado.
O Primeiro E-Commerce contempla uma variedade de imagens de fundo, fontes de letras e paletas de cores a serem utilizadas. Cada empresa pode desenvolver a sua página eletrônica ou sua loja criando sua própria identidade visual, inserindo fotos dos produtos e da marca.
Para criar a sua loja virtual é necessário fazer o cadastro, acessando www.primeiroecommerce.com.br. Não há custo para a montagem da página, mas é cobrada uma taxa de 4,99% sobre o valor de cada venda. Essa cobrança permite o uso de uma estrutura de pagamento pronta com todas as bandeiras de cartão de crédito com certificado de segurança, além de controle de estoque automático.
“Os empreendedores já se deram conta das vantagens do comércio eletrônico. A venda pela internet abre muitas oportunidades, principalmente para as micro e pequenas empresas que não precisam depender de filiais ou lojas para oferecer produtos e serviços em qualquer lugar do país e do mundo”, destaca Luiz Barretto, presidente do SEBRAE.
Devido ao sucesso do projeto, o PrimeiroE-commerce vai fazer parte do Programa de Agentes Locais de Inovação (ALI), do SEBRAE. Os agentes passarão por um treinamento sobre a plataforma e poderão indicar e divulgar a ferramenta aos empresários atendidos. O foco será nos Agentes Locais do INOVarejo, que funciona como um módulo adicional do ALI. Assim, quando o agente local atender uma empresa do comércio e aplicar um diagnóstico específico, ele poderá sugerir no plano de ação a utilização das ferramentas de e-commerce, caso a empresa julgue estar preparada para lidar com uma loja virtual. Informe-se.

http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/12/15/programa-primeiro-e-commerce-cria-3-3-mil-lojas-online-em-um-ano/

A importância da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa

A criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em 2006, mostrou-se como o avanço mais importante para o segmento nos últimos tempos, afirma o presidente nacional do Sebrae, Luiz Barretto. O SEBRAE trabalhou em parceria com os parlamentares e com o Governo Federal para melhorar o ambiente legal dos pequenos negócios. A Lei Geral foi resultado de uma ampla luta do segmento para ter mais apoio e menos burocracia na hora de abrir o próprio negócio. A legislação reduziu em 40% a carga tributária do empresário cujo faturamento máximo é de R$ 3,6 milhões por ano. Com ela surgiu também a figura do Microempreendedor Individual, categoria que fatura por ano até R$ 60 mil e tirou da informalidade 3,5 milhões de empreendedores. Nenhum país do mundo teve um movimento de formalização tão grande quanto esse.
Os dados divulgados em outubro pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 70% dos postos de trabalho abertos em setembro no Brasil. Esse resultado representa uma alta de 45% sobre o mesmo mês de 2012 e de 16% em comparação a agosto deste ano. Os pequenos negócios representam cerca de 25% do PIB.
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa terá papel fundamental nos desafios futuros para melhorar o ambiente empreendedor no Brasil. O ministro Guilherme Afif Domingos disse que os desafios prioritários serão o aprimoramento do Supersimples, com a simplificação da tributação, a desburocratização e a melhoria na concessão de crédito para as micro e pequenas empresas. “Acredito que 2014 será um ano de muitas oportunidades para quem quer empreender no Brasil. Temos expectativas positivas para a recuperação da economia e o aumento no número de empreendedores, principalmente o Microempreendedor Individual, o MEI, que deve ultrapassar o número de pequenas empresas”, pontua Barreto.
Ainda recentemente, o SEBRAE criou o Programa Nacional de Encadeamento Produtivo para dinamizar a atuação e conseguir inserir em maior escala os pequenos negócios no universo produtivo das multinacionais brasileiras. Foram identificadas algumas cadeias produtivas que têm linhas de produção nas quais podem ser encaixados os pequenos negócios. “Ao aproximarmos grandes e pequenas empresas, estimulamos a complementariedade dos papéis de cada uma. E todo mundo sai ganhando. Ganham as pequenas empresas porque se inserem na cadeia de valor da indústria, gerando um maior volume de negócios e o aumento de competitividade. E as grandes empresas também, porque passam a contar com uma gama maior de fornecedores, negociando preços melhores, ampliando a flexibilidade no fornecimento e na distribuição”, finaliza Barreto. Procure o SEBRAE!

http://tribunadonorte.com.br/noticia/luiz-barretto-as-micro-e-pequenas-ofereceram-70-dos-novos-empregos/269249

O Estado do Amazonas se prepara para receber os turistas na Copa


São esperados 120 mil visitantes no Amazonas durante a Copa do Mundo 2014, segundo estimativas da Unidade Gestora do Projeto Copa do Amazonas (UGP Copa). Para atender essa demanda os gestores do evento em Manaus estão em busca de meios de hospedagem alternativos. Estão na lista hotéis de selva e empreendimentos na região metropolitana, além de barcos de turismo e motéis de luxo.
De acordo com Miguel Capobiango, coordenador da UGP Copa, esse número de turistas não estará na capital ao mesmo tempo para assistir aos jogos. "Muitos talvez vão assistir jogos em outras cidades-sede e, por estarem no Brasil, vão aproveitar para visitar por 2 ou 3 dias a Amazônia”. Dados da Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur) mostram que Manaus possui 103 empreendimentos com adequação para receber turistas. Até a Copa de 2014 três novos empreendimentos acrescentarão 1.784 leitos à atual oferta hoteleira. Nos 20 hotéis de floresta, localizados na região metropolitana, há 2.363 leitos. Além disso, existe uma estrutura de hospedagem alternativa composta de barcos de turismo e motéis de luxo da capital. "Temos uma oferta de 34 barcos de turismo com 900 leitos; a oferta de motéis de luxo é composta por 14 estabelecimentos, 1.138 leitos", informa a Amazonastur.
O gerente geral do Tropical Hotel, Antônio Maglione, diz que estão modificando a área interna dos apartamentos. “Dotamos o hotel com estrutura de acessibilidade para deficientes, reformamos os apartamentos, a mobília foi trocada por móveis planejados e os equipamentos eletrônicos adotados são mais modernos. Além disso, realizamos reparos da parte elétrica e hidráulica de todo o hotel", diz o gerente. Segundo Maglione, "temos funcionários que falam vários idiomas, inclusive as camareiras possuem noções de inglês. Isso porque a maioria dos nossos hóspedes é turista estrangeiro", afirma.
Cláudia Mendonça, proprietária da agência Paradise Turismo, destaca que os leitos alternativos são a melhor opção para uma cidade que terá um evento de grande porte, mas pontual. Segundo Miguel Capobiango, “pacotes de viagem estão sendo negociados pelas empresas de turismo, existe um público que vem independentemente da realização dos jogos", afirma. Que venham os turistas!

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/12/manaus-ganha-novos-hoteis-e-busca-acomodacoes-alternativas-para-copa.html

Os dez erros mais significativos sobre sustentabilidade empresarial

Mesmo há tantos anos se falando em sustentabilidade, somente agora mais empresas têm percebido sua importância. Para Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em estratégia corporativa, a sustentabilidade finalmente deixou de ser custo para as organizações e já representa valor para o negócio.
A DOM Strategy Partners realizou estudo baseado em entrevistas realizadas com executivos de 242 de 500 empresas brasileiras, que identificou os dez erros mais significativos sobre sustentabilidade empresarial. Veja abaixo:
1- Inconsistência de governança – quando os líderes não incorporam o conceito de sustentabilidade no sistema de gestão da empresa, ficando solto dentro da organização. Não há sistemas de gestão bem estruturados e o conhecimento está disperso e implícito nas pessoas.
2- Mensuração inexistente – quando a implementação das estratégias de sustentabilidade são feitas de forma inadequada. Os aspectos tangíveis, intangíveis e a sua mensuração são ignorados e interferem diretamente nos resultados. Ocorre por falta de maturidade da governança.
3- Miopia em relação aos resultados potenciais – quando as oportunidades de gerar e proteger o valor oriundo das iniciativas de sustentabilidade ainda não são claras para a empresa. O conceito deve ser um motor facilitador para a inovação, eficiência operacional, diferenciação e fonte adicional de receita.
4- Baixa percepção de impacto sistêmico no entorno – quando os impactos da sustentabilidade para todas as partes envolvidas ainda não são percebidos pelos executivos. Dessa forma, não são aproveitadas as ideias provindas do entorno da empresa, reduzindo o potencial impacto.
5- Dissociação do core business – quando a empresa passa a apoiar causas que se distanciam de seu propósito. Todas as práticas, processos, produtos e serviços precisam estar inseridos na estratégia de sustentabilidade do negócio.
6- O viés unidimensional – quando há um desequilíbrio entre as dimensões ambientais, socioculturais e econômicas que norteiam a sustentabilidade corporativa. Caso uma das dimensões não seja incluída no processo, o resultado final não trará benefícios, ainda que os pesos e a importância sejam determinados de acordo com as prioridades de cada companhia.
7- Inconsistência na fixação de prioridades – quando as ações sobre sustentabilidade não atingem os objetivos de todos os envolvidos devido às prioridades desencontradas, seja por falta de materialidade (aspirações, desejos e ideais pouco factíveis) ou relevância. Podendo gerar frustração e resultados pouco tangíveis para a empresa ou, até mesmo, prejuízos financeiros e de reputação.
8- Visão e valores dispersos e desalinhados – quando o conceito de sustentabilidade está restrito a apenas um departamento ou liderança, impossibilitando a compreensão de todos os colaboradores, causando a dispersão e diversidade na discussão do tema. O alinhamento sobre o tema é essencial e deve vir de cima para toda a empresa.
9- Falta de realismo – quando as iniciativas sustentáveis não estão planejadas de acordo com o segmento e estratégia da empresa, correndo o risco de traçar metas distorcidas com a realidade e os resultados tenderem a ser subvalorizados.
10- Comunicação oportunista ou ineficiente – quando a comunicação é inconsistente e é vista como uma ação oportunista, prejudicando a credibilidade da empresa e suas iniciativas. Investir na comunicação responsável e contínua é a melhor saída para atingir os perfis certos. As empresas devem conhecer bem seus públicos, adequando a linguagem, o canal e a abordagem para cada um.

http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/veja-os-dez-erros-das-empresas-em-relacao-a-sustentabilidade/82504/

O Turismo na Copa 2014 além das 12 cidades-sede

De olho nas oportunidades da Copa, não apenas as 12 cidades sede dos jogos esperam receber os turistas, mas outras cidades também desejam os visitantes durante o mundial.
Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), baseadas em edições anteriores do evento, aproximadamente 600 mil estrangeiros virão para os jogos, com gastos totais de R$ 25 bilhões. Além disso, 3 milhões de brasileiros devem circular pelo País nos 32 dias de competição. Esses dados geram expectativas nas demais cidades e nos empresários que buscam lucrar com o megaevento. Para isso, as cidades que não vão sediar a Copa de 2014 devem se organizar.
Paul Brighten, diretor comercial da Soccerex (convenção anual de negócios do futebol), lembra que a promoção de eventos relativos aos jogos pode movimentá-las. "Diversas prefeituras, juntamente com alguns patrocinadores, estão organizando em lugares públicos a transmissão dos jogos de graça para as pessoas se reunirem para assistirem aos jogos da Copa do Mundo em telões, gerando assim receita para as cidades", contou. As tradicionais festas juninas, no Nordeste, também devem ser naturalmente um polo de atração de fluxo turístico. Na Copa de 2010, na África do Sul, "cidades montaram pequenas excursões para levar turistas para conhecer vinícolas em diferentes cidades, o que atraiu grandes grupos de turistas", lembrou Brighten. "A Soccerex atrai muitas agências de turismo e eventos. Assim, entrando em contato com tais agências, as cidades podem já negociar pacotes focados para os turistas durante o torneio no Brasil", explicou Brighten. Assim, as cidades poderão fechar parcerias, além de se apresentarem para a comunidade internacional, com suas belezas naturais e culinária exótica.
Sobre a promoção internacional do Brasil visando a Copa de 2014, a Embratur produziu duas matrizes de promoção internacional, como explica Flávio Dino. A matriz do Grupo 1 é destinada a turistas cujo foco é assistir aos jogos. Foram incluídos neste grupo cidades e atrações com distâncias de até 150 quilômetros das sedes. Essa matriz contempla 88 produtos e 170 destinos.
A matriz do Grupo 2 destina-se aos turistas que não vão especificamente assistir aos jogos ou que tiverem seus times eliminados no inicio da competição. São contemplados nesta matriz 140 produtos e 232 destinos.
O Ministério do Turismo promete realizar 1,6 mil obras em cidades que estão num raio de 100 quilômetros das cidades-sede da Copa, segundo Fabio Mota, secretário de Programas de Desenvolvimento do Turismo, com um investimento de R$ 2,15 bilhões. "Isso fica como legado para depois da Copa", afirmou o secretário. Importante também lembrar outro legado para a economia brasileira: a atração de mais turistas por um longo período depois da Copa, desde que eles se satisfaçam com os serviços oferecidos no País. Pesquisa da Embratur realizada durante a Copa das Confederações, em junho passado, apontou que 97% dos estrangeiros indicariam a viagem ao Brasil para amigos e familiares. É o Brasil na mira dos turistas.

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/cidades-fora-da-copa-tambem-podem-faturar-com-evento-2?page=1

Plano Inova Sustentabilidade apoiará ações ligadas à economia sustentável para empresas

O Plano Inova Sustentabilidade, ação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com a Finep e o BNDES prevê a destinação de R$ 2 bilhões, entre 2014 e 2016, para ações de desenvolvimento tecnológico e aplicações de produtos e processos ligados à economia sustentável para empresas e instituições. O objetivo do Plano, que tem participação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), é incentivar a realização de investimentos na área ambiental, com a promoção de soluções inovadoras capazes de mitigar impactos das atividades produtivas sobre o meio ambiente.
O Plano está baseado em quatro linhas temáticas: produção sustentável; saneamento ambiental; monitoramento de desastres ambientais; e florestas – com foco em recuperação de biomas brasileiros e fomento às atividades produtivas sustentáveis de base florestal.
“Este lançamento promove investimentos em pesquisa e inovação na área de sustentabilidade. O plano se referencia a outras iniciativas já existentes, como o Plano Amazônia Sustentável, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Plano de Ação para Produção de Consumo Sustentável, entre outros”, disse Luciano Coutinho, presidente do BNDES.
Os projetos das empresas brasileiras candidatas aos financiamentos serão submetidos ao processo de seleção pública conjunta, cujo edital está previsto para ser lançado em dezembro.
Os planos de negócios poderão ser apoiados pela combinação de linhas da Finep e do BNDES, que incluem Fundo Clima, Programa de Sustentação do Investimento (PSI), subvenção econômica para empresas e financiamento não reembolsável para pesquisas realizadas em Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), dentre outros instrumentos de apoio.
Buscando possibilitar o desenvolvimento de soluções completas no âmbito das linhas temáticas do Inova Sustentabilidade, a formação de parcerias entre empresas e entre empresas e ICTs serão estimuladas. Essas parcerias deverão contar com uma empresa-líder, que deverá ser independente ou pertencente a grupo econômico que possua receita operacional bruta igual ou superior a R$ 16 milhões e patrimônio líquido igual ou superior a R$ 4 milhões no último exercício.
O Inova Sustentabilidade poderá financiar Planos de Negócios acima de R$ 5 milhões, com prazo de execução de até 60 meses. A participação será de até 90%.
O Plano Inova Sustentabilidade faz parte do Plano Inova Empresa, que prevê R$ 32,9 bilhões em 2013 e 2014 para impulsionar a produtividade e a competitividade da economia brasileira por meio da inovação tecnológica. Para o presidente da Finep - Glauco Arbix, o programa está trazendo investimento para importantes áreas de desenvolvimento no Brasil.

http://goo.gl/CTgTSn

O custo de um profissional feliz

O educador financeiro e palestrante Mauro Calil, se pergunta: “se educação financeira e qualidade de vida estão interligados, por que as empresas não investem nesse caminho? Ou será que as companhias não acreditam que o equilíbrio profissional também passa pelo bolso”? E explica: numa rápida busca na internet, é possível encontrar algumas pesquisas que mostram que pessoas felizes, satisfeitas e equilibradas são mais produtivas. Consequentemente, tendo pessoas felizes no quadro de funcionários, a empresa ganha mais, rende mais, lucra mais.
A dúvida é: o que deixa uma pessoa feliz no ambiente de trabalho? Diretores e gestores de recursos humanos de grandes companhias mantém uma abordagem genérica sobre o assunto. Segundo eles, para deixar o funcionário feliz, o ambiente de trabalho deve ser desafiador, ter um bom clima organizacional e oferecer oportunidades claras de crescimento.
Esses pontos acima citados são reais, porém, um componente importante, que poucos gestores se lembram é a saúde financeira do profissional. Que não se refere ao salário alto ou baixo, ou se tem benefícios ou não. “Ter saúde financeira é saber o quanto se ganha e saber como administrar esse recurso. É chegar ao final do mês com as contas pagas e sem dívidas, principalmente cheque especial e cartão de crédito no rotativo. É passar todo o mês sabendo quanto se tem no bolso e quanto se pode gastar de forma organizada – e ressalto que isso não quer dizer comprar em várias parcelas porque ‘cabe no bolso’”, afirma Calil.
Portanto, um ambiente de trabalho feliz requer profissionais com uma vida financeira equilibrada. Caso contrário, além de estar sempre preocupado, desatento e desmotivado, ainda culpará o chefe por achar que tem um salário baixo, quando na verdade ele não tem equilíbrio financeiro. Saber como organizar as finanças, ter educação financeira, independe de valor de salário. Há casos em que o profissional fez acordo com a empresa para ser demitido para, assim, usar o dinheiro da rescisão contratual para saldar dívidas.
Muitas empresas acham que investir em educação financeira é caro e, por isso, optam por não oferecê-la aos funcionários. Por outro lado, orgulham-se em dizer que investem em ações de qualidade de vida para esses profissionais. O fato é que investir em educação financeira também significa proporcionar qualidade de vida. Ensinar o valor do dinheiro e o que se pode ter com ele também faz com as pessoas sejam mais felizes. E, se estão felizes, elas produzem mais e as empresas ganham mais. É como um ciclo virtuoso.

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/etiqueta-financeira/2013/11/20/quanto-custa-ter-um-profissional-feliz-na-empresa/

Dicas para quem deseja abrir uma franquia


A Associação Brasileira de Franchising, que reúne franqueados em todo país, informa a existência de 2,4 mil redes de franquias no país. Um aumento significativo, já que há 10 anos eram apenas 700. O faturamento anual também deu um salto de R$ 28 bilhões para R$ 103 bilhões.
A maior parte dos empresários que abrem uma franquia desejam ter o seu próprio negócio e se firmarem rapidamente no mercado. Se esse também é o seu objetivo, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) dá dicas para quem quer iniciar nesse negócio.
A empresária Izabel Tenório, de Rondônia, trouxe para o Estado, há poucas semanas, uma nova marca de roupas infantis. “O investimento é muito alto, mas temos a certeza que vai dar certo. Porque é um negócio que tem muita rentabilidade pela segurança que a franquia passa para o franqueado”, diz a empresária.
Uma das principais orientações do Sebrae para quem quer embarcar no ramo é administrar a empresa observando a realidade local. Como fez uma franquia de iogurte congelado que identificou a necessidade de trocar a loja por um quiosque, cuja alteração aumentou em 48% o faturamento da empresa.
Também é preciso estar ciente de que os lucros não são imediatos. “O risco é inerente a qualquer negócio. Porém existem algumas vantagens e alguns desafios. É importante que o empreendedor faça o seu próprio planejamento também, mesmo buscando uma franquia”, explica Wanderley Marques, gerente de mercado do Sebrae.
“Depois que você escolher sua marca, procure os franqueados, as pessoas que já têm loja, já têm unidades e converse, troque uma ideia, isso é importantíssimo, te faz ter uma real visão do que o negócio vai te proporcionar, eu acho isso fundamental”, sugere Mirian Negretti, da franquia de iogurtes congelados.

http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2013/11/crescimento-do-setor-de-franquias-atrai-empreendedores-em-rondonia.html

Inovação nas pequenas empresas aumenta a competitividade


O Sebrae realizou um mapeamento inédito com as pequenas empresas brasileiras para identificar a incorporação da inovação nesses negócios. O estudo feito com 34.557 empreendimentos aponta que mais de 85 mil ações de inovação foram executadas por eles, em 2013. Os principais investimentos foram na criação de produtos (54%), nas formas de fabricação ou de distribuição de bens e novos meios de prestação de serviços, 14% se referem à produtividade, como diminuição de custos com a redução de desperdícios, questões relacionadas à qualidade (10%), como a adoção de indicadores para propiciar adequado grau de confiança de um produto, serviço ou processo. Outros 9% estão relacionados com tecnologia da informação – investimentos em hardware, software e telecomunicações, por exemplo, e 8% envolvem ações em design – para a concepção ou reformulação de ambientes, comunicação, produtos ou serviços.
Por meio da pesquisa percebe-se que, aos poucos, os pequenos negócios estão investindo também em propriedade intelectual (3% das empresas), como a obtenção de registro de indicação geográfica e sustentabilidade, implantada por 2% das micro e pequenas empresas, como apoio em ações gerenciais que visam à diminuição ou eliminação do impacto ambiental negativo de suas atividades, inclusive adequação à legislação ambiental vigente.
O levantamento foi realizado com empresas atendidas pelo programa Agentes Locais de Inovação (ALI), uma das principais frentes de atuação do Sebrae para incentivar a competitividade nos pequenos negócios por meio de soluções tecnológicas e inovadoras. A ferramenta, criada este ano, mostra as inovações que resultaram das recomendações dos agentes que acompanham gratuitamente, por até dois anos, pequenos negócios em todo o Brasil. Os indicadores foram reunidos pelo Sistema de Gestão do ALI. Os números mostram o alcance do trabalho dos ALI. As empresas que participam do programa reúnem mais de 820 mil funcionários, sendo 88% colaboradores diretos (CLT), 7% familiares e 5% terceirizados. A idade média das empresas é de 11 anos.
“Esse retrato é muito importante porque indica quais são os avanços e os maiores desafios em inovação nos pequenos negócios, o que vai subsidiar nossas estratégias daqui para frente”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
O programa ALI está presente em todos os estados e no Distrito Federal. O objetivo é fazer com que a inovação seja parte do cotidiano da empresa. A parceria entre Sebrae e CNPq viabiliza bolsas para cerca de 1,1 mil agentes que acompanham, gratuitamente, por até dois anos, mais de 35 mil pequenos negócios em todo o país. A meta é ampliar o atendimento, em 2014, para 45 mil empresas.

http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/21094097/ultimas-noticias/pesquisa-mapeia-inovacao-nas-pequenas-empresas/

Sustentabilidade em prática em grande escala por meio da iniciativa privada

Especialistas nacionais e internacionais participaram recentemente do Sustentável 2013 – Da Visão 2050 à Ação 2020, promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS. Dividido em quatro painéis, o evento ganhou maior visibilidade e gerou maior polêmica quando discutiu os desafios da governança até 2020 e os critérios das instituições financeiras para investir em projetos sustentáveis.
Grande organizadora do evento, Marina Grossi, presidente do CEBDS, acredita na urgência de se estabelecer uma agenda sustentável que já esteja em prática em 2020. E seriam as empresas os principais líderes e alavancadoras dessa mudança. O setor privado teria a agilidade necessária e os recursos que os governos não oferecem. “As empresas têm maior capacidade de adaptação”, disse Eli da Veiga. “Defrontada com problemas, elas sabem se reinventar, coisa que dificilmente os governos conseguem”.
Obviamente que os governos precisam dar condições para que o setor empresarial trabalhe de maneira eficiente, criando regras estáveis e condições para o desenvolvimento sustentável. “O governo precisa premiar e compensar as empresas limpas”, sugeriu Philippe Joubert.
Para Denise Hamú, representante no Brasil do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, estamos numa velocidade muito lenta. Não há mais tempo para projetos-piloto. “Ninguém mais aguenta ouvir sobre isso. O Brasil tem território e tecnologia para dar escala maior aos projetos”, afirmou. “Já sabemos que eles são bem-sucedidos, mas são muito pequenos”. O que seria necessário para levar esses programas sustentáveis para um patamar de grande escala é a cooperação, com abordagem sistêmica de políticas públicas e metas de médio e longo prazo. “A escala tornaria os projetos mais baratos”, garantiu Vania Borgerth, do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Outro ponto bastante delicado e vital para a implementação de uma nova economia sustentável é o investimento das instituições financeiras. Entretanto, essa é uma realidade que pareceu ainda estar distante. Representantes de grandes bancos nacionais afirmaram que não há romantismo na avaliação para a concessão de créditos para projetos sustentáveis. E sendo sustentável ou não, as taxas de juros cobradas são as mesmas para quem tem uma empresa suja ou limpa. Além disso, não existem critérios responsáveis comuns no setor financeiro para analisar esse tipo de negócio. “Empresas que investem no social e ambiental precisam ser mais beneficiadas”, defendeu Hugo Penteado, economista chefe do Santander Asset Management.
O Sustentável 2013 ainda realizou painéis que debateram cidades sustentáveis e as soluções empresariais para o novo cenário de 2020. Entretanto, muito poucas ações práticas foram divulgadas. Empresas convidadas apresentaram o que vem sendo feito até agora e as dificuldades ainda enfrentadas, mas parece haver falta de uma agenda mais comprometida, que reúna todo o setor com metas e objetivos comuns que possam ser mensurados. Como disse Vânia Somavilla, diretora de Sustentabilidade da Vale, esse é um trabalho de formiguinha. Mas as Nações Unidas clamam que o passo de formiga não é mais suficiente. É preciso agilidade e rapidez. O mundo tem pressa e precisa disso para sobreviver.

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/sustentabilidade-grande-escala-755855.shtml

A geração Y no papel da liderança empresarial

Você provavelmente já ouviu falar ou já teve de lidar com alguém que pertence à chamada geração Y. Trata-se de jovens nascidos a partir da metade da década de 80 e que têm um comportamento peculiar que desafia a compreensão - e não raro - a paciência de pessoas que já passaram dos 40. Eles já somam 1,8 bilhão de pessoas no mundo. Estima-se que, em 2025, serão 75% da força de trabalho e, sendo assim, é melhor conhecê-los.
Os Y são seres inquietos (bom) e impacientes (ruim) - características que foram estimuladas pela geração atual e pela anterior. Pais e mães que trocaram boa parte do tempo antes dedicado à família pelo sonho de ascensão profissional e pessoal, cujo preço pago foi a culpa — carregada, sobretudo, pelas mulheres. Os pais das décadas de 80, 90 e os destas primeiras décadas dos anos 2000 acostumaram-se a manifestar amor dando tudo o que os filhos desejam. A palavra NÃO passou a ser evitada nas relações entre pais e filhos. Pelo menos para a classe média, essas relações passaram a ser pautadas pelos excessos — materiais e emocionais.
Isso mais a influência crescente da tecnologia, que faz com que tudo pareça instantâneo, passageiro e dê a impressão de que as consequências não podem ser piores do que perder num jogo de videogame e ter de começar tudo de novo, forjaram uma geração de profissionais imediatistas, quase avessos a qualquer tipo de vínculo com as empresas em que trabalham, ávidos por desafios que nem mesmo eles sabem se podem suportar.
O importante, para uma boa parte dos trabalhadores qualificados da geração Y, é acumular o maior número de experiências no menor prazo possível. Para quem está de fora é como observar um jogador de videogame, cujo objetivo primordial é passar para a fase seguinte. Pode ser bastante frustrante, principalmente para quem hoje está na liderança das empresas, acostumados com carreiras construídas ao longo do tempo, com vínculos, com alguma hierarquia.
O lado muito positivo nos Y é que chegam às empresas mais bem preparados, têm uma vontade insa¬ciá¬vel de aprender e estão abertos ao novo, algo fundamental atualmente. São digitais, grupais, criam e desfazem laços com naturalidade. Também são mais arrojados, menos medrosos e — quando bem ajustados — respeitam a obra e a capacidade de troca de quem comanda a empresa. Cargo e hierarquia não impressionam. São mais adeptos da meritocracia.
Os Y são também hedonistas, querem dinheiro porque gostam. Discurso típico de um Y no ambiente de trabalho: “Diga o que eu te¬nho de fazer. Não me pergunte como eu vou fazer. Respeite minha vida pessoal e me informe quanto eu vou ganhar”.
Mas no mundo dos negócios não dá para dizer SIM sempre. Às vezes, o NÃO é bem mais importante. As empresas vão se adaptar a esse tipo de profissional, até porque estima-se que 50% dos cargos de liderança pertencerão a essa geração — em 2014. O desafio é encontrar o equilíbrio para se entenderem.

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1048/noticias/aceite-os-novos-lideres

Contabilidade: um recurso importante da gestão empresarial


Para fazer uma empresa crescer, o empreendedor precisa conhecer a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes. Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Com a orientação de um bom contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento contábil para o seu negócio.

1. Como escolher um escritório de contabilidade?
Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis. Mas, o escritório deve estar localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque, de acordo com Valdir Pietrobon, presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon), a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

2. Encontrei um escritório. Como proceder?
De acordo com o presidente da Fenacon, é aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do Estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.

3. Quanto devo pagar de honorários?
Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade. “O conceito de serviço é abstrato”, diz Pietrobon. “Existem alguns que fazem o básico e outros que vão além. O pagamento tem de ser proporcional ao serviço prestado.”

4. Como deve ser o acompanhamento?
Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete. Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões regulares com os profissionais da contabilidade. De acordo com Pietrobon, o acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, ele indica ao menos um encontro por mês. “Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados”, afirma.

5. Com quem ficam os documentos?
A documentação que deve ser guardada pela empresa são os documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento. Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:
• Notas fiscais de compras
• Despesas gerais (água, luz, telefone)
• Talonários de vendas
• Guias de recolhimento de todos os tributos
• Extratos bancários
• Livro ou ficha de registro dos empregados
• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho
A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade são: o contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa; os livros fiscais e contábeis; a cópia dos documentos de constituição da empresa e a cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários.

6. Quem deve pagar os impostos?
O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI320180-17180,00-DICAS+PARA+TER+UMA+BOA+CONTABILIDADE.html

Pequenos negócios lideram a criação de empregos

Dados divulgados pelo SEBRAE com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego apontam que os pequenos negócios foram responsáveis por 70% dos postos de trabalho abertos em setembro no Brasil, com 147,5 mil novas contratações. O número representa alta de 45% sobre o mesmo mês de 2012 e de 16% em comparação a agosto deste ano, diz a divulgação. "O volume líquido de contratações pelos pequenos negócios superou o das médias e grandes empresas em 140%. Desde novembro de 2012, os pequenos negócios estão à frente da geração de empregos formais em todo o país", diz a divulgação. Os empreendimentos de micro e pequeno porte registraram em setembro o melhor resultado em 18 meses. Houve aumento do emprego em todas as regiões brasileiras, com destaque para o Sudeste, com um saldo de 63.185 vagas. O estado de São Paulo voltou a liderar o ranking estadual, com a criação de 38.263 postos. O setor de serviços continuou liderando as contratações, com saldo líquido positivo de 57.546 postos - 39% do total. O comércio vem em seguida, com 45.974 novos empregos. A construção civil aparece na terceira posição, com a geração de 29.767 vagas.

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2013/10/pequenas-empresas-criam-70-das-vagas-abertas-no-pais-em-setembro.html

Empresário investe em planejamento e empreendedorismo

Para alcançar o sucesso nos negócios com menos risco, o planejamento e o empreendedorismo são fundamentais. Não planejar custa caro! E empreender significa transformar uma ideia em um negócio promissor. O empresário Salomão Neres Resende, que atua como operador de piscina - responsável pela limpeza e qualidade da água de piscinas, saunas e parques aquáticos, descobriu que precisava valorizar mais o seu trabalho. Então, no mês de maio, tomou sua primeira decisão, tornou-se um microempreendedor individual. O empresário está neste ramo há 6 anos e conta que antes não sabia dar o devido valor à sua profissão. “Minha preocupação era apenas fazer o serviço e receber. Não tinha noção de quanto cobrar e não dava importância em como tratar os clientes”, explica. Então, além da formalização, o empresário investiu em capacitação empresarial. “Fui até o Sebrae e lá o analista me indicou alguns cursos. Só este ano eu já participei dos cursos SEI Planejar, SEI comprar e SEI controlar o meu dinheiro. Com este conhecimento ampliei a minha visão empresarial e vou continuar investindo no meu negócio”, relata. O empresário ainda ressalta que o curso o ajudou a entender melhor como planejar suas atividades e a controlar melhor o seu dinheiro. Ter uma melhor relação com seus clientes, valorizar o seu trabalho, oferecendo um serviço com pontualidade e com mais qualidade foram as principais mudanças executadas pelo empresário. “Hoje valorizo mais o meu trabalho, ofereço um serviço com mais qualidade e com isso já consegui praticamente dobrar o meu faturamento”, enfatiza. A Solução Sei Sebrae é uma boa oportunidade para os microempreendedores individuais tornarem suas empresas mais competitivas no mercado. Elas ajudam o empresário a ter uma melhor visão empresarial do seu negócio, além de ensiná-lo a planejar, comprar e controlar o dinheiro da empresa.

http://surgiu.com.br/noticia/116965/empresario-investe-em-planejamento-e-empreendedorismo.html

Conheça as facilidades do acesso remoto

O acesso remoto de computadores se tornou um aliado importante para pequenas empresas que não possuem equipes de TI disponíveis no escritório. Com softwares como o TeamViewer é possível fazer o pareamento de máquinas e compartilhamento de dados à distância entre vários aparelhos, para obter manutenção da máquina e outros fins.
O que é acesso remoto?
Aplicativos deste tipo facilitam o trabalho de profissionais que precisam acessar o computador para fazer a coleta de dados ou resolver algum problema no computador. Como nem sempre a máquina em questão está próxima, os softwares de acesso remoto contribuem bastante para o cumprimento de tal tarefa. Confira algumas vantagens de usar o monitoramento remoto:

1) Economizar tempo e aumentar a eficiência: O monitoramento remoto permite que empresas e grupos, por meio de um console central, acompanhem e enviem informações para todos os computadores conectados pelo sistema. A prática reduz os gastos com pessoas no local e aumenta a eficiência, além de facilitar o compartilhamento de problemas e soluções pelas equipes de TI, incrementando a precisão.

2) Receber manutenção e detecção precoce: O monitoramento remoto permanece ativo 24h por dia e pode ser configurado para emitir alertas para diversas irregularidades, como espaço em disco baixo e programas de proteção desligado. Ao detectar um problema, o software envia um alerta para os administradores da rede que, diante disso, conseguem fazer a correção mais rapidamente nas máquinas.

3) Obter informações essenciais: O software de acesso remoto envia dados constantes à central, o que permite manter atualizadas as informações sobre os computadores. Isto facilita a instalação de novas atualizações, patches e upgrades de software em um equipamento, quando necessário.

4) Minimizar a interrupção dos negócios: Não fazer manutenção constante nos computadores pode resultar em problemas que implicam a queda do índice de eficiência de uma empresa, o que pode acarretar perda de negócios e clientes. Com serviço remoto é imediato, o tempo de inatividade é reduzido.

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/10/quatro-motivos-para-usar-o-teamviewer-e-outras-opcoes-de-acesso-remoto.html

Os setes principais erros que bloqueiam o poder de inovar


A capacidade de inovar de uma empresa, em tempos de rápidas mudanças, pode significar o fator decisivo de sucesso ou fracasso. E no centro da inovação estão as pessoas - já que é delas esta habilidade, diz Valter Pieracciani, sócio fundador da Pieracciani, consultoria em inovação e gestão do conhecimento. De acordo com ele, além das pessoas, o ambiente e o reconhecimento também são as chaves do poder de inovação. E é também por isso que os erros que tolhem esta capacidade - tão necessária nos dias de hoje - envolvem estas três dimensões. “Velhos conceitos do século passado ainda estão muito vivos e os profissionais precisam mudar estes paradigmas, pois são eles os responsáveis pelos erros que aniquilam a face inovadora de qualquer um”, diz Pieracciani.
Confira os setes principais erros que bloqueiam o poder de inovar, citados pelos especialistas:

1. Aversão ao erro - de acordo com Pieracciani. “Ainda predominam a aversão ao erro e à atitude de esconder os erros que aparecem, quando na verdade errar é aprender”, diz o especialista. As pessoas inovadoras não têm medo de errar e não são vítimas da autoproteção da sua imagem, o que as impediria de arriscar e imaginar novas alternativas dentro do ambiente de trabalho, segundo Yoshimiti Matsusaki, diretor da Finnet, empresa de tecnologia.
2. Pensar que já sabe tudo - o mundo muda rapidamente e novidades são lançadas o tempo todo. “As pessoas precisam ter a humildade de se sentirem ignorantes”, diz Pieracciani. “Eu sei o que estou fazendo”, “sempre fiz assim”, “o cliente não sabe nada, quem sabe o que é melhor sou eu”. Estas três frases são grandes vilãs para a capacidade de inovação de um profissional, segundo o especialista.
3. Colocar fronteiras na atuação - restringir-se às funções, e não “olhar” para o lado é um erro frequente que limita, e muito, a presença da inovação no seu dia a dia. O mesmo vale para departamentos e, no limite, para a empresa. “Não somos nós que cuidamos disso”, “A minha parte eu fiz”, são alguns dos exemplos das barreiras que muitos profissionais insistem em colocar no que diz respeito aos limites da atuação, segundo Pieracciani.
4. Não estimular os sentidos, sonhos, capacidade de arriscar e de transformar - os grandes inovadores da História têm, em comum, segundo Pieracciani, quatro características. A primeira delas é a capacidade de sentir, de perceber. “É usar todos os sentidos para perceber as situações de forma diferente”, explica Pieracciani. A segunda característica marcante em inovadores é a habilidade de sonhar, de imaginar novas alternativas, de desafiar o convencional, de ir além. A terceira é a capacidade de acreditar, de arriscar, em suma, de tentar inovar. E, por fim, o quarto aspecto comum às pessoas com alto poder de inovação é a capacidade de transformar. “Transformar a si próprio e ao ambiente”, explica Pieracciani. Portanto, não dar valor e, muito menos, estímulos ao desenvolvimento dessas habilidades, enfraquece a capacidade de inovação de muita gente. “Todos nós temos essas capacidades e é isso que nos diferencia dos outros animais”, diz Pieracciani. O que falta é o estímulo.
5. Confundir inovação com tecnologia - “esta é uma armadilha em que muitas pessoas caem a respeito do que é inovar. Vejo pessoas entendendo como inovação a busca de um novo patamar tecnológico”, diz Matsusaki. Ao condicionar a inovação a um salto tecnológico, o risco é continuar fazendo as mesmas coisas só que usando uma tecnologia nova, explica o especialista. “Ao criar um novo produto ou serviço usando os recursos disponíveis é que está a grande inovação”, explica o diretor da Finnet.
Ele cita táxis compartilhados no Chile como exemplo de inovação sem adoção de tecnologia de ponta. “É um conceito interessante de inovação no plano de serviço. Lá as pessoas com o mesmo destino dividem táxis, o que gera uma grande redução de custo.”, explica.
6. Ficar engessado em meio à rigidez dos processos - quer inovar? Não fique tão refém de uma rotina abarrotada de rígidos processos e métodos. Organizar-se em processos e métodos com o intuito de maximizar o desempenho pode tolher a liberdade necessária para o surgimento da inovação. ”Às vezes esses processos se transformam em amarras, e a pessoa não percebe o quanto está presa à rotina que criou”, explica Matsusaki.
7. Trabalhar para uma empresa que não estimula a inovação - de um ambiente de trabalho em que conhecimento, flexibilidade, comunicação e experimentação não sejam valorizados, dificilmente, despontarão inovações. “As empresas inovadoras colocam as pessoas em primeiro lugar”, lembra Pieracciani. Acreditar em novas ideias e negócios e ter o compromisso com a constante mudança são características comuns à cultura de empresas que estimulam a inovação. “Tome o exemplo do Google, que é uma empresa em constante metamorfose”, diz o especialista. Portanto, trabalhar para uma organização que não dê importância a estes aspectos pode, sim, acabar com o seu poder de inovar.

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/7-erros-que-matam-seu-poder-de-inovacao

Dicas para planejar as compras para a sua empresa


Saber comprar é essencial para o sucesso de uma empresa. Comprar bem é conseguir os produtos certos para atender as necessidades e expectativas dos clientes, pagando bons preços e com boas condições de pagamento. É preciso ter um planejamento para efetuar a compra, dessa forma o seu cliente é mais bem atendido, o fornecedor vende mais, e você tem a chance de aumentar os lucros e se fortalecer no mercado. Mas o caminho pra comprar bem depende de dois fatores:
- conhecer os clientes, afinal, são eles que vão comprar e fazer o negócio funcionar,
- conhecer o fornecedor, pesquisando a credibilidade e seriedade, os preços, o comprometimento com as entregas, a legalidade da empresa e a responsabilidade diante da sociedade.
Veja algumas dicas importantes para o planejamento e as compras do seu negócio:

PREÇO: o mercado baseia-se na lei da oferta e da procura:
:: Mantenha-se informado sobre os preços das mercadorias.
:: Aproveite as promoções, cuidando para não comprar o que não precisa.
:: Evite produtos mais caros.
:: Compre dentro das suas possibilidades.
:: Compre apenas o que sabe que vai vender.

PRODUTO: seu produto ou serviço tem de ser o diferencial, ter um toque seu, com qualidade e boa procedência.
:: O barato às vezes sai caro.
:: Verifique procedência e prazo de validade.
:: Só compre se puder armazenar.

NEGOCIAÇÃO: o bom negócio é quando todos ficam satisfeitos e se estabelece uma relação de parceria e confiança.
:: Paciência é fundamental.
:: Negociar é como jogar, por isso, prepare sua estratégia com base no conhecimento do mercado e nas características do fornecedor.

PLANEJAMENTO: lidar com o futuro capaz de ser imaginado. Planejar significa saber exatamente o que se precisa, como um produto pode ser substituído se tiver em falta ou com preço impraticável, saber o quanto pode pagar e os prazos a serem negociados.
:: Ao planejar uma compra deve-se pensar no que deseja comprar, de quem vai comprar, quando comprar, quanto comprar, onde comprar e como comprar (condições e prazos de pagamento) e por quanto comprar (valor).

Além disso, é importante ter sempre um cadastro atualizado do fornecedor e ter alternativas, para não ficar dependente de apenas um. Na hora de comprar, siga as dicas do SEBRAE acima!

http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/horadesantacatarina/19,792,4301895,Comprar-bem-e-o-primeiro-passo-para-vender-mais.html

Presença feminina no empreendedorismo


O SEBRAE, em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas. O estudo analisou o perfil de gênero nos pequenos negócios – aqueles que faturam até R$ 3,6 milhões por ano – entre 2001 e 2011 e relata que o número de empreendedoras cresceu 21,4% no período de dez anos. De cada dez empresas em atividade no Brasil, três são comandadas pela força feminina.
A região Norte foi a que teve o maior crescimento de mulheres empreendedoras no país. Em dez anos, o número de mulheres que montou um negócio cresceu quase 80%. Para o presidente do SEBRAE, Luiz Barretto, esse resultado comprova uma tendência que vem surgindo nos últimos anos. “Há algumas décadas, o avanço feminino no mercado de trabalho é percebido em frentes variadas e não poderia ser diferente no empreendedorismo”, observa.
O estudo também revela que 41,3% das mulheres que estão montando o seu próprio negócio têm entre 18 e 39 anos e 52% têm entre 40 e 64 anos. Além disso, cerca de 40% delas são chefes de família, sendo que 70% delas tem ao menos um filho. “Como empresárias, elas conseguem conciliar melhor o trabalho com os cuidados da casa e dos filhos. Quase a metade dessas mulheres são as únicas responsáveis pela educação de seus descendentes e isso não as impede de empreender com dedicação”, destaca Barretto.
O setor que as mulheres mais empregam é o Comércio, com 42% de empregos gerados, sendo a venda de roupas, acessórios e calçados, a atividade com maior concentração feminina. Os setores de Serviços e Indústria vêm em seguida.
As mulheres empreendedoras possuem algumas características em comum:
- geralmente, dão mais atenção aos clientes;
- investem mais em capacitação;
- estão sempre em busca de mais informação e orientação;
- normalmente, conciliam melhor suas atividades pessoais e profissionais;
- buscam o empreendedorismo para ter maior flexibilidade de horários;
- são mais detalhistas, sensitivas e intuitivas - características que podem contribuir para a gestão do negócio;
- conseguem aliar as características de coragem, iniciativa e determinação, com a sensibilidade, intuição e cooperação.
Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, há uma clara mudança na participação da mulher na vida econômica, mas ainda há mais por vir. “Será preciso um conjunto de outras transformações na vida pública e política com a presença das mulheres nos negócios, mas a situação precisará mudar também dentro dos lares, no que trata da divisão de tarefas domésticas, do cuidado com os filhos e das atribuições da vida familiar. As mulheres promoverão transformações no mundo dos homens e a sociedade toda irá se beneficiar”, acredita Clemente Ganz.

Fonte: http://goo.gl/pXoN0k

Empresas utilizam universidades para realizar pesquisas

O coordenador de pesquisa para inovação da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) Sérgio Queiroz, diz que a relação entre universidades e empresas atingiu um nível maduro quando o assunto é pesquisa. Cerca de 5% do orçamento destinado à pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) vêm de empresas. No caso da Universidade Estadual Paulista (Unesp) são 5,5%, e, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 6%. “Estamos em um patamar de pesquisa colaborativa entre empresas e as universidades de São Paulo que é similar à média das universidades americanas e de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE”, diz Queiroz. Segundo ele, a fatia dos investimentos das empresas em pesquisa nas universidades paulistas era cerca de 3% há alguns anos. Ele ainda afirma que as universidades podem ter das empresas bons desafios de pesquisa e boas oportunidades para treinar os seus estudantes e que as empresas, por sua vez, também estão aprendendo a fazer a parceria render. As multinacionais trazem sua experiência do exterior e “estão percebendo oportunidades no sistema paulista”, relata.
A Fapesp tem dois programas de apoio à pesquisa para inovação:
- o Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) que é para desenvolver inovações em empresas de até 250 empregados localizadas no Estado de São Paulo. Nesta parceria, metade dos recursos da pesquisa é financiada pela Fapesp e a outra metade, pela empresa. O empresário pede à fundação que financie uma pesquisa que irá produzir alguma inovação. Na primeira fase, que dura nove meses, pode receber até R$ 200 mil. Trata-se de dinheiro a fundo perdido. A segunda fase pode durar até dois anos, trata da viabilidade técnica e econômica do projeto e pode envolver até R$ 2 milhões. Há cerca de 40 projetos em andamento, sendo que a Fapesp já financiou mais de mil desde 1997.
- o Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite) apoia a pesquisa entre instituições de São Paulo e empresas. Já participaram desta parceria a Embraer, a Natura, a Microsoft Research, a Telefônica, a Sabesp e a Boeing, entre outras. “O potencial de crescimento destes programas é grande”, acredita Queiroz.
Empresário, esteja atento às oportunidades das universidades do seu Estado! Informe-se.

http://www.valor.com.br/brasil/3286898/cresce-parceria-entre-empresas-e-universidades-em-pesquisas

Dicas para atrair a atenção do consumidor na internet

Saiba como atrair a atenção do cliente na internet e aumentar as vendas da sua empresa. A especialista Camila Farani afirma que é preciso utilizar as ferramentas corretas: “não basta apenas anunciar um produto ou serviço pela internet e esperar pelo retorno lucrativo do mesmo”. Eric Santos, CEO da empresa Resultados Digitais recomenda que pequenos empresários dediquem mais tempo ao conteúdo que será publicado na página do seu negócio. Veja outras recomendações:
1. Produza conteúdo relevante - o conteúdo tem que ser útil para o cliente final. “Esse material pode ser um e-book, um vídeo ou uma pequena apresentação sobre o assunto da empresa”, afirma Santos. Farani explica que disponibilizar informações de alta qualidade demonstra a preocupação por parte da empresa em passar o melhor para o seu público-alvo.
2. Invista no design - o site de uma empresa, independente do porte, precisa ter as principais informações e um visual agradável. A navegação precisa ser prazerosa para que o cliente volte na página da sua empresa. “Quanto mais elementos que possam distrair o seu consumidor menos tempo ele gastará navegando, o que fatalmente poderá diminuir sua taxa de conversão”, afirma Farani.
3. Ofereça um benefício - uma maneira de chamar a atenção do consumidor na internet é investir em campanhas anunciando ofertas no Google. “Ofereça conteúdo e até mesmo descontos para que o consumidor visualize seu site como um ótimo negócio”, recomenda Farani.
4. Converse com os clientes - oferecer um espaço para que os usuários possam tirar dúvidas e dar sugestões é vantajoso para a marca do seu negócio. “Atender as suas manifestações também reforça a credibilidade”, afirma Farani. Santos recomenda montar uma página para que o usuário possa se cadastrar e conhecer melhor o seu consumidor. Além disso, esse cadastro pode ajudar nas estratégias de marketing digital de longo prazo.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/4-dicas-essenciais-para-cativar-clientes-online?page=2

Pesquisa aponta que não falta mão de obra qualificada no Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea, divulgou o estudo intitulado “Um retrato de duas décadas do mercado de trabalho brasileiro utilizando a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios)”. Tal pesquisa relata que o Brasil não tem falta de mão de obra qualificada no país: reclamação feita por muitos empresários.
O estudo analisa a evolução entre 1992 e 2012, dos principais indicadores do mercado de trabalho brasileiro, tais como taxa de desemprego, participação, ocupação e informalidade. Em seguida é analisada a evolução dos rendimentos do trabalho, sua distribuição entre os ocupados e as diferenças salariais entre homens e mulheres, brancos, negros e pardos, e entre trabalhadores formais e informais.
Em uma perspectiva de longo prazo, todos os indicadores do mercado de trabalho mostram uma melhora significativa no período analisado. A taxa de desemprego e informalidade teve um longo ciclo de declínio ao longo dos anos 2000, assim como uma redução contínua da taxa de participação masculina e aumento da feminina. O rendimento médio real no mercado de trabalho apresentou uma trajetória de crescimento contínuo entre 2003 e 2012.
Quanto à desigualdade de rendimentos, há uma tendência de longo prazo de redução iniciada em 1993. Este comportamento foi resultado de uma série de fatores, mas em particular do aumento da escolaridade da força de trabalho brasileira, que levou a uma redução contínua dos retornos (salariais) da educação.
A participação dos trabalhadores mais qualificados - com mais de 11 anos de estudo - entre o total de desempregados saltou de 20% em 1992, para mais de 50% em 2012. Na mesma direção, o Ipea afirma que a maior expansão de oferta de trabalho é verificada dentre o grupo das pessoas qualificadas, com aumento contínuo entre 1992 e 2012, mas intensificado na última década. O maior crescimento se deu nos grupos com ensino médio completo e com algum ensino superior (isto é, com 11 a 14 anos de escolaridade), o mais alto na escala medida. O documento faz, no entanto, a ressalva de que é possível que setores específicos tenham escassez de profissionais qualificados e especializados, porém, não é o cenário do mercado de trabalho como um todo. Leia na íntegra o estudo.
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/comunicado/131007_comunicadoipea160.pdf
Oportunidade para Pequenos Negócios da Economia Criativa


O Sebrae e o Ministério da Cultura (MinC) assinaram um convênio para estimular o desenvolvimento de pequenos negócios da Economia Criativa. Economia Criativa envolve o segmento empresarial que tem a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos. São empresas de artesanato, arte popular, audiovisual, artes visuais, design, desenvolvimento de games e aplicativos, editoração, moda, música, comunicação, entre outras atividades.
A intenção do Sebrae ao firmar esse convênio é incentivar a qualificação dos empreendedores e gerar oportunidades de negócios e espaço no mercado para esses grandes talentos”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. O convênio terá duração de 36 meses. Uma das ações dessa parceria será a realização de mapeamento dos chamados territórios da Economia Criativa. São bairros, cidades ou regiões que reúnem atividades desse segmento, com potencial para gerar emprego e renda de forma sustentável. O levantamento irá avaliar quais as suas vocações e principais demandas.
Outra iniciativa será a capacitação em gestão empresarial e a qualificação técnica de profissionais e empreendedores criativos. Sebrae e MinC vão oferecer cursos, seminários e editar publicações voltadas para esses temas. O convênio também tem como um de seus eixos a promoção do acesso a mercado para os pequenos negócios criativos. Será criado um site no modelo de bolsa de negócios, em que empreendedores poderão conhecer outros empresários e trocar experiências para que, futuramente, desenvolvam e comercializem produtos. A ministra Marta Suplicy comemorou a parceria com o Sebrae, que considerou histórica. “As pessoas que atuam com a Economia Criativa são inovadoras, mas têm carências na gestão de negócios. Esse é um ponto que poderá ser melhorado com a expertise do Sebrae”.
O setor da Economia Criativa gera 8,54% dos empregos formais no país, com uma renda salarial média de R$ 2.293,64, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Essa renda média é 44% mais elevada do que nos setores da economia tradicional. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esse setor responde por 2,84% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a cerca de R$ 104 bilhões.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/convenio-incentiva-pequenos-negocios-da-economia-criativa

MPEs ampliam as exportações brasileiras


De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Sebrae, o valor exportado por micro e pequenas empresas cresceu 11,3% entre os anos de 2008 e 2011, o que culminou em um fluxo de US$ 2,2 bilhões. Ao todo, o número de MPEs exportadoras brasileiras em 2011 foi de 11.525, com valor médio exportado de US$ 192,8 mil e valor médio exportado por firma aumentado em 14,3%. Ainda de acordo com o levantamento, a participação das MPEs no total de empresas exportadoras manteve-se estável em relação ao ano anterior, alcançando 61,5%, sendo 27,0% referentes às microempresas e 34,5% às pequenas. As micro e pequenas empresas (MPEs) estão desempenhando um papel cada vez mais importante nas exportações brasileiras.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1324054

A importância do relacionamento com o cliente


O termo CRM é um software para a gestão do relacionamento com o cliente (do termo em inglês: Customer Relationship Management). Klaudia Sabino explica que é uma ferramenta para a execução das tarefas diárias de vendas, marketing e serviços e, como resultados e benefícios, possibilita às empresas estarem mais próximas dos clientes, facilitando a aplicação de uma cultura empresarial voltada ao Relacionamento. Na prática, com o CRM, os processos de marketing podem ser realizados, direcionados e monitorados continuamente. Em vendas, a equipe passa a fazer uma melhor gestão da sua carteira de clientes; tem maior controle de cada etapa da venda e de suas atividades (planejamento de visitas, prospecção, propostas, negociações e manutenção) e, em complemento, seu gestor passa a ter dados reais para análises diversas; controle dos resultados de toda a equipe e informações consistentes para a tomada de decisão. O CRM permite identificar detalhadamente os clientes, segmentá-los em grupos distintos, de acordo com seus interesses e, consequentemente desenvolver e entregar produtos, serviços e ações personalizadas. A ferramenta ainda pode auxiliar na qualidade do atendimento e ajuda a construir um rico histórico das interações com os clientes. Possibilita a aplicação do conceito de Marketing de Relacionamento, na visão de que a relação com o cliente deve ser duradoura - constante e contínua - e deve deixar de ser vista como simples transações comerciais. Com a intensa mudança do mercado e do comportamento dos consumidores nos últimos anos, cada vez mais é necessário investir em estratégias e em soluções que ofereçam vantagens competitivas às empresas e que contribuam para a sobrevivência do negócio em longo prazo. Paralelamente, os clientes valorizam aquelas que, além da entrega de produtos e serviços, oferecem-lhes benefícios e “conversam” sobre conteúdos e temas que os interessam, promovendo proximidade, afinidades e lealdade. E são razões como estas que estão fazendo com que a entrada do CRM cresça em diversos segmentos de mercado. Uma importante premissa é saber que CRM e Marketing de Relacionamento são conceitos distintos, porém, complementares. O primeiro é ferramenta e o segundo, estratégia, filosofia e cultura empresarial - a cultura voltada ao cliente que vale Ouro às organizações.

http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/crm-as-medias-e-pequenas-devem-saber-onde-esta-o-ouro/73371/

Saber comprar: uma competência do bom administrador

Saber comprar é uma competência que pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um administrador. O fato é que a todo o momento o empresário é levado a comprar produtos, serviços, ideias, programas de treinamento e desenvolvimento pessoal e uma série de outras coisas. E, quem não sabe comprar pode cometer erros e perder dinheiro. Para se comprar bem, são fundamentais duas coisas:
1) conhecer bastante sobre o que se está comprando;
2) conhecer a tecnologia de negociação e saber se preparar para essa ação.
Tudo começa pelo conhecimento do que se está comprando, pois quem não conhece, não vai saber separar o joio do trigo. Procure informar-se sobre o produto/serviço com associações, outros compradores, etc. Compare fornecedores e negocie a melhor opção.
Sobre negociação, para resolver bem uma situação podem ser necessárias várias competências como técnicas, econômicas, fiscais, jurídicas e trabalhistas, entre outras. O que quer dizer que, conforme a complexidade da negociação será preciso negociar em equipe. Assim sendo, para um comprador, embora seja importante, somente a competência individual pode não ser suficiente. Existe ainda a competência organizacional, quando a empresa deve fornecer todo o apoio logístico necessário para o sucesso de quem estiver comprando.
O empresário deve tomar cuidado para não ser “hipnotizado” pela linguagem vendida a ele: o melhor curso do Brasil, o mais recomendado pela associação, etc. Certifique-se que o que está comprando realmente será útil ao seu negócio.
Saiba negociar: entenda o processo que vai da preparação até o cumprimento do que foi acordado. Não se deixe influenciar pelo vendedor. Certa vez, uma empresa desejava um produto com 24 mil horas de vida útil, mas o vendedor que só tinha o produto com 12 mil horas de vida útil, vendeu assim mesmo. Quando foi perguntado ao gerente comercial se ele não tinha nenhum receio deste fato, a resposta foi: "Lá ninguém controla nada e quem compra não é quem usa o produto. Além do mais, não há um bom sistema de comunicação e banco de dados para fazer o acompanhamento". Aprenda as técnicas de negociação, mas lembre-se que ninguém adquire competência somente porque lê um livro. Isto significa que o conhecimento importante é o que é voltado para a prática. A competência é resultado de muito treinamento e de mudanças de hábitos e condicionamentos, e passa necessariamente por três etapas: consciência da necessidade, mudança e condicionamento. Então, exercite-a.

http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/compras-uma-competencia-essencial-para-um-administrador/67841/

Novas ferramentas para auxiliar o turista

O bem receber na atividade turística vai muito além do agenciamento, da hotelaria e da gastronomia. Empresas de tecnologia da informação são aliadas ao turismo, inovando em ferramentas que auxiliam o turista no destino. São serviços de tradutores em diversos idiomas e compras de ingressos online para shows e eventos de forma facilitada, que podem ser oferecidas a partir do seu empreendimento.
Os empresários da área de tecnologia Cristina Cho, Bruno Koo, Luis Carlos Uehara e Saul Ishira desenvolveram um sistema de tradução por telefone. É um software que permite que a ligação seja encaminhada diretamente para o contato de um dos diversos tradutores cadastrados, de acordo com o idioma e a região da chamada. Atualmente, o serviço funciona somente para o idioma inglês e tem 15 intérpretes disponíveis para atender ao usuário que necessite com urgência de alguém para ajudá-lo em qualquer situação que exija tradução. Para a Copa de 2014, os estrangeiros poderão conversar em inglês, espanhol, italiano, francês e alemão com os intérpretes. A divulgação do serviço da Hello Universe ocorrerá em pontos turísticos, como aeroportos, traslados e outros meios de transporte, casas de câmbio, consulados e embaixadas, agências de turismo, e bares e restaurantes.
Outro exemplo é o portal Eventick, de André Barros Braga, fundador e diretor de marketing. Esse serviço disponibiliza ao usuário a compra de ingressos para eventos de forma ágil. De olho nos futuros negócios vinculados ao grande fluxo de turistas que chegarão ao Brasil para a Copa do Mundo em 2014, “a Eventick oferece uma ferramenta automática para que o próprio gerente do produto faça as inscrições, os convites e as vendas de ingressos”, explica Braga. O diferencial do serviço será a total liberdade de gerenciamento por parte dos produtores de eventos. Além de shows, o site cobre eventos do mercado corporativo, como palestras, congressos, workshops e cursos. Esteja atento às novidades do mercado para oferecer o melhor ao seu cliente.

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=134514#impresso-953863

Ferramentas de divulgação para micro e pequenas empresas

São muitas as opções de comunicação para atingir o público-alvo que micro e pequenas empresas buscam no mercado: publicidade e anúncios em jornais, revistas, rádio, TV e Internet, assessoria de imprensa, redes sociais, comunicação interna, revistas e jornais segmentados, eventos... Então como escolher aquelas mais adequadas ao seu negócio, capazes de atingir os resultados esperados? Investir em comunicação é pensar, primeiramente, sobre o negócio. Afinal, o que sua empresa quer comunicar? Para quem deseja comunicar? Mercado? Clientes? Fornecedores? Parceiros? Potenciais clientes? Com isso esclarecido, é fundamental analisar quais são as ferramentas de comunicação disponíveis e adequadas para atingir os objetivos da sua empresa, além da verba e tempo médio de retorno esperados para os resultados. Optar por uma ferramenta de comunicação direcionada pode exigir menos investimentos, porém com mais retornos. A seguir, oito descrições de mecanismos de comunicação que podem beneficiar micro e pequenas empresas:

- Assessoria de imprensa: É uma ferramenta aliada na construção de imagem, reputação e exposição da empresa. A assessoria de imprensa gera notícias relevantes sobre a empresa e as apresenta a jornalistas que podem se interessar e publicá-las espontaneamente. É através dessa ferramenta que muitas empresas estão em jornais, revistas e portais, tornando-se conhecidas. Seu custo é relativamente baixo, se comparado a outras ferramentas de comunicação.

- Redes sociais: Uma maneira simples e rápida de se fazer presente, mas antes de entrar, saiba que existem várias opções de redes sociais com finalidades diversas. É necessário estabelecer uma estratégia, ter um bom site ou um canal de notícias, saber o que comunicar e como (público-alvo). Redes sociais exigem tempo, dedicação e monitoramento.

- Blog corporativo: Um blog corporativo pode ser uma boa opção para gerar conteúdo relevante sobre sua empresa e área de atuação, além de ser uma ferramenta indicada para gerar tráfego para seu site e, também, para o cliente encontrá-lo mais facilmente. Pode ainda ser uma forma da empresa se tornar referência em um determinado assunto. O investimento para um blog é baixo, mas exige dedicação de um profissional, que será responsável por gerar conteúdo, compartilhá-lo e interagir com os participantes.

- Revistas customizadas: Uma ferramenta para falar direto com o cliente, parceiro ou fornecedor, reforçando valores e diferenciais da empresa. Essa opção é flexível e oferece formatos e tamanhos diversos, que podem ser adaptáveis ao orçamento da empresa.

- Newsletter: Chegar até o cliente com informações semanais, quinzenais ou mensais pode ser uma solução ágil para transmitir conteúdo. Respeitando uma periodicidade, essa ferramenta pode ser útil para criar vínculo com o público-alvo, gerar confiança e credibilidade. Com baixo investimento, também pode ser um canal de contato com o cliente via cadastro no site da empresa.

- Comunicação interna: Falar com colaboradores, vendedores ou representantes pode ser uma solução para motivá-los, valorizá-los e fazer com que eles se sintam parte da empresa. A comunicação interna pode ser feita por meio de informativos, jornal mural, grupos em e-mails, entre outras opções. O investimento pode ser adaptável ao porte e necessidade da empresa.

- Links patrocinados: Mais de 50% das pessoas fazem buscas na internet. Aparecer nesses mecanismos pode aumentar as chances de negócios. Com uma campanha bem feita é possível qualificar visitantes e convertê-los em clientes. O investimento é configurável, sendo permitido estabelecer valor diário para a campanha, alternar dias e horários, além de determinar teto máximo de custo.

- Design: Bons materiais impressos e online podem determinar a imagem da empresa. Quando possuem qualidade e são bem desenvolvidos transmitem credibilidade e conceito, atraindo olhares para a empresa. Num primeiro contato, a apresentação fará toda a diferença, por isso, o custo-benefício do investimento vale do cartão de visitas aos anúncios da empresa. Ter boa imagem é uma grande aliada!

http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/artigo-comunicacao-para-micro-e-pequenas-empresas/80176/

Vendas por atacado em crescimento


De acordo com a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), o setor de atacado registrou crescimento real nas vendas de 4,14% de janeiro a julho se comparado ao mesmo período de 2012. O número está acima do acumulado do primeiro semestre, quando a alta atingiu 3,38%, sinal de aceleração no desempenho do setor. As vendas cresceram 8,62% em julho sobre o mesmo período do ano passado e de 9,01% na comparação com junho de 2013. Segundo o presidente da associação, José do Egito Frota Lopes Filho, a expectativa é de uma alta real de 3,5% nas vendas em 2013, uma taxa considerada conservadora, já que até o momento o setor cresce mais de 4%. “Preferimos trabalhar com uma análise mais ‘pé no chão’”, disse ele. O crescimento acima da média do varejo do país (que, em termos nominais, cresce cerca de 9% neste ano) reflete a força do atacado num período de desaquecimento econômico. “As pequenas lojas, que atendem em bairros e regiões fora das grandes cidades, continuam registrando bons resultados e atendemos esse mercado”, disse. Para efeito de comparação, as instituições financeiras pesquisadas pelo Banco Central estimam alta do PIB de 2,35% para este ano.

http://www.valor.com.br/empresas/3268496/atacado-cresce-acima-do-varejo-em-2013

Como a sustentabilidade pode aumentar a lucratividade da empresa


Durante muitos anos trabalhar com a sustentabilidade era sinônimo de aumento de custos, licença para operar ou, na melhor das hipóteses, uma ação de marketing para melhorar a imagem da empresa. Hoje, nas grandes organizações, predomina o entendimento de que a sustentabilidade deve fazer parte da estratégia competitiva, pois ajuda a gerar e proteger valor, sendo fundamental para a longevidade dos negócios. Segundo a pesquisa “A New Era of Sustainability”, realizada em 2010 pela Accenture com 766 executivos de 13 setores industriais diferentes, as palavras "marca, confiança e reputação" eram citadas por 72% dos CEOs como um dos três principais fatores que os impulsionavam a agir em questões de sustentabilidade. 91% deles relataram que sua empresa empregaria novas tecnologias, como energias renováveis, eficiência energética, tecnologias da informação e comunicação, para abordar questões de sustentabilidade ao longo dos próximos cinco anos. Para que a sustentabilidade, de fato, seja incorporada à gestão de uma empresa, a sua liderança deve estar comprometida a investir na educação e desenvolver, de forma transversal, a competência da sustentabilidade nas suas equipes. No Brasil, poucas são as organizações que trazem o conceito da sustentabilidade integrado em sua gestão ou com papel transformador. A maioria delas está na fase de engajamento. São transparentes em seus processos, possuem a intenção de elaborar estratégias de sustentabilidade, melhorar relacionamento com stakeholders e liderança, mas não são inovadoras em seu modelo de negócio, não desenvolvem atividades integradas em prol da sustentabilidade, tão pouco são transformadoras em suas ações. Dessa forma, algumas empresas precisam tratar a sustentabilidade como algo indispensável para a melhoria contínua da gestão, visando aumentar sua lucratividade. De acordo com a pesquisa “The Innovation Bottom Line”, do MIT Sloan Management Review – 2013, com colaboração da consultoria Boston Consulting Group, que ouviu cerca de 2.600 executivos, mais de 60% das empresas que mudaram seu modelo de negócio e que têm a sustentabilidade como pilar estratégico de sua gestão disseram ter lucros maiores devido à sustentabilidade, comprovando os melhores resultados financeiros. A sustentabilidade é capaz de aumentar a lucratividade de uma empresa, desde que ela tenha uma visão sistêmica da cadeia de valor e atue como um agente transformador de seus colaboradores, parceiros, fornecedores, clientes e consumidores de forma geral. É uma busca contínua e conseguirá chegar à frente a empresa que utilizar a sustentabilidade para melhorar sua gestão, inovar e compartilhar valor. Afinal, se uma solução mais sustentável tiver um custo maior para o cliente, certamente ela não é a mais sustentável.

http://www.cebds.org.br/gestao-que-gera-lucratividade-sustentavel/

Responsabilidade social ainda é pouco praticada nas empresas


O Relatório Global de Sustentabilidade Empresarial 2013, publicado pelo Pacto Global da ONU, constatou que muitas empresas definiram metas e políticas na área de responsabilidade social, mas falharam na aplicação. O relatório pesquisou cerca de 2 mil empresas em 113 países.
Nesse universo, por exemplo, 65% das empresas desenvolvem ou acompanham políticas de sustentabilidade a partir do alto escalão, mas apenas 35% dos gerentes recebem treinamento para integrar a sustentabilidade nas estratégias e operações; 90% dos conselhos de administração discutem e agem sobre questões de sustentabilidade como parte de sua agenda regular ou conforme a necessidade, mas apenas 8% criaram pacotes de remuneração para os executivos com base no desempenho na área.
O relatório também destaca que o compromisso com os princípios de sustentabilidade, como a proteção dos direitos humanos, a transparência e a prestação de contas, a gestão ambiental e a inclusão social afetam o desempenho das empresas. “A sustentabilidade corporativa é um negócio sério. Ela influencia o sucesso financeiro de longo prazo”, disse o diretor executivo do Pacto Global da ONU, Georg Kell, a jornalistas em Nova York.
A maior dificuldade para implementar políticas de sustentabilidade está nas cadeias de abastecimento. Mesmo que a maioria das empresas estabeleça regras para seus fornecedores, resta acompanhar e prover adequadamente o cumprimento delas no dia a dia: 11% das empresas pesquisadas dão recursos aos fornecedores para projetos específicos de melhoria; 11% analisam e comentam planos de reparação ambiental dos fornecedores; 16% ajudam os fornecedores com definição e revisão de metas; 9% verificam as atividades de reparação ambiental.

Veja o relatório na íntegra (em inglês):
http://goo.gl/QSMCPJ

Lançado em 2000, o Pacto Global da ONU é a maior iniciativa de responsabilidade corporativa do mundo, com mais de 8 mil empresas em 144 países.
http://www.onu.org.br/responsabilidade-social-empresas-falam-muito-e-fazem-pouco-revela-pesquisa-da-onu/

Turismo Brasileiro em Alta

Você conhece o turista internacional? Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo divulga informações sobre o turismo receptivo internacional a partir de dados coletados nos principais portões de entrada de turistas no Brasil. A pesquisa revela o perfil sócio- econômico dos turistas, as características da sua viagem e a avaliação dos estrangeiros que visitam o Brasil sobre os serviços e equipamentos turísticos do país. O estudo aponta que o Brasil recebeu um número recorde de turistas estrangeiros em 2012 e que a maioria deles (84,5%) considerou a viagem satisfatória. De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), foram 5,67 milhões de visitantes estrangeiros em 2012. A maioria dos turistas veio da Argentina: 1,67 milhão de visitantes. Em seguida, os norte-americanos (586 mil), os alemães (258 mil) e os uruguaios (253 mil). Ainda segundo a pesquisa, 84,5% declararam que a viagem atendeu plenamente ou superou expectativas e 95,7% afirmaram que pretendem voltar ao país. Os serviços mais bem avaliados foram a hospitalidade do povo (97,7%), a gastronomia (95,5%) e a hospedagem (93,2%). Os fatores com menor grau de satisfação foram os preços de produtos e serviços (com 56,1% de aprovação), a telefonia (67,7%), as rodovias (70%), os aeroportos (73%) e a sinalização (76,5%). Foram entrevistadas 31.039 pessoas em 10 regiões de fronteira terrestre e 15 aeroportos internacionais brasileiros. Conheça o estudo na íntegra e adapte-se às necessidades do turista.

http://goo.gl/4paZsB

A Influência do Marketing no Comportamento do Consumidor

Para Mariana Cavalcanti Silveira Miranda – consultora de empresas do SEBRAE de Goiás – o marketing está presente a todo momento na vida do consumidor e é responsável por ativar seus estímulos externos, por meio das cores dos produtos, da aparência como um todo; e internos, como satisfação pessoal, prazer de consumir, etc.
De acordo com especialistas, todos os possíveis motivadores que impulsionam o maior fluxo de compras estão relacionados com a influência que o Marketing exerce sobre os consumidores. "Esse conjunto de características trabalhadas pelo Marketing nos meios de comunicação, como a TV, o rádio, jornais e internet é responsável por despertar nos consumidores uma necessidade que eles ainda nem haviam percebido que existia", comentou Mariana. De acordo com ela, é a soma das provocações dos comerciais somados a esses estímulos trabalhados pelo Marketing que têm o poder de influenciar a compra e a escolha do produto a ser adquirido.
Segundo Cárbio Waquet - administrador e especialista em Marketing, professor do Instituto de Pós-Graduação (Ipog), em Goiânia - uma das ferramentas mais poderosas do Marketing é o emocional que, bem trabalhado pelas marcas, acaba virando referência aos clientes. "Cada vez mais consumo e marca se tornam iguais", afirma. Conforme o professor, as marcas se consagram no mercado quando ganham a simpatia e a confiança do público, se tornando sinônimos dos próprios produtos. Como pontuou, casos como esses são comuns hoje no mercado, como marcas de refrigerantes, chinelos, produtos de cozinha, limpeza, higiene pessoal, entre outros.
De acordo com Mariana, um dos fatores que contam para essa popularização é o que os especialistas da área chamam de "posicionamento" da marca. "Um produto bem posicionado, que mostra o valor da empresa, as qualidades do que está sendo vendido, suas funcionalidades, entre outros fatores vantajosos, acaba ficando na mente do consumidor e influenciando na decisão de compra."
"Mas esse patamar só é atingido pela marca quando o produto anunciado atende às necessidades do consumidor. Quando isso não acontece e frustra alguma expectativa, todo o trabalho do Marketing é jogado fora", afirmou Cárbio.

http://www.femicro-es.com.br/201309021198/Micro-Pequenas-Empresas/provocacao-de-estimulos.html

Pequenos negócios sofrem com ataques pela internet

O "Estudo Global sobre a Segurança na TI Empresarial", da Kaspersky Lab, apontou que 63% das pequenas empresas e 60% das organizações de médio porte sofreram algum tipo de ataque no último ano. O estudo contou com as respostas de mais de 3.300 empresas de 22 países – incluindo o Brasil. Na América Latina, 68% das companhias pesquisadas foram vítimas de vírus, spywares e outros programas maliciosos nos últimos 12 meses. O relatório apontou ainda que as PMEs implementaram menos medidas de segurança, com 19% das pequenas empresas e 15% das médias alegando ter adotado medidas de segurança de TI somente após serem vítimas de algum tipo de ataque cibernético. Já a segurança preventiva faz parte da rotina de 25% das PMEs entrevistadas. A pesquisa também apontou que cada vez mais profissionais de TI estão considerando os dispositivos móveis pessoais como uma ameaça à segurança, porém as empresas não mostram nenhum sinal de proibição ou limite no uso desse tipo de aparelho. Por exemplo, smartphones pessoais são proibidos em 19% das empresas, enquanto o acesso completo aos recursos corporativos via dispositivos móveis é fornecido por 33% das companhias. As empresas de pequeno porte são menos propensas a introduzir restrições. O uso de notebooks pessoais é permitido em quase metade dessas empresas (48%), enquanto que nas grandes empresas o número cai para 39%. O estudo entende como pequenas empresas aquelas que possuem entre 10 e 99 computadores, empresas de médio porte as que possuem entre 100 e 999 computadores, e grandes empresas aquelas com mais de mil computadores.

http://corporate.canaltech.com.br/noticia/seguranca/63-das-pequenas-empresas-sofreram-ataque-de-malware-nos-ultimos-12-meses/

Dicas para montar um bom time


Segundo Michael Fertik, não há formas de calcular o sucesso, mas há meios de mitigar os riscos de fracasso. Uma das mais eficientes é a escolha criteriosa das pessoas que compõem o time. Criador do site Reputation.com, especializado em monitoramento e controle online de reputação de pessoas e instituições, ele diz que saber entender as pessoas é o seu trabalho. Confira o que Fertik diz sobre como achar pessoas ideais:
Encontre o cofundador certo: um sócio certo é vital, uma vez que problemas entre os fundadores são um dos principais motivos de falha.
Colegas de faculdade não são o casamento perfeito: contratar pessoas baseado em convivência ou relações afetivas frequentemente termina em uma saída conflituosa da empresa e da amizade. Há muitas formas de contratar. Procure uma que seja apenas profissional.
Seu CIO deve ser faminto e esperto: empresas nascentes de tecnologia estão sempre à beira da falência e não há tempo para descanso. O diretor de tecnologia carrega um grande fardo e, sem essa pessoa, não há produto. Esse profissional precisa ser imbuído de um espírito de superação e da vontade de trazer um novo produto.
Escolha um perfeccionista de produtos: o CEO pode ter o cérebro e o CIO, a tecnologia. Mas uma empresa também precisa de alguém que conheça intimamente o ambiente em que a empresa vai entrar. Pode ser um cofundador ou um funcionário, mas tem de ser alguém que saiba fazer projeções e previsões sobre o mercado.
Não contrate quem você não precisa: o trabalho enxuto é perfeitamente apropriado para os primeiros anos de vida. Se o negócio não puder se desenvolver com o mínimo de recursos, ele não é viável. Por isso, a contratação de um diretor, um especialista em finanças ou um relações públicas não deve ocorrer antes de a empresa estar definitivamente estabelecida.

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI338853-17180,00-PASSOS+A+SEGUIR+AO+FORMAR+A+EQUIPE+DA+SUA+EMPRESA.html

As empresas precisam se adaptar às mudanças para sobreviver

De acordo com a 9ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros, que integra a 16ª Pesquisa de Líderes Empresariais Globais (16ª Pesquisa Anual Global com CEOs), da PwC Brasil, após uma década as corporações de todo o mundo estão cada vez mais atentas à necessidade de saber lidar com a adversidade. Num mundo globalizado, em que países e economias estão interligados, a necessidade de antecipação e cautela passa a ser cada vez mais relevante. Neste cenário, o Brasil ocupa um lugar promissor, pois é considerado um dos três mercados mais importantes para as perspectivas de crescimento das empresas, somente atrás de China e Estados Unidos, afirma Fernando Alves - sócio-presidente da PwC Brasil.
O estudo também coloca o país entre aqueles cujo crescimento deve acelerar, e faz uma projeção de expansão média do PIB de 4% ao ano entre 2013 e 2015. Os CEOs de todo o mundo estão mais otimistas do que no ano passado: 52% acham que a economia global vai permanecer estável nos próximos 12 meses. No Brasil, esse índice chega a 56%. Internamente, apesar de 44% dos entrevistados se mostrarem muito confiantes no fato de que as receitas de suas empresas seria superior ao de 2012, problemas recorrentes são apontados como ainda carecendo de solução. A infraestrutura aparece como motivo de preocupação, e as empresas estão céticas quanto à atuação do governo nessa área. Os CEOs também temem ameaças fiscais e políticas. A incerteza ou volatilidade econômica está no topo da lista de preocupações em todo o mundo pelo terceiro ano consecutivo. Esse aspecto foi apontado por 81% dos líderes globais e também é o maior temor entre líderes dos BRICs (76%). No Brasil, esta foi considerada a segunda maior ameaça (67%), superada pela prática de corrupção e suborno: 69%. A alta e complexa carga tributária (62% no Brasil reclamam do excesso de regulação), outro problema antigo, a falta de qualificações-chave, também ocupa lugar de destaque na lista de ameaças às perspectivas de expansão.
O que os CEOs estão fazendo para tornar suas organizações mais resistentes nesta época de “instabilidade estável”? O estudo mostra que eles estão optando por três tipos de abordagem:
- Mirar oportunidades inexploradas
- Ampliar o foco no cliente
- Melhorar a eficiência operacional
Para crescerem e se tornarem mais fortes, as empresas brasileiras estão se voltando para seu próprio país -
44% dos CEOs apostam no mercado interno como a principal oportunidade para incrementar seus negócios nos próximos 12 meses e investir na capacidade de produção surge como a maior prioridade (42%), seguida da ampliação da base de clientes e da melhora no atendimento (ambas com 40%). Em longo prazo, qualificar a força de trabalho se torna crucial. Mas não basta ser eficiente e contar com as condições estruturais adequadas. É preciso demonstrar comprometimento social e transparência nas ações. Não por acaso, a preocupação em promover uma cultura ética dentro das organizações é apontada como prioridade. O estudo revela ainda que os líderes empresariais no Brasil estão mais atentos aos usuários de mídias sociais do que seus colegas em todo o mundo, o que não é de se admirar quando se sabe que os brasileiros estão entre aqueles que mais acessam essas plataformas. O único caminho é a construção de organizações que podem sobreviver e prosperar em meio à desordem: organizações ágeis e flexíveis, capazes de lidar com turbulências e emergir mais fortes do que antes. “Se você não evoluir e mudar, você irá para trás. É física pura”, diz Larry Fink, presidente e CEO da empresa global de gestão de ativos BlackRock Inc. A 16ª Pesquisa Anual Global com CEOs da PwC ouviu 1.330 líderes empresariais em 68 países, incluindo o Brasil. A 9ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros (que integra a pesquisa global) traz informações específicas sobre o Brasil comparativamente a informações globais equivalentes. Leia o documento na íntegra.

http://www.pwc.com.br/pt/ceo-survey-brazil/assets/pesquisa-lideres-13.pdf

Líderes Reais x Líderes Ideais


Segundo uma pesquisa da Hunter Consulting Group – empresa de consultoria de recursos humanos, com mais de 300 executivos de empresas brasileiras e multinacionais, há uma longa distância entre o líder ideal e o perfil de liderança encontrado nas empresas hoje. O estudo avaliou três quesitos:
- as competências exigidas para cargos de liderança dentro das companhias
- o perfil que eles consideram ideal para um líder
- as características verificadas na liderança atual
A competência dos líderes mais citada como desejada pelos executivos, por exemplo, foi a capacidade de desenvolver pessoas (88%). No entanto, apenas 31% deles admitem que suas equipes possuem esta habilidade. A CEO da consultoria, Ana Paula Zacharias, destaca que a maior discrepância aparece quando se observa a capacidade de inspirar os liderados: 79% acham esse um aspecto importante, mas apenas 15% apontam encontrar essa competência nos líderes da sua empresa. "A inspiração vinda da liderança leva a diversos comportamentos que desdobram o negócio: inovação, criatividade, engajamento e empreendedorismo", completa. Veja abaixo a tabela que mostra a porcentagem desejada e a encontrada atualmente de cada uma das competências citadas na pesquisa:

Competências

Observadas nos líderes atuais

Perfil ideal

Conectar-se com os valores da empresa

56%

79%

Senso de urgência

48%

54%

Negociador

48%

58%

Político

47%

14%

Colaborativo

46%

59%

Conservador

44%

1%

Informalidade

40%

6%

Assume riscos

36%

68%

Ambição

35%

20%

Promover o desenvolvimento de pessoas

31%

88%

Empreendedor

29%

64%

Justo

28%

62%

Hábil

26%

39%

Promover mudanças

25%

61%

Inovador

25%

59%

Feliz

16%

29%

Extroversão

15%

10%

Corajoso

15%

28%

Inspirador

15%

79%

Transformador

13%

56%

http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/o-que-as-empresas-precisam-e-os-chefes-nao-tem?page=1

Compras Online em Crescimento no Brasil


A E-Bit, empresa especializada em informações sobre comércio eletrônico, apresentou um relatório sobre os dados do e-commerce e o perfil dos novos e-consumidores brasileiros. O primeiro semestre de 2013 cresceu 24% em relação ao mesmo período de 2012, chegando a um faturamento de R$ 12,74 bilhões. A previsão é que o faturamento do varejo online no Brasil cresça 25% em 2013 alcançando ao final do ano R$ 28 bilhões. O volume de pedidos avançou 20%. O tíquete médio alcançou R$ 359,49, alta de 4%. De acordo com a E-bit, a categoria de moda e acessórios se consolidou na primeira posição com o maior volume de pedidos. O segmento representou 13,7% das compras do primeiro semestre. O segmento de eletrodomésticos ficou em segundo lugar, com 12,3%, seguida por cosméticos, perfumaria, cuidados pessoais e saúde, com 12,2%. A categoria de informática respondeu por 9% dos pedidos e a de livros, assinaturas e revistas, por 8,9%. De acordo com o estudo da E-bit, a maior parte do público consumidor online é feminino (55%), na faixa etária dos 25 aos 49 anos (67%). Ao analisar escolaridade e renda familiar, a presença mais forte é da classe C. Em relação aos estudos, pessoas com ensinos Fundamental e Médio são maioria (46%). Já no quesito renda, a faixa mais relevante é a de pessoas com ganhos de até R$ 3 mil (58,62%).

http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2013/08/22/02310-relatorio-da-e-bit-aponta-perfil-dos-novos-consumidores-do-comercio-eletronico

Qualificação para Empresários Brasileiros


Pesquisa da Endeavor Brasil, com o apoio da Ibope Inteligência, aponta que os maiores problemas enfrentados pelos empreendedores brasileiros estão ligados à falta de conhecimento, principalmente, em gestão de pessoas, fluxo de caixa e administração de negócio. O diretor do Instituto Você, Mário Quirino, afirma que a constante qualificação é essencial para o crescimento e o desenvolvimento profissional. “O mercado de trabalho está sempre mudando e inovando. É fundamental que os empresários procurem formas para impulsionar o rendimento profissional”, diz. O investimento em capacitação, cursos e treinamentos para gestão, negócios e recursos humanos tem sido uma iniciativa de executivos que desejam cada vez mais se profissionalizar. “Atualizar-se nunca é demais para um empreendedor. Temos de buscar diversas formas para detectarmos novas oportunidades”, revela Christina Fabel, sócia e diretora pedagógica do Colégio ICJ.

http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=10582

Lições de empreendedorismo do Superman


O mundo dos super-heróis continua atraindo multidões para os cinemas. No filme “Homem de Aço”, um dos desafios do roteirista foi fazer um Superman mais realista e que existisse no mundo real. A “carreira” de sucesso do Superman entretém, diverte e ainda passa sete lições de empreendedorismo conforme indicam especialistas, veja quais são elas:

1 - Ter responsabilidade social
Pierre Mantovani, sócio do site de entretenimento Omelete, diz que o Superman é admirado por sua preocupação em ajudar as pessoas. Ele diz que os empreendedores devem ter esse objetivo para fazer sucesso.
"O dono de um negócio deve estar focado em melhorar a vida das pessoas. Ele tem de trabalhar com ética e respeito pela comunidade em que está inserido, pelos clientes e funcionários", declara.

2 - Ser determinado
Carlos Alberto Sauandag, diretor da CAS Stands, empresa fabricante de estandes para feiras e eventos, diz que a vida do empreendedor se assemelha ao do Superman quando ele enfrenta perigos e batalha.
"Mesmo frente às dificuldades, o empreendedor não desiste, arrisca tudo para vencer o inimigo porque ele acredita no seu ideal. O empreendedor tem uma obstinação incrível. Ele não cede! Alguém se lembra do Clark Kent desistindo ou ignorando um pedido de ajuda? Tenho certeza de que não!"

3 - Ter percepção aguçada
Sauandag diz, também, que quem possui negócio próprio é capaz de desenvolver poderes parecidos com os do super-herói.
"O empreendedor aprende a desenvolver uma percepção aguçada, olhos e ouvidos ficam atentos a tudo. Ele passa a prestar atenção a todos os detalhes, o que é fundamental para identificar novas oportunidades, ou a hora de bater em retirada e recomeçar."

4 - Equilibrar vida pessoal e profissional
Wagner Oliveira, diretor geral da Woli Consultoria e Treinamento, diz que equilibrar a vida pessoal com a profissional é um desafio para os empreendedores, assim como é para o Superman.
"Muitas vezes, a vida pessoal do super-herói sofre prejuízos por causa de seu compromisso com a vida profissional. O mesmo acontece com quem tem negócio próprio. O empreendedor tem de tentar conciliar e aprender a conviver com as angústias que, às vezes, isso gera", declara.

5 - Conhecer outros universos
Elaine Rodrigues, da consultoria empresarial Gabinete Jurídico, diz que, da mesma maneira que o Superman pode voar pelo universo e conhecer outras galáxias, o empreendedor não deve focar apenas no segmento econômico em que sua empresa atua.
"O empresário não pode se confinar na sua especialização. Uma visão generalista dos segmentos econômicos pode ampliar o raio de visão e de prognóstico, o que auxiliará, sem sombra de dúvida, no planejamento do negócio."

6 - Ter compradores
José Augusto Wanderley, autor do livro "Negociação Total – Encontrando Soluções, Vencendo Resistências e Obtendo Resultados", diz que o sucesso do Superman não se deve aos seus superpoderes ou ao fato de ele ser um defensor da Justiça.
"Ele faz sucesso porque as pessoas gostam e consomem suas histórias. Para que isso continuasse acontecendo, o Superman sofreu várias alterações e passou por várias fases. Isto vale para um empreendedor. Uma empresa só terá sucesso se tiver compradores para seus produtos ou serviços", afirma.

7 - Conhecer seu ponto fraco
Assim como o Superman tem a kryptonita – material proveniente de seu planeta natal– como seu ponto fraco, as empresas também possuem os seus.
"Um empreendedor deve estar atento a todos os elos da corrente da sua empresa, ou seja, é importante ter uma visão sistêmica. Ele deve considerar qualquer situação tendo em vista o elo mais fraco", declara Wanderley.
Agora que você já conhece alguns dos “poderes” do super-herói, veja quais deles podem ser incorporados na sua vida de forma a torná-lo um superempreendedor!

Link: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/07/12/veja-7-licoes-de-empreendedorismo-tiradas-da-historia-do-superman.htm

O perfil dos investidores-anjos


No Congresso sobre Investimento-Anjo realizado em Julho, a Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.net), organização sem fins lucrativos de fomento do investimento-anjo para apoio ao empreendedorismo, divulgou dados de uma pesquisa que mapeou os dados básicos do perfil dos investidores-anjos no Brasil:

Sexo: A predominância masculina ainda é quase absoluta, representada por 98% do sexo masculino, tendo apenas 2% do sexo feminino.

Idade: A idade média dos investidores-anjo é de 44,3 anos, com mínima de 25 anos e máxima de 67 anos apurada na pesquisa.

Atividade principal: Ficou comprovada que a atividade principal dos investidores-anjo é como Empresários/Empreendedores, com 50% do total; os outros 50% são divididos entre executivos (29%), Profissionais Liberais (6%), Outros (2%) e os restantes 13% são por profissionais dedicados a investimento.

Dedicação: Tendo em vista a atividade de investimento-anjo não ser a principal da maioria dos pesquisados, a sua dedicação média para a atividade é de 25% do seu tempo total disponível.
A pesquisa também apurou os principais indicadores da atividade de investimento-anjo, como:
Número de investimentos efetivados e previstos: foi apurada uma média de 2,5 investimentos por investidor-anjo, demonstrando que ainda estão na fase de formação de carteira, o que é corroborado pela média prevista de efetivarem 4,1 investimentos nos próximos dois anos, aplicando em média um total de R$ 416 mil por investidor.

Interesse: A pesquisa também levantou os setores de interesse dos investidores, sendo apontado por 75% dos entrevistados a área de TI, 56% aplicativos para smartphones, 44% saúde/biotecnologia, 42% e-commerce, 38% de educação, 35% de entretenimento e 13% de outros setores.

Por fim, foi perguntado para cada entrevistado, qual o maior desafio que o investidor tem, qual grau de dificuldade ele considera para superá-los, ficando em primeiro lugar a falta de estímulos fiscais com média 3,2 (de um máximo de 4), seguido por dificuldades de desinvestimento e de receber projetos bons, ambos com média 3, a preocupação com passivos que a empresa venha a adquirir ficou com nota 2,8, entretanto cabe destacar que como a pesquisa é sobre investidores ativos, estes de certa forma já assumiram este risco, pois quando avaliamos potenciais investidores, este é primeiro item apontado pelos mesmos. Os itens de risco de investimento e encontrar coinvestidores ficaram com notas 2,5 e 2,4 respectivamente.

Ou seja, a pesquisa aponta que o investidor-anjo ainda está em fase de desenvolvimento, com um número pequeno de investimentos efetivados porém com vontade de triplicar a sua carteira atual.

Se você pensar em abrir ou já tem um negócio nas áreas de interesse desses investidores, considere a possibilidade de apresentar o projeto para um deles. A Apple, o Google, o Facebook e a Fedex dos EUA e a Bematech e o Buscapé do Brasil são exemplos de empresas que tiveram investidores-anjos na sua história. Que tal colocar a sua empresa nessa lista de sucesso?

Link: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=10374

Vencendo o medo de empreender


Sentir medo da incerteza, de correr riscos, faz parte da realidade de quem vai criar um negócio, mesmo que esse empreendedor tenha feito pesquisas, estudado cuidadosamente o mercado em que vai atuar e tenha feito um plano de ação.
A boa notícia é que existem maneiras de superá-lo e tomar coragem de arriscar no próprio negócio. Para ajudá-lo, os especialistas Thiago de Carvalho e Marcos Hashimoto deram seis dicas para a Revista Exame:


1) Não faça comparações
Uma das principais dúvidas na hora de empreender é se as condições do emprego, como salário, benefícios e horários, serão mantidas na nova atividade. “Mais do que risco e medo, as pessoas ficam comparando o que elas têm hoje e esperando a grande ideia”, diz Carvalho. Segundo ele, é mais importante se encontrar em uma atividade que traga satisfação do que medir apenas pelo aspecto financeiro.
2) Entenda o que é risco para você
A percepção de risco, segundo Hashimoto, é algo muito particular. “Se você é o tipo que olha para o céu claro e mesmo assim tem um guarda-chuva, indica que é menos receptivo a risco”, diz. É importante avaliar, com base nas escolhas diárias e de investimentos, qual é o seu limite para se arriscar.
3) Descubra de onde vem a dúvida
Entender de onde vem o medo ao risco é essencial para poder solucioná-lo. “É legal saber quais são as origens dessa insegurança. É uma insegurança muito específica de cada um”, indica Carvalho. Descubra se o medo é impulsionado por falta de capital, de habilidades técnicas ou mesmo por circunstâncias pessoais.
4) Planeje-se
Um planejamento de médio e longo prazo ajuda a amenizar o medo e também reduzir os riscos. “Esse planejamento ajuda a pessoa a entender melhor o negócio. Algumas pessoas acabam ignorando retornos dos consumidores que não gostam do produto delas. Elas criam modos de pensar e acabam não observando o mercado”, explica Carvalho.
Este planejamento é essencial se o negócio for em uma área em que o empresário tem pouca experiência. O mais indicado é conversar com o máximo de pessoas possível para entender o mercado.
5) Avalie o impacto dos riscos
Entender o que o risco vai causar na sua vida é importante para avaliar quais ameaças serão priorizadas. “Na avaliação de risco, precisa saber quais são as ameaças que podem sair do controle”, diz Hashimoto. Segundo ele, uma ótima forma de reduzir a incerteza é participar de cursos e seminários e conversar com especialistas.
O passo seguinte é entender quais são os maiores riscos, avaliando o impacto e a probabilidade de cada um. “Se o impacto é pequeno e a chance de acontecer é grande, o risco talvez seja alto”, indica.
6) Faça uma autoavaliação
O autoconhecimento é essencial para entender como cada empreendedor lida com o risco e com a ideia de abrir um negócio. “Esse autoconhecimento é importante para quem está buscando uma carreira como o empreendedorismo. Não tem certo ou errado em termos de carreira”, diz Carvalho. Avalie-se e meça até que ponto você está disposto a ir pelo próprio negócio.
Seguindo essas seis dicas você se sentirá muito mais confiante! Lembre-se sempre que tudo o que você deve evitar é ficar paralisado pelo medo e não ir em frente com os seus projetos!

Link: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-formas-de-driblar-o-medo-para-empreender

Incentive a inovação


A inovação nem sempre está atrelada à tecnologia. Significa também o ato de fazer algo ainda não realizado. E ela pode ocorrer sem limites ou em campos de atuação pré-definidos, ou ainda em momentos distintos, como em etapas iniciais, intermediárias e/ou finais da concepção de um produto, serviço, processo ou qualquer outra forma inovadora de se fazer ou produzir algo de forma diferente dos padrões vigentes. Porém a prática da inovação deve ser incentivada e suportada pela empresa, num ambiente propício e com recursos humanos e financeiros estrategicamente alocados. Por isso deve ser feito um planejamento estratégico para orientar as ações do negócio e atingir as metas propostas. Um produto, serviço ou processo inovador é um dos principais diferenciais competitivos da empresa, pois representa a capacidade de antecipação de uma necessidade ou desejo de um determinado público e a coloca à frente de seus concorrentes. E estar à frente do mercado, inovar, ditar tendências e “criar” o consumo, acarreta resultados muito superiores e sustentáveis em relação aos concorrentes. Portanto, inove você também.

http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/inovacao-estar-um-passo-a-frente-faz-a-diferenca/72152/#

Micro e pequenas empresas são maioria no varejo alimentar


Uma pesquisa do Serasa Experian mostra que 85% dos estabelecimentos do varejo alimentar no Brasil são micro e pequenos negócios. Sendo 47% da parcela de micro empresas (com faturamento anual entre R$ 60 e R$ 360 mil) e 38%, pequenas (com ganhos entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões ao ano). Os empreendedores individuais representam 12,7% deste mercado e faturam até R$ 60 mil anualmente. A região Norte concentra 4,5% do setor nacional, sendo que para cada 100 empresas do varejo alimentar, 21 são empreendedores individuais na Região. No primeiro semestre deste ano, o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio registrou alta de 6,1% na atividade do varejo alimentar, diz o estudo. "O desempenho é considerado bom pelos especialistas e denota a capacidade de crescimento deste mercado", diz a Serasa.

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2013/08/micro-e-pequenas-empresas-sao-85-do-varejo-alimentar-no-pais-diz-serasa.html

Embratur divulga estimativa de gastos durante a Copa de 2014


A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), órgão ligado ao Ministério do Turismo, divulgou que brasileiros e estrangeiros devem gastar R$ 25,2 bilhões em viagens durante a Copa do Mundo de 2014.
No estudo, economistas da Embratur se basearam no gasto médio de turistas de eventos no Brasil e nos gastos realizados por estrangeiros na última edição da Copa do Mundo, em 2010. Eles estimam que os brasileiros gastem R$ 18,35 bilhões durante os 30 dias de jogos, e os estrangeiros, R$ 6,85 bilhões. O valor inclui despesas com hotel, alimentação e deslocamentos dentro do país. O governo espera 3 milhões de turistas brasileiros e 600 mil estrangeiros para o evento. O valor de R$ 25,2 bilhões é 30 vezes superior ao gasto de turistas na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), estimado em R$ 660 milhões no Rio de Janeiro. Na Copa das Confederações, a estimativa é que turistas tenham gasto cerca de R$ 321,79 milhões.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/08/turistas-devem-gastar-r-252-bilhoes-na-copa-do-mundo-estima-governo.html

A gestão do conhecimento na empresa


Estudar e manter-se atualizado são questões fundamentais para qualquer profissional que deseja avançar na carreira. O aprendizado pode estar do lado de fora, em universidades, cursos, viagens, workshops como também deve estar rotineiramente incorporado no dia a dia de trabalho da empresa. Novos procedimentos e processos precisam ser descentralizados, compartilhados e comunicados com eficiência para toda a equipe, além de ficarem documentados para uma pesquisa posterior.
Para auxiliar e facilitar essa tarefa, as pequenas empresas podem utilizar plataformas online de gestão de conteúdo onde é possível publicar informações em formato de blog. Existem vários softwares gratuitos, como por exemplo o Moodle. Nele é possível documentar e reunir todo o conteúdo em um local só, customizando o seu próprio sistema de conhecimento onde os colaboradores podem acessá-lo de qualquer lugar e tirar suas dúvidas.
A você Gestor, cabe a tarefa de certificar-se de que a ferramenta está sendo utilizada de forma colaborativa e trazendo soluções para problemas. Importante é ter foco na qualidade e não na quantidade de informações para que todos aproveitem e reciclem seus conhecimentos.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/educacao-corporativa-a-gestao-do-conhecimento-nas-pequenas-empresas/77285/

Compare a sua empresa com as que mais crescem no país


A Endeavor Brasil com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados com indicadores de desempenho de 20 setores da economia.
Com ela você pode analisar como está o desenvolvimento da sua empresa, comparar o posicionamento em relação aos concorrentes e verificar a evolução do seu ramo de atuação.
Baixe os dados em seu computador e os estude detalhadamente para poder definir quais estratégias adotar para buscar o crescimento contínuo.

Link: http://estatisticas.endeavor.org.br/home/pt/

O empreendedor serial


Você tem seu negócio há um certo tempo, já administra com tranquilidade todos os processos, adquiriu a experiência no ramo de atuação, delega funções para a sua equipe, tem um bom planejamento e previsão de desenvolvimento da empresa, mas mesmo assim se sente insatisfeito? Pode ser que você tenha saudades da emoção de começar do zero e esteja pronto para criar um novo negócio, já pensou nisso?
Um empreendedor serial é aquele que tem ou teve mais de uma empresa e que não se contenta com a rotina de conduzir um negócio já estabelecido, ele tem o gosto pela adrenalina. Como já tem experiência, a probabilidade de fracasso nos novos empreendimentos é bem menor.
Se você se identificou no texto, reflita sobre as possibilidades de partir para novos desafios e mãos à obra!


Link: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Marcos-Hashimoto/noticia/2013/06/os-empreendedores-seriais-sao-os-verdadeiros-empreendedores.html

Empreendedorismo jovem


Pesquisa do Sebrae aponta que 99% das empresas brasileiras são micro ou pequenos negócios. Essas empresas são responsáveis por 52% dos empregos gerados no país. O estudo também mostra que de cada dez jovens brasileiros, cinco buscam ter o seu próprio negócio entre os 18 e 24 anos e dois deles conseguem realizar esse sonho. Por isso, também a disciplina de empreendedorismo tem aparecido nos currículos de diversas escolas técnicas e universidades. Assista ao vídeo, conheça um pouco mais sobre o perfil desses jovens empreendedores e siga as dicas de Denize Grzybovsky – pesquisadora em empreendedorismo.

http://www.agrosoft.org.br/agropag/226139.htm

Webtv voltada ao empreendedorismo

No Brasil é lançada a primeira webtv com programação voltada para inovação e empreendedorismo. A HandsOn.TV, fundada pelo comunicador brasileiro Rodrigo Barros, tem o objetivo de auxiliar empreendedores, oferecendo programas de diferentes formatos que abordam a trajetória de empreendedores consolidados, novas ideias, a trajetória de startups, oportunidades de mercado, dicas e discussões sobre investimentos, finanças e mercado. O conteúdo gratuito é produzido e transmitido diretamente do Vale do Silício, nos Estados Unidos. “A ideia é oferecer todas as informações que um empreendedor precisa. Temas como empreendedorismo, inovação e desenvolvimento de negócios serão os pilares da programação e do conteúdo da webtv”, afirma Rodrigo Barros. Visite o site!
http://www.handson.tv
Proteja os dados da sua empresa disponíveis na internet


Nos dias atuais, ter os dados da empresa no computador, e consequentemente na internet é bastante comum. A empresa Arcon, especializada em informática, fez um levantamento em 2012, que mostra que, das 500 maiores empresas do Brasil, 78% delas afirmaram que a segurança de TI é baixa. Dentre os principais setores vulneráveis ao roubo de informações estão: agronegócios, óleo e gás, químico, farmacêutico e financeiro. Grande parte das informações vaza por meio de roubos de dados, espionagem cibernética e perda involuntária de informações. Mas, com medidas simples é possível evitar esses problemas no seu negócio. Saiba como proteger seus dados de roubos pela rede, por meio de dicas de especialistas no assunto.

(1) Preparo e treinamento: qualifique toda a equipe, não só os profissionais de TI.

(2) Cuidado com fornecedores: mantenha sempre termos de confidencialidade com seus fornecedores.

(3) Proteções mínimas: tenha antivírus, firewall e algumas proteções básicas.

(4) Criptografe seus dados: ao usar pen drive ou memórias externas tenha muito cuidado e apague-as quando elas não forem mais necessárias. Se possível criptografe informações mais sensíveis, procure um especialista para isso.

(5) Atenção às redes sociais: repense e anote o que sua empresa coloca em redes sociais. Privacidade e segurança não são o forte dessas ferramentas.

(6) Cuidado com senhas: proteja suas senhas.

(7) Política de segurança: tenha uma política de segurança da informação.

(8) Dispositivos móveis: tenha muita atenção com informações disponíveis ao alcance de smartphones e dispositivos com câmeras que facilitam a captura de dados.

(9) Atenção aos ataques: verifique a necessidade de implementar defesas mais complexas, caso ataques externos aconteçam.

(10) Invista sempre que possível: sempre que possível, invista em sistemas de segurança, ainda que representem custos iniciais, eles podem poupar as empresas de grandes perdas no futuro.

http://goo.gl/WBqdx5

Os principais riscos para as empresas


Pesquisa Excellence in Risk Management, coordenada por Eduardo Takahashi, diretor executivo da Marsh, elenca os treze principais riscos para as empresas em 2013. Foram entrevistadas 1200 pessoas, entre gerentes, coordenadores de áreas de risco e altas lideranças. Os três riscos mais evidentes são: interrupção dos negócios, condições econômicas e liquidez. De acordo com o estudo, 74% dos pesquisados afirmam que ainda precisam observar os riscos da empresa com mais cuidado. “Tem faltado um pouco de planejamento para dar um passo adiante e mitigar o risco com ações pontuais, e não só com monitoramento”, diz Takahashi.


http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/os-10-maiores-riscos-das-empresas-em-2013

Pesquisa TIC Empresas 2012


O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) apresentou os dados da Pesquisa TIC Empresas 2012 sobre a presença dos negócios na internet. O estudo foi realizado em 6.400 empresas brasileiras com 10 ou mais pessoas, em todo o território nacional. Veja alguns resultados:
- Apenas 48% das pequenas empresas possuem website;
- O envio de e-mail (98%) e busca de informação (91%) são as atividades mais comuns;
- Pagamento online é ofertado por apenas 14% dos negócios;
- 33% das pequenas empresas possuem perfil em alguma rede social;
- 78% das empresas publicam notícias relacionadas à empresa nas redes sociais;
- 74% respondem comentários e dúvidas encaminhadas via rede social;
- 38% das companhias publicam informações pelo menos uma vez por semana nas redes sociais;
- 26% dos negócios atualizam as informações nas redes sociais diariamente.
A internet é uma ferramenta de divulgação e comunicação muito eficaz, mas deve ser bem utilizada a favor da empresa.

http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=mundo-corporativo&id=14640

Você está contratando as pessoas certas?


É comum perceber um alto índice de rotatividade de funcionários em micro e pequenas empresas. Mas como saber se o empresário contratou as pessoas certas para trabalhar no seu negócio? Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas, conta os sinais para auxiliar o empresário a identificar se o funcionário tem ou não afinidade com a sua empresa.

 

1. Atitudes ruins: apesar de ter um ótimo currículo, o funcionário apresenta problemas comportamentais.
2. Alta rotatividade: pessoas que não possuem valores compatíveis com os da sua empresa sentir-se-ão desestimuladas.
3. Conflitos: excesso de competição pode gerar um clima ruim na equipe de trabalho e má vontade de cooperação entre eles.
4. Maus resultados: resultado depende de qualificação e competência, não basta ser bonzinho.

http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/4-sinais-de-que-voce-contrata-as-pessoas-erradas

10 ingredientes para empresas de sucesso


Não existe receita que garanta o sucesso de uma empresa uma vez que a diversidade de situações, segmentos, quantidade de recursos e formato das equipes mudam muito de uma empresa para a outra. Mas é possível apontar características, hábitos que são comuns em negócios que são bem-sucedidos e para isso a revista Exame.com entrevistou diversos especialistas para chegar em 10 ingredientes que não podem faltar naquelas que buscam a excelência.
Verifique quais dessas características abaixo já existem no seu negócio e quais são as que precisam ser implantadas, avaliando o melhor momento e formas para colocar em prática:

Resiliência do empreendedor
Empresa alguma sai do lugar se o seu gestor não tiver a habilidade de persistir nos seus objetivos e contornar as situações que não saem como previsto, segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec, Marco Aurélio de Sá Ribeiro. “Num primeiro momento, sempre vão tentar dissuadi-lo. Ele precisa ter a capacidade de perseguir suas ideias”.

Vínculo firme com o cliente
Se uma companhia conhece bem quem compra seus produtos ou serviços, está no caminho certo para alcançar a eficiência. “Muitos fracassam porque imaginam um produto e acham que a sua tarefa é convencer as pessoas a comprar. Não é isso. A tarefa é identificar necessidades do cliente e, a partir daí, desenvolver um produto”, diz Ribeiro.

Pensamento a longo prazo
Entender que lucro e resultados não aparecem da noite para o dia também é fundamental para que uma empresa se destaque no mercado. Mas a rotina dos executivos às vezes pode ser um empecilho para cultivar o pensamento a longo prazo, diz o professor Alexssandro Mello. “Eles (os executivos) têm que entregar resultados dentro do ano, mas às vezes é preciso abrir mão do lucro momentâneo, ou as demandas do dia a dia acabam comprometendo o futuro”, diz. “O imediatismo mata qualquer negócio. Há um tempo de maturação que precisa ser respeitado”, completa Ribeiro.

Modelo de negócios estabelecido a partir da necessidade e não do tamanho dos recursos
Segundo Ribeiro, definir o capital que será investido em uma determinada companhia e depois adequá-la aos recursos disponíveis não é a maneira mais eficiente de começar um negócio. Ele defende a lógica inversa. “Uma empresa que começa precisa estabelecer o modelo de negócios no sonho e depois buscar recursos para realizá-lo. É preciso que ela seja criada do tamanho necessário e que busque investidores. Assim, ela oferece o produto na medida certa que o mercado precisa.”

Investimento em gestão de pessoas
“Montar um time eficiente é mais interessante do que contratar gente nova a toda hora”, defende Mello. Segundo ele, quando um gestor conhece a sua equipe e consegue combinar o seu estilo com o dos colaboradores, deixando claro o que é valorizado na empresa, os resultados vêm com maior facilidade.

Reinvestimento dos resultados
Destinar uma parte dos lucros para investir na renovação e melhoria das empresas também é chave para a excelência, segundo especialistas. “Uma adaptação do portfólio de produtos e serviços é necessária. É preciso entender que o produto que você tem hoje, não garante o seu sucesso daqui a cinco anos”, defende Mello.

Visão de retorno sobre o investimento e não de lucros e prejuízos
Uma companhia que só pensa no que ganha e no que perde no presente e não olha para o que pode vir à frente, cria uma armadilha, de acordo com Célia Ferraz. “O certo é pensar ‘o que eu tenho que fazer para continuar a ter lucros no futuro?”, diz.

Investimento na construção da marca
“As empresas de sucesso têm marcas sólidas e respeitadas. Tanto a corporativa, quanto a do produto”, afirma Célia.

Inovação
Nenhuma companhia sobrevive e dá resultados durante anos oferecendo exatamente o mesmo produto, o mesmo serviço e trabalhando da mesma forma. “É preciso entender a demanda que existe e propor soluções rápidas, inovadoras e práticas o tempo todo”, destaca Célia.

Responsabilidade social e civil
Empresas que pagam os impostos em dia e se preocupam em contribuir para a sustentabilidade -- ou se esforçam para causar o menor impacto possível ao meio ambiente -- são bem-vistas no mercado, segundo Célia. “As companhias de sucesso sabem a contribuição que podem dar para a sociedade e agem de maneira ética e responsável”.

Link: http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/10-habitos-comuns-a-empresas-de-sucesso?page=1

O modo de vida empreendedor

Equilibrar a realização pessoal com o prazer no trabalho é o sonho da grande maioria das pessoas. Todos querem ser felizes trabalhando com o que mais gostam. Alguns alcançam essa realização sendo empregados e outros ao virarem empreendedores, sendo donos dos seus próprios narizes. Esse sucesso vai depender de vários fatores: das oportunidades, das atitudes, da personalidade e até da sorte.
Mas quem abre o seu negócio pode ter uma sensação maior de conquista, de realização e felicidade. Ser empreendedor é um estilo de vida onde o trabalho passa a se confundir com a própria existência. Uma das características comuns nos empresários é a paixão pelo negócio, a vontade de alcançar a máxima excelência e de vencer. E para isso é preciso muito trabalho duro, capacitação, conhecimento técnico e persistência para desenvolver e amadurecer o negócio.
E também é preciso pensar em quando algo dá errado: é importante não se abalar por qualquer problema ou pequenas derrotas. É preciso ter disposição para superar obstáculos, lidar com dificuldades e resistir em diferentes situações, o que é chamado de resiliência. Ou seja, mesmo que seu projeto não dê certo, tudo vira aprendizado para novas iniciativas. Quem quer ter uma atividade que melhore a sua vida precisa, antes de tudo, estar disposto a correr riscos, sair da zona de conforto e até aprender a errar.
Analise sua personalidade, suas características, seus sonhos e avalie qual modo de vida seguir: a do empreendedor ou a do empregado.

Link: http://revistaalfa.abril.com.br/carreira/negocios/empreendedorismo-a-way-of-life/

O Empreendedor Social

Gilmar Martins é um artesão do pequeno distrito de Carqueijo no Ceará que com criatividade e persistência, conseguiu mudar o destino de muitas famílias da sua comunidade.
Ele já pratica o empreendedorismo social há mais de 15 anos, muito antes de saber o que esse nome significava. Procurando soluções para os problemas e dificuldades comuns da comunidade que trouxessem mais retornos sociais do que somente financeiros, ele ao criar um novo modelo de jogo americano de fibras naturais, viu a possibilidade de ensinar o oficio de artesão a várias pessoas, fazer com que muitos que tinham desistido do artesanato voltassem à ativa e aumentar expressivamente o número de modelos e produtos ofertados no mercado. A consequência disso tudo foi o aumento da renda de todos os envolvidos e a geração de novos empregos.
As dificuldades e obstáculos não foram poucas, porém Gilmar sempre achou formas de contorná-las, manter-se motivado e inovador.
Leia no link abaixo a história dele, seus muitos prêmios conquistados e tire as lições que podem ser utilizadas na sua vida empresarial, no seu negócio. Quando nos deixamos ser inspirados por pessoas que mudaram uma realidade, vemos o quanto importa acreditarmos que podemos fazer diferente.

Link: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1292452

Oportunidade garantidas pela norma de desempenho NBR 15575

As empresas que tenham atividade de construção civil é destinada a resposta técnica repassada pelo SEBRAE sobre a NR 15575 que passou a vigorar a partir do 19/07. A proposta da mesma é trazer uma série de requisitos que devem ser adotados pelas construtoras, estabelecendo critérios de qualidade para os empreendimentos em diferentes níveis, tais como: desempenho térmico, desempenho acústico, desempenho lumínico , adequação ambiental e avaliando o sistema estrutural de uma obra como um todo, ou seja, não afeta somente as construtoras, mas também aos fornecedores de materiais que precisarão garantir a qualidade dos produtos inseridos na construção.

Clique aqui para saber mais

Empresas familiares

Conforme um estudo realizado em 35 países pela PriceWaterhouse em 2010, as empresas tocadas em família respondem por cerca de 80% dos negócios do mundo e 90% dos brasileiros. Apesar disso, somente 36% das empresas familiares chegam à segunda geração; 19% para a terceira geração e 7% para a quarta geração.
Esses dados demonstram a complexidade do tema quando as questões familiares afetam o desenvolvimento dos negócios. Muitas vezes os herdeiros assumem posições de liderança e chefia sem terem sido adequadamente preparados para esses cargos, tomando decisões que podem pôr em risco todo o trabalho desenvolvido até então.
Grandes empresas familiares que tiveram êxito na sucessão, preocuparam-se em planejar cuidadosamente essas mudanças, educando seus herdeiros desde cedo para que construíssem uma carreira e ampliassem a visão. Muitos deles foram trabalhar antes em outras empresas, com salário, horários e metas a cumprir como forma de conquistar seus próprios espaços, sem receber tudo pronto. Dessa forma foram estimulados o buscar o seu crescimento pessoal que passa pelo esforço e o mérito.
Se no seu negócio há herdeiros no páreo, há uma linha muito tênue na hora de desempenhar os papéis de pais e gestores do negócio. Busque ajuda profissional para formar esses herdeiros e planejar a transição e a sucessão, de forma a não confundir esses papéis e não fragilizar a empresa. Existem Consultores empresariais, além de bibliografia e cursos que tratam desse assunto e que poderão ajudá-lo nesse planejamento.

Link: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=435366

A importância da marca

Ao iniciar um novo negócio é importante dedicar um bom tempo para criar o formato e a comunicação da marca. Será ela que transmitirá um significado para o mercado, levando valores e conceitos que ajudarão a empresa a diferenciar-se da concorrência.
Evite deixar para depois, para quando o negócio crescer já que essa escolha da marca ajudará na construção da imagem do negócio, de como o mercado e os clientes se lembrarão dele. Mais tarde será bem mais difícil associar uma nova marca à empresa e o trabalho de reposicionamento será maior.
Estude a concorrência, busque referências internacionais, converse com clientes potenciais e avalie diversas propostas antes de definir a marca. Diferencie-se pela sua marca e faça uma comunicação eficiente para buscar o sucesso!

Link: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=10427

Criando uma cultura de inovação na empresa

A palavra “Inovação” praticamente virou sinônimo de solução para os problemas nas empresas já que faz aumentar as vendas, satisfaz clientes e equipes internas, reposiciona produtos no mercado e cria necessidades que não existiam até então.
Mas para que ela realmente consiga produzir tudo isso, é preciso criar uma cultura de inovação entre os colaboradores da empresa de forma a criar ambientes e produtos inovadores.
Leia abaixo a lista elaborada pelo escritor Soren Kaplan e complementada pelo especialista em inovação Fábio Serconek com oito formas de criar a cultura da inovação:

1. Ser intencional na vontade de inovar
A preocupação com a inovação, afirma Kaplan, deve ser intencional. O autor cita as visões e missões das empresas, que normalmente pregam que a instituição deva procurar ser a melhor na oferta de algum produto ou serviço. Para ele, objetivos genéricos como esses até impulsionam vendas, mas pouco promovem a criatividade. “Talvez a pior coisa que uma empresa possa fazer é mandar que seus funcionários sejam inovadores, sem oferecer nenhum tipo de suporte”. Já para Serconek, ter uma visão limitada sobre a inovação, limita- a. Assim, propor a solução de um problema sem indicar caminhos para isso pode ser útil. “Deve-se indicar o intuito, mas não dar o caminho. Desta maneira, criamos um espaço para inovações disruptivas e permitimos que as pessoas pensem fora da caixa”, diz ele.

2. Criar estrutura para o tempo não estruturado
De acordo com Kaplan, para a inovação ocorrer, é preciso tempo. “As pessoas ficam tão preocupadas em apagar pequenos incêndios e cumprir metas de curto prazo que não conseguem pensar sobre o futuro”, diz ele, citando o exemplo de marcas como a 3M e o Google, que liberam cerca de 10% do tempo de seus funcionários para que eles experimentem novas ideias. “É preciso dar tempo para as pessoas refletirem. Em empresas pequenas, talvez não seja economicamente viável liberar 10% do tempo dos funcionários, mas cada uma deve encontrar suas formas de promover esses momentos”, diz o especialista brasileiro.

3. Oferecer ferramentas
Kaplan sugere que os processos criativos da empresa recebam o suporte de técnicas específicas, com todo o cuidado de não limitar nem impedir o livre desenvolvimento da criatividade. “Existem inúmeras ferramentas para auxiliar nas várias etapas do processo de inovação. É importante que as pessoas saibam utilizá-las bem”, concorda Serconek. Uma das formas citadas pelo brasileiro é o uso do chamado “funil de inovação” que é dividido tipicamente em seis etapas: avaliação de oportunidade, ideação baseada em insights, conceituação, avaliação e benchmarking, decisão de ir ou não em frente e lançamento.

4. Medir o que importa
“Primeiro, você precisa descobrir o que medir. Bem no início, o Facebook media a frequência com que seus usuários voltavam à rede. Tudo que eles faziam era focado em melhorar essa métrica simples. OpenTable, o serviço de reservas de restaurante, se dedicou a duas métricas que os ajudaram a ser líderes de mercado: aumentar o número de restaurantes na sua rede e o número de clientes fazendo reserva”, afirmou Kaplan.
Serkonek concorda que a mensuração de inovações é difícil, especialmente no Brasil, onde a cultura da avaliação é fraca. “O que vamos medir? O número de ideias por minuto? Se fosse assim, poderiam aparecer ideias que não servem de nada”, diz ele. Por isso, completa, a inovação deve ser medida de forma indireta, com alguns indicadores diferentes: o percentual do faturamento relativo a produtos lançados nos últimos dois anos ou número de patentes.

5. Recompensar
De acordo com Kaplan, as empresas devem adotar estratégias de recompensas formais e informais, com especial destaque para o segundo tipo. O especialista cita o exemplo do grupo Colgate-Palmolive’s Global R&D, que começou uma “economia de reconhecimento” ao distribuir moedas de madeira a colegas que contribuíram para seus projetos. Pelo sistema, as pessoas não podem acumular moedas. “É uma ideia divertida e válida; esse reconhecimento informal encoraja um espírito coletivo e ajuda a promover um movimento de novas ideias”, afirma.
“O que as recompensas trazem é um ambiente propício para que as pessoas participem dos projetos uns dos outros, facilitando a colaboração e o compartilhamento”, diz Serkonek.

6. Adotar símbolos
Símbolos representam os valores fundamentais de uma organização, e eles vêm em muitas formas, afirma Kaplan: declarações de valores organizacionais, prêmios, histórias de sucesso, cartazes nos corredores, frases, e até moedas de madeira. “Experiências tristes servem como folclore e moldam a mentalidade e o comportamento dos empregados”, afirma.
Serkonek aponta como uma tendência o uso de contação de histórias (storytelling) para transmitir os valores da empresa e criar uma cultura de inovação. “É uma estratégia antiga que vem sendo usada nas empresas ultimamente. Afinal, você se lembra melhor de uma história do que de uma apresentação de PowerPoint”, diz.

7. Celebrar o erro
Além dos pontos levantados por Kaplan, Serkonek chama a atenção para uma necessidade maior no Brasil do que nos EUA: a cultura de valorização do erro. “No Vale do Silício, errar é visto como parte do aprendizado. Aqui, se você errou, muitas vezes você é tido como incompetente”, afirma o brasileiro.

8. Estímulo à diversidade
Um ambiente propício à inovação, afirma Serkonek, é aquele em que há “choque de ideias”. “Pessoas de várias experiências e especialidades devem estar presentes no processo de criação”, defende o brasileiro. Mas esses momentos de criação devem estar estruturados (vide dica 3) para produzir resultados. Outro ponto de estímulo à diversidade, completa, está na possibilidade de que trocas ocorram em qualquer direção dentro da empresa, seja entre pares, entre chefes e subordinadosou entre pessoas de áreas muito distintas.
Agora que você já viu todas essas formas de criar a cultura da inovação, analise-as cuidadosamente e estude como pode adaptá-las na realidade da sua empresa. Afinal, seu negócio já tem uma identidade e maneiras de funcionar que devem ser consideradas na hora de sugerir à equipe a implantação de uma nova cultura.

Link: http://porvir.org/porpensar/8-formas-de-usar-inovacao-para-educar-na-empresa/20130703

Prêmios para a inovação


A inovação é, ou deveria ser, um tema recorrente nas empresas. Com tantos concorrentes, aquele que se diferenciar, que inovar, que enxergar novos caminhos, que encantar os seus clientes, será o que sairá na frente e se destacará.
E esse desejo de inovação, independentemente da área de atuação, deve ser um desejo natural da equipe, compartilhado por todos na empresa. Uma das formas de um gestor instigar e estimular as ideias inovadoras na equipe é oferecer prêmios ou organizar disputas. Isso desperta a competição e faz com que as pessoas busquem além do conhecido. Os prêmios têm o poder de estimular e motivar equipes, porém precisam ser bem planejados para que cumpram o objetivo proposto. Eles podem ser conquistados individualmente ou em grupo, a curto ou longo prazo, vai depender do que você quer propor. O importante é oferecer prêmios que realmente estimulem a criatividade da equipe. Planeje, faça algumas propostas para esse assunto e troque ideias com os seus líderes para chegar às melhores opções para a sua empresa.

Link: http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/richard-branson/2013/07/04/quando-se-trata-de-inovacao-pense-grande.htm

Empreendedorismo também se aprende em sala de aula

Bill Gates e Steve Jobs largaram os estudos e mesmo assim viraram referência internacional de sucesso nos negócios, como fundadores da Microsoft e da Apple. Mas será que esse é um bom exemplo a seguir?
Tudo indica que as histórias deles são exceções à regra de que estudar é o melhor caminho para a preparação de quem quer se tornar ou já é um empreendedor.
Existem várias formas de buscar essa preparação acadêmica: podem ser graduações, pós-graduações, MBAs ou cursos, palestras e workshops de assuntos específicos, sejam online ou presenciais, que venham de encontro aos desafios e dificuldades que o profissional encontra no seu dia a dia empresarial. É preciso estar constantemente em atualização e aperfeiçoamento para acompanhar o mercado! Você está atualizado? Reflita sobre isso e busque a maneira de estudar que mais se adapte ao seu perfil.

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/2853600/por-que-nao-fazer-como-gates-jobs

A Copa do Mundo mais sustentável

O Brasil tem o propósito de realizar a Copa do Mundo mais sustentável de todos os tempos, uma Copa “Verde”. Vários estudos foram realizados e, segundo o governo, os projetos prioritários incluem a certificação e gestão sustentável das arenas, redução de emissões de gases de efeito estufa, além de preocupações com resíduos e reciclagem.
E na sua empresa, como anda essa questão de sustentabilidade? Como está a conscientização dos seus colaboradores, do papel social de cada um? Existem várias formas de se aplicar a sustentabilidade, desde o simples ato de utilizar o papel A4 nos dois lados, a separação do lixo reciclável, o consumo consciente, até a escolha de fornecedores que promovam negócios sustentáveis.
São pequenas atitudes que vão despertando em todos esta importância de cuidar do planeta, de se tornar um agente de mudança. Pense nisso e avalie como pode contribuir, fazer a sua parte como Empreendedor!

Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/copa-de-2014-no-brasil-promete-ser-a-mais-sustentavel,049aa6faad0bf310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Mega forças em sustentabilidade que causam impactos nos negócios


Mudanças climáticas, escassez de recursos materiais, riqueza e escassez de água são alguns dos impactos na sustentabilidade que podem afetar os negócios nos próximos 20 anos, segundo estudo da KPMG International. Apesar de em um primeiro momento eles assustarem, é preciso perceber que esses impactos também podem ser positivos. Novas oportunidades de negócios serão criadas, como é no caso do aumento populacional onde será preciso ofertar mais empregos e gerar soluções nas áreas da agricultura, saúde, finanças e educação entre outros.
Acesse o estudo completo no link abaixo e verifique que caminhos a sua empresa pode e deve seguir, considerando todos esses impactos. Aquele que estiver mais preparado, sempre sai na frente e tem mais chances de sucesso!


http://www.kpmg.com/BR/PT/Estudos_Analises/artigosepublicacoes/Paginas/Release-10-megaforcas.aspx

O poder do entusiasmo

Eduardo Lyra é um vencedor! Nesse vídeo de sua palestra no Global Entrepreunership Congress 2013, realizado no Rio de Janeiro, você vai se impressionar com a força e garra que ele comanda a sua vida, quebrando inúmeras barreiras. Preste atenção nas dicas simples que ele dá para todos que querem ser ou que já são empreendedores e avalie o que precisa fazer para tocar o seu negócio com esse entusiasmo que ele tem.
Link: http://www.endeavor.org.br/videos/start-up/entrevistas/aprendendo-a-ser-empreendedor/visionarios-nao-importa-de-onde-voce-vem
Construindo uma cultura rumo ao crescimento da empresa


Em um tempo onde diversos modelos de gestão são aplicados nas empresas e várias ferramentas podem ser utilizadas para a resolução de problemas, questiona-se o quê mais pode fazer um negócio ser impulsionado. Alguns dos caminhos são: o uso da criatividade, da inovação e da criação de valor na empresa com tudo que está à sua volta.
Veja algumas dicas simples de como criar uma cultura rumo ao crescimento:
- Aprimore o conhecimento da equipe: existem muitas opções de cursos, palestras e seminários que ensinam a buscar um pensamento criativo, inovador, que utilize ferramentas e métodos para resolver problemas e gerar oportunidades no negócio. Incentive seus colaboradores a buscar essas capacitações e sempre que possível, subsidie uma parte do custo, sua empresa só tem a ganhar!
- Estimule a participação: busque a integração entre os diversos setores, realize reuniões para avaliar os serviços, os processos da empresa, os resultados alcançados, os novos projetos. Os colaboradores precisam ter liberdade para opinar e para questionar, essa é uma das formas de criar o senso de pertencimento e de demonstrar que a dedicação deles é essencial para a concretização das metas estabelecidas.
- Veja os erros como um avanço: nem tudo o que foi planejado sairá exatamente como pensado. São muitas variáveis que podem interferir no resultado e erros sempre acontecem. Então, lance um novo olhar sobre o erro, ele pode ser uma oportunidade de progresso, de melhorias.
- Pratique o ganha-ganha: Uma empresa preocupada com o bem-estar dos seus funcionários, em realizar processos que sejam ambientalmente corretos, utilizar recursos renováveis, em suprir as reais necessidades de seus clientes, terá muito mais chances de sucesso. Nessa política todos são beneficiados: o empresário, o colaborador, o cliente, a comunidade.


Link: http://www.administradores.com.br/artigos/academico/inovacao-nao-e-um-bicho-de-7-cabecas/71463/

10 perguntas para o líder que quer inovar


A inovação em uma empresa pode acontecer de diversas maneiras: na criação de um serviço ou produto novo, na transformação de algo que já existe, em formatos de negócios, em modelos de gestão, entre outras. Ou seja, a inovação pode estar em trabalhar algo completamente inédito ou explorar o que já existe de uma nova forma.
E para capitanear uma inovação, a preparação do líder é essencial. Ele precisa estar seguro do seu papel para poder colocar em prática o que foi planejado.
Segundo artigo de José Hernani Arrym Filho, o líder que está implantando alguma inovação na sua empresa, deve se fazer os seguintes questionamentos:
- Tenho uma visão clara dos objetivos que minha empresa quer atingir por meio da inovação?
- Estou pronto e apto (conceitualmente) para esta empreitada e sei como ajudar minha empresa a chegar lá?
- Sei como lidar com a incerteza?
- Sou tolerante ao estresse e tenho o vigor e a disposição necessários para atingir os referidos objetivos?
- Sei o que devo fazer para ampliar minha capacidade de aprendizagem permanente?
- Sou tolerante ao risco (inclui o aprendizado decorrente de erros) e sei fomentar isto em minha equipe?
- Sei o que é ser flexível e fomento isto em minha equipe?
- Sei o que é ser inovador e sei como fomentar o espírito inovador em minha equipe?
- Sei como lidar com a diversidade? Sei como construir uma equipe cuja marca seja esta?
- Sou um "agente de mudanças"? Sei como desenvolver e criar gerentes especialistas que também sejam verdadeiros agentes de mudanças? Sei como criar agentes de mudanças na "base da pirâmide"?
Ao responder a essas perguntas com segurança, você estará se preparando para enfrentar os desafios que uma inovação impõe. Lembre-se de realizar uma autoavaliação constante e de buscar soluções para características pessoais que porventura possam estar atrapalhando o seu desempenho.

Link: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=10289

5 mercados promissores para startups


Se você quer investir ou empreender em um novo negócio virtual, leia as dicas dos especialistas que apontam os 5 mercados que estão em plena expansão em função das facilidades proporcionadas pela internet:
Educação on-line: além de plataformas para cursos de ensino à distância e profissionalizantes, há bastante campo para soluções que simplifiquem a rotina administrativa das escolas.
Serviços de saúde: serviços de informação e orientação sobre qualidade de vida, prevenção de doenças e longevidade são algumas das sugestões.
Agregadores de compras: são cada vez mais úteis para os consumidores que procuram orientações assertivas nas compras online de roupas, calçados e acessórios.
Mercado de pets: serviços que foquem na comodidade e atendimento ao cliente ainda encontram espaço nesse mercado, onde o Brasil já é o maior do mundo.
Software: são cada vez mais necessários aplicativos e soluções tecnológicas nos negócios.
Na hora de decidir em qual ramo apostar, estude cuidadosamente as questões tributárias, de logística e também os custos fixos que serão necessários para a operação da startup.

Link: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/cinco-mercados-promissores-para-quem-quer-abrir-uma-startup

O perfil do empreendedor brasileiro

Na pesquisa da Endeavor intitulada “Empreendedores brasileiros – perfis e percepções 2013” foram analisados os tipos de perfis empreendedores e comparados à população em geral.
Ficou demonstrado mais uma vez, o quanto o brasileiro gosta e quer empreender, revelando que 3 em cada 4 brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser empregado, enquanto metade dos americanos tem a mesma ambição. Além disso, 52% dessa população acredita ser provável ou muito provável que se torne empreendedor em um horizonte de 5 anos.
Foram traçadas as características das empresas brasileiras e também as do empreendedor, citando quais são as maiores dificuldades no cotidiano e quais influências recebe.
Ao classificá-los em tipos, foram utilizadas 3 categorias:
1) Empreendedores potenciais que são Desbravadores, Empolgados ou Provedores;
2) Empreendedores formais que são Apaixonados, Antenados, Independentes ou Arrojados
3) Empreendedores informais que podem ser Pragmáticos ou Lutadores
Acesse o capítulo da pesquisa no link abaixo para verificar qual é o seu perfil de empreendedor e fique atento ao portal www.endeavor.org.br para o lançamento do relatório com o estudo completo.

(PESQUISA EM ARQUIVO ANEXO)
Colaboradores empreendedores


Costumamos ligar o termo empreender a ter o seu próprio negócio. Como empreender significa levar adiante uma ideia, isso também pode ser realizado por um colaborador, por que não?
Contar com um colaborador empreendedor ou um “intrapreneur” é como ter um dono de um pequeno negócio dentro da empresa, ele vai ser o “olho do dono” ao realizar suas atividades.
Saiba identificar em sua equipe algumas características do intrapreneur: ele entende como funciona o todo da empresa, tem capacidade de planejamento, é responsável, sabe pensar no começo, meio e fim de um projeto, analisa os melhores caminhos e como livrar-se de obstáculos para a execução de uma tarefa de forma eficiente.
Se você dispõe de um colaborador empreendedor, fique atento para criar uma relação saudável e a motivação em alta, de forma a mantê-lo na empresa. Ele provavelmente terá necessidade de desafios, novos objetivos, liberdade de criação, requisitará investimentos de tempo e recursos, mas que com certeza, tendo atendidas essas necessidades, seus esforços para o sucesso da empresa compensarão todo e qualquer investimento.

Link: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&n=43800

Inovar + ação

Muito se fala em inovação, porém pouco se sabe ou se aplica sobre a mesma. Para o Consultor Airton Carlini, a melhor definição da palavra é “Inovação é a exploração com sucesso de novas ideias”. Ou seja, não basta ter ideia, é preciso colocá-la em prática e medir o seu sucesso. Não deu certo a ideia? Procure novos caminhos e ideias até acertar a inovação. É preciso ter uma Cultura da inovação na empresa, onde os colaboradores sejam treinados e motivados a inovar. Normalmente são as inovações que permitem que uma empresa sobreviva no mercado, como a sua lida com essas questões? Pense cuidadosamente nisso e planeje as próximas ações de forma realmente inovadora.
Link: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2013/05/29/inovacao-inovar-acao-resultado/
A brasilidade nas lembranças


Sempre que viajamos, gostamos de trazer de lembrança, artigos que nos remetam ao destino visitado. E com os turistas que visitarão o Brasil na Copa 2014 não será diferente. Eles vão querer comprar peças que demonstrem toda a originalidade, criatividade e alegria do povo brasileiro. Você, que trabalha com artesanato, brindes ou confecção, já identificou de que forma vai traduzir essa brasilidade para o seu produto? Seja nas cores, na etiqueta ou na bandeira do Brasil, encontre formas de torná-lo tipicamente brasileiro e atrativo aos olhos dos visitantes.
Veja como os artesãos cearenses estão se preparando no link:

http://www.youtube.com/watch?v=jcQhcEtyNEY

Os ensinamentos das empreendedoras


Sabendo-se que 52% dos negócios abertos no Brasil são liderados por mulheres, o que representa 7,7 milhões de pessoas, aumentou o número de publicações, redes sociais, sites e blogs tratando exclusivamente de histórias de sucesso e de temas femininos.
Duas fontes de consulta são o blog coletivo www.empreendedorismorosa.com.br que reúne brasileiras interessadas em esclarecer dúvidas e divulgar histórias da mulher do século 21 e o blog Beco com Saída (www.becocomsaida.blog.br), sobre gestão de negócios da mineira Vivianne Vilela, "apaixonada por gente que bota pra fazer".
Seja você homem ou mulher, inspire-se com as histórias onde as mulheres trazem para o mundo das empresas uma nova visão, o verdadeiro significado da liderança aberta e em rede, o conceito de multitarefa, a importância do ouvir mais e falar menos e como humanizar as relações empresariais.


Link: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/179/noticias/as-empreendedoras-ensinam

Atleta empreendedora


Conheça a história de Fabíola Molina, a nadadora olímpica que utilizou os aprendizados do esporte na sua empresa. Ela conta como a busca por uma meta, a dedicação máxima e cercar-se de pessoas com o mesmo foco podem fazer toda a diferença em um negócio de sucesso. Assista ao vídeo e avalie se você está utilizando todas as oportunidades de fazer diferente no seu ramo:

http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/video/2013/03/fabiola-molina-conta-como-o-esporte-pode-inspirar-o-empreendedorismo-065.html

Repensando a empresa

Na rotina de uma micro e pequena empresa, no dia a dia agitado, onde o empresário acumula diversas funções, é muito comum que ele não consiga ter momentos para pensar com profundidade sobre todos os aspectos do negócio. As oportunidades de se dar esse tempo são raras, mas extremamente valiosas. Um olhar “de fora”, com um relativo afastamento, é propício para enxergar as coisas como elas realmente são.
E você, há quanto tempo não consegue dar essa parada estratégica?
Quando o momento surgir, considere questionar-se nos seguintes aspectos:
- como está a minha gestão?
- a equipe está unida e motivada?
- a comunicação está eficiente?
- os investimentos necessários estão sendo feitos? Em infraestrutura, treinamento, tecnologia, etc.
- novas tecnologias estão sendo implantadas?
- o cliente está sendo o foco do negócio?
Levantando esses pontos e outros tantos que surgirão na reflexão, é hora de organizar um plano para implementar os ajustes necessários e continuar a busca pela excelência.

Link: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=117309:como-criar-mais-valor-na-sua-empresa&catid=45:cat-seguros&Itemid=324

Novas regras no comércio eletrônico

Independentemente do tamanho da sua empresa, se você possui loja virtual, precisa seguir as novas regras estabelecidas pelo governo para esse tipo de comércio. Quem descumprir poderá pagar multas e até ter a suspensão das atividades.
Agora todo e-commerce é obrigado a disponibilizar claramente informações da empresa, como CNPJ e endereço físico, caso seja solicitado. As descrições de produtos e serviços também têm de ser bem claras – potenciais riscos ao consumidor e possíveis “custos escondidos”, como entrega e seguro, devem ser explicitados. A quantidade disponível de cada produto em estoque também deve ficar visível. 
Além disso, o lojista deve prestar atendimento e suporte ao cliente em tempo integral – ou seja, na escala de 24 horas x 7 dias por semana. Ele também é obrigado a estornar o valor da compra caso o cliente se arrependa em até sete dias. 
Rodrigo Zimerman, diretor de novos negócios da Direct Talk, desenvolvedora de soluções de atendimento eletrônico, dá três dicas para os pequenos e médios empreendedores:

Seja detalhista na descrição dos produtos

Quanto maior o número de informações sobre os produtos, incluindo exemplos de uso, menor será a chance de o cliente se arrepender da compra.

Responda às reclamações com agilidade
 O termômetro do governo é o número de reclamações oficiais que a empresa tem. Dificilmente uma empresa sem reclamações será multada. Portanto, não deixe nenhuma reclamação do cliente sem resposta e monitore canais onde ele possa expressar sua insatisfação – como as redes sociais e o Reclame Aqui. 
Ferramenta de atendimento virtual
 Se o tamanho da equipe e a escala de funcionários não permite ter pessoas disponíveis para o SAC, a solução é automatizar. Um robô com inteligência artificial que responde às perguntas do cliente automaticamente é um artifício já utilizado pelas grandes empresas. Para tornar o serviço acessível a lojistas menores, há empresas que oferecem soluções em que o empreendedor paga por atendimento efetuado.
Reveja seus processos, seus canais de comunicação com o cliente e o que mais precisa ser feito para que a loja esteja adequada às exigências. No começo pode parecer muito difícil e complexo, mas com o tempo, essas mudanças refletirão em melhores atendimentos aos clientes e consequentemente melhores resultados para a empresa.
Link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI337916-17180,00-DICAS+PARA+SE+ADAPTAR+AS+NOVAS+REGRAS+DO+ECOMMERCE.html

A competitividade excessiva

Somos amplamente estimulados a sermos competitivos no mundo dos negócios. Porém, se não houver alguns cuidados e a ética não for mantida, a competitividade toma outros rumos e o que era para ser saudável, torna-se uma ameaça para a carreira do profissional e para o bom relacionamento de uma equipe.
E na sua empresa, como esse assunto é tratado com seus sócios e seus colaboradores? Você observa algum comportamento fora do usual? Veja cinco atitudes que devem ser combatidas na sua empresa:

1) Exposição pública dos defeitos do outro
Expor defeitos e erros alheios com objetivo de ser mais valorizado em detrimento do outro é uma atitude reveladora de um ambiente exacerbadamente competitivo.

2) Falsidade ideológica e apropriação intelectual indevida
Fingir ser quem não é, plagiar trabalhos, “roubar” ideias de outras pessoas e desfrutar sozinho dos “louros” de um sucesso construído a partir do trabalho de toda a equipe são alguns dos exemplos dados pelos especialistas.

3) Sonegar ou distorcer informações
Ter acesso a uma informação estratégica, que deveria ser de conhecimento de todos da equipe, e guardá-la para si é outra atitude de uma pessoa que cai nesta seara competitiva.

4) Ruptura no relacionamento
É difícil disfarçar e manter as aparências quando se está envenenado pela competitividade agressiva e não saudável.

5) Dar corda para o outro “se enforcar”
Ele sabe que o colega está indo pelo caminho errado e não só não o alerta como também o estimula a continuar.

Link: http://www.fufs.edu.br/noticia.php?codnoticia=154
Ranking de empreendedorismo nos municípios brasileiros

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Secretaria de Assuntos Estratégicos lançaram o Ranking Municipal do Empreendedorismo no Brasil. Por meio dele, é possível observar a taxa de empreendedorismo nos municípios brasileiros, o tempo médio de estudo do empreendedor, seu lucro médio (por mês) e as horas trabalhadas.
O ranking mostra que a maior taxa de empreendedorismo está no Pará, e a capital do empreendedorismo é Belém. No extremo oposto do país, encontra-se o município com a maior taxa nacional: Passa Sete, no Rio Grande do Sul. Dos 5.565 municípios, o maior lucro médio foi observado em Buritinópolis (GO).
Acesse o estudo no link abaixo, verifique como seu município está posicionado e compare o lucro médio dos empreendedores com o seu.
Estudo: http://www.compaso.com.br/emp.rank/mapa.pdf
Notícia: http://goo.gl/47Wcy
Conquistando clientes com um ótimo atendimento


Oferecer excelentes experiências de consumo é o que garante o retorno do cliente ao seu negócio. Deixá-lo encantado e surpreso pode ser mais fácil do que você imagina. Não é necessário investir grandes quantias, muitas vezes as simples estratégias são as mais eficazes.
Veja algumas dicas da YEC (Young Entrepreneurship Monitor), rede americana de apoio ao empreendedorismo:
– Seja sincero
– Troque de lado
– Ligue no dia seguinte
– Surpreenda as pessoas
– Fale com eles
– Mostre o que faz
– Priorize o cliente.
Envolver sua equipe na análise, escolha e priorização de algumas dessas estratégias que podem ser implantadas na empresa, também é uma maneira de garantir melhores resultados. Seus colaboradores se sentirão ainda mais responsáveis pelo bom atendimento aos clientes.

Leia detalhes no link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI331194-17180,00.html

O uso da computação em nuvem para as pequenas empresas


Com o desenvolvimento da computação em nuvem na tecnologia da informação, agora os empresários têm acesso a sistemas que até então só eram disponíveis às grandes empresas. Os dados ficam armazenados na “nuvem”, nos servidores espalhados pela internet e gerenciados pelos provedores de serviços. Isso possibilita a redução de gastos com softwares e computadores com grande capacidade.
A empresa pode, por exemplo, guardar nas nuvens os e-mails, a folha de pagamento, o gerenciamento da relação com o cliente (CRM) e sistemas integrados de gestão empresarial (ERP).
O maior cuidado que você empreendedor deve ter, é na escolha dos fornecedores dos serviços nas nuvens. Elas precisam ser de confiança, já que dados confidenciais da sua empresa estarão nesses arquivos. Outra questão a verificar, é o serviço de internet disponível na região. Uma boa conexão é fundamental para o bom funcionamento do armazenamento nas nuvens.
Observando a escolha de fornecedores e a boa conexão de internet a empresa está pronta para beneficiar-se de mais essa ferramenta.

Link: http://economia.terra.com.br/aplicacoes-em-nuvem-podem-melhorar-gestao-de-pmes,92a832c35076b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Informações relevantes para os seus clientes

O conteúdo do site, blog ou fan page da empresa precisa estar sempre atualizado e com informações de relevância para que os clientes continuem a acessá-lo e o tenham como fonte de referência. É importante que os textos produzidos levem ao público conhecimento da sua área de atuação. Muitas vezes um consumidor pode virar seu cliente por pesquisar algo na internet e descobrir respostas interessantes e educativas nos seus canais de comunicação.
Veja algumas dicas de Eric Santos, presidente da Resultados Digitais, empresa com foco no marketing digital de como fisgar o cliente pelo conteúdo:

- Estude o perfil do seu público-alvo
- Crie um blog para a empresa
- Seja um banco de referências de estudos e pesquisas
- Não esqueça que você quer que o leitor se torne seu cliente
- Tenha presença relevante e ativa também nas mídias sociais
- Cuidado ao substituir o site da empresa por uma “fan page” no Facebook .
Avalie como sua empresa está tratando esses temas e organize um plano de ação para melhorá-los em um breve espaço de tempo. Você verá como essas mudanças serão benéficas para o negócio.
Link:

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI334130-17180,00.html

A influência do “boca a boca”

Todos nós somos influenciados pelas informações que passam de “boca a boca”, nos comentários que ouvimos de parentes, amigos e colegas de trabalho, sobre os mais diversos segmentos: lojas, restaurantes, cinemas, profissionais de saúde, novas marcas de produtos, hotéis, lugares a se visitar. Ao decidir por uma compra, um serviço ou uma viagem, essas referências serão muito importantes no processo. E é por isso que as empresas precisam sempre estar atentas ao que se fala delas. Seja nas conversas informais de clientes, dos próprios colaboradores ou na web, onde há uma incrível rapidez na disseminação de uma informação. Leva-se anos para consolidar uma marca e apenas alguns segundos para destruí-la. Por isso a importância de monitorar frequentemente os canais de comunicação onde seus clientes estão falando e trocando ideias sobre sua marca, realizar com eficiência ações de pós-venda para manter um alto grau de satisfação dos compradores e estar com uma equipe bem treinada para responder adequadamente as reclamações de clientes. As reclamações podem acontecer a qualquer momento, mas sabe-se que quando a empresa mostra-se disposta a resolver as questões rapidamente, os clientes sentem-se seguros e também podem eventualmente vir a dar um depoimento positivo de como foram bem tratados mesmo enfrentando problemas.
Link: http://goo.gl/R9T99
Importando modelos de negócios

Com tantas opções de negócios difundidas rapidamente pela globalização, muitas vezes você, empreendedor, se depara com a possibilidade de “aplicar” a fórmula ao invés de criar um novo formato de empresa. E isso pode trazer várias vantagens: o negócio já foi aprovado pelos clientes no exterior e a concorrência inicial será bem menor. O brasileiro é ávido por novidades e temos um mercado consumidor em franca expansão. Mas quais armadilhas podem estar escondidas ao se optar por esse caminho?

São 5 os cuidados que você deve ter ao planejar um negócio criado em outros países:

- Fuja dos serviços massificados
- Invista na vantagem local
- Não compare alhos com bugalhos
- Seja ágil
- Dê um tempero próprio

Para saber mais acesse: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI332563-17180,00.html

Mulheres empreendedoras

No mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, aumenta a divulgação de matérias enaltecendo o espaço que a mulher tem alcançado no mercado de trabalho. A verdade é que cada vez mais as mulheres têm se destacado em atividades profissionais que normalmente eram exercidas por homens e elas demonstram como a intuição, o cuidado com os detalhes e a habilidade de tratar vários assuntos ao mesmo tempo, são favoráveis ao espírito empreendedor.

Conheça, no link abaixo, 6 histórias de empresárias que mudaram o rumo de suas vidas através do trabalho, seja ele voltado ao cooperativismo ou de quebra de antigos padrões de comportamento, e hoje são referências de sucesso. São exemplos que mostram como podemos encontrar possibilidade de negócios mesmo em períodos de grande dificuldade.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/seis-historias-inspiradoras-de-empreendedorismo-feminino/73874/

Oportunidades para MPEs


A Copa das Confederações e a Copa do Mundo trazem para o Brasil diversas oportunidades para as micro e pequenas empresas (MPEs). Considerando isso, a Revista Perspectiva ISAE ouviu especialistas das áreas de imóveis, economia e empreendedorismo.
Segundo o especialista em Vendas e Incorporação Imobiliária, Henrique Penteado Teixeira, a locação e compra de imóveis têm boas perspectivas de retorno, devido à demanda potencial de locação que o Brasil terá no período dos grandes eventos.
Sérgio Bessa, economista e professor do ISAE/FGV, chama a atenção de quem está querendo entrar no mercado. Ele comenta que se o empreendedor vai abrir um negócio que existirá apenas durante o período do evento, é necessário investir o mínimo possível, para que se possa ter o retorno dentro deste mesmo espaço de tempo.
Por fim, o especialista em finanças, Marco Cunha, relembra as oportunidades de empreendedorismo. Destaca as escolas e professores particulares de língua estrangeira; os serviços que a hotelaria pode demandar, como decoração e venda de lembranças; a procura por locação de veículos e serviços de transportes especiais; a produção de camisetas, cornetas e lembranças, desde que atendendo à regulamentação específica; entre outros.
Para ler a matéria completa, acesse o link abaixo:

http://goo.gl/5aABR

Armazenagem em nuvem na web pode ajudar na gestão de pequenas empresas

Se você busca melhorar a gestão da sua empresa e reduzir custos, uma boa opção é utilizar o armazenamento em nuvens na web. Mas você sabe o que é isso? As “nuvens” são servidores espalhados pela internet e que são gerenciados por provedores de serviços. Com isso, a capacidade de armazenagem aumenta e é possível utilizar sistemas mais pesados sem precisar de uma infraestrutura, como computadores de grande porte, para dar suporte.
Todos os dados importantes para a empresa ficam armazenados em uma nuvem. Além disso, permite o uso de sistemas que até então não eram acessíveis a companhias de pequeno porte. Normalmente, as pequenas empresas utilizam apenas serviços básicos na rede, como e-mail ou backup. Porém, com a adoção da nuvem, folhas de pagamentos, por exemplo, ou pacotes com processador de texto e planilha também apresentam soluções simples.
Portanto, conhecer as aplicações da “computação em nuvem” é uma excelente maneira de modernizar os sistemas e processos de um negócio, de uma maneira econômica e segura. Procure se informar com especialistas em tecnologia da informação para escolher a que mais atende às necessidades de sua empresa.

http://invertia.terra.com.br/empreendedor/noticias/0,,OI6264392-EI19588,00-Aplicacoes+em+nuvem+podem+melhorar+gestao+de+PMEs.html

A importância do desenvolvimento sustentável para a economia


Muito se discute sobre economia e formas de melhorar os negócios. Mas um tema que está batendo na porta dos empresários é a sustentabilidade e, com ela, o desenvolvimento sustentável. Franklin Feder, presidente da Alcoa, José Luciano Penido, presidente do Conselho de Administração da Fibria Celulose, Oded Grajew, presidente da ONG Rede Nossa São Paulo, e Jorge Abrahão, presidente do Instituto Ethos, reuniram-se na HSM ExpoManagement 2012 para discutir o papel das empresas no desenvolvimento sustentável.
Para Abrahão, as empresas melhoraram sua visão quanto à sustentabilidade e podem contribuir trabalhando em cima de três pilares: gestão socialmente responsável; compromisso com práticas sustentáveis; e sustentabilidade como parte da estratégia dos negócios. Na opinião do presidente do Ethos, as empresas conseguem influenciar políticas públicas, ajudando na transformação das cidades. Penido, da Fibria, afirmou que aplicar uma cultura de sustentabilidade na empresa não é uma tarefa fácil, mas deve partir da liderança. E Grajew, da Rede Nossa São Paulo, concluiu que o setor empresarial é o maior protagonista do desenvolvimento sustentável.
Veja na matéria a seguir os exemplos citados pelos presidentes. Eles podem ser seguidos, na devida escala, pelos empresários de micro e pequenos negócios. A sustentabilidade pode ser trabalhada na gestão, em boas práticas ou na estratégia de novos negócios. Cabe ao líder identificar de que maneira a empresa pode contribuir por um mundo melhor.

http://www.hsm.com.br/artigos/sustentabilidade-na-nova-economia

A cultura organizacional

Você já ouviu esse termo: Cultura organizacional?
Cultura organizacional pode ser definida como um conjunto de comportamentos de pessoas que fazem parte de uma organização, assim como o significado associado a essas ações. Nesse ambiente, a cultura engloba aspectos como valores, visão, normas, crenças, entre outros. Isso tudo afeta diretamente a interação entre as pessoas e grupos, e deles com os clientes.
É importante que você, gestor, busque as melhores formas de estreitar o relacionamento com os seus clientes e com a sua equipe, mostrando o significado de seu negócio em ações associadas a todos os processos, seja nos aspectos do desenvolvimento de pessoal, na criação de produtos, sistemas de controle, nas políticas de qualidade e canais de venda.
Saiba mais no link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI323182-17141,00-TENHO+QUE+ME+PREOCUPAR+COM+CULTURA+ORGANIZACIONAL.html
A importância do aprender a aprender

Muitas empresas nascem da simples necessidade de sobrevivência dos seus donos, sem um planejamento prévio e muito menos com uma missão ou visão do negócio.
O tempo vai passando e aquela que nem se sabia se iria sobreviver aos primeiros meses, continua atuante no mercado e passa a sofrer a concorrência daquelas que utilizam modernas ferramentas de gestão, estratégia e inovação. O sinal de alerta é disparado e esse é o momento em que o gestor deve rever sua conduta e perceber a necessidade de aprender a aprender e desenvolver um pensamento competitivo. Esse aprendizado pode vir em forma de cursos, treinamentos, leituras, consultorias, entre outros. O importante é que estimule um novo pensar que provoque mudanças e novas maneiras de competir nesse mundo globalizado.
E você gestor, identificou-se com essas questões? Está disposto a tomar a iniciativa e buscar conhecimento? Ele pode ser a diferença de sua empresa manter-se na ativa ou não...
Link: www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/as-micro-e-pequenas-tambem-precisam-aprender-a-aprender/69183/
Já ouviu falar em intraempreendedor?


O intraempreendedor é aquele que pratica empreendedorismo dentro dos limites da organização. Ele analisa cenários; tem criatividade; seleciona as melhores ideias; procura maneiras de fazer a empresa reduzir custos, vender e ganhar mais; age como se fosse o “dono” do negócio; apresenta resiliência quando ocorrem situações adversas; mapeia riscos; toma decisão; trabalha com autonomia; sempre procura melhorar e descobrir novas oportunidades; é autoconfiante e tem paixão pelo trabalho. Os líderes podem contribuir para a formação de intraempreendedores estimulando o senso de propriedade e de que podem arriscar e errar sem serem punidos por isso.
Pessoas com esse perfil contribuem para a potencialização dos resultados das empresas, e por isso vêm sendo cada vez mais buscadas por elas. Se você identificou algum colaborador da sua empresa que apresenta essas características, invista nele! Além de todos os benefícios elencados, ele é uma pessoa que contagia e impulsiona os colegas a trabalharem ainda melhor. Leia a matéria completa acessando o link:

http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/56/7536/ja-ouviu-falar-em-intraempreendedor.aspx

Os pontos essenciais de um contrato social


Ao abrir uma empresa ou mesmo ao realizar a alteração do contrato social, é fundamental ter a assessoria jurídica e contábil para garantir que o documento contenha todas as definições de como o negócio irá funcionar, garantindo os direitos e deveres de seus sócios.
As principais informações de um contrato, e que devem ser debatidas entre os sócios, são a cláusula de administração, onde consta como a empresa será administrada; sucessão, em que será tratado se os herdeiros serão admitidos ou não na sociedade; e balanços intermediários, considerando que se existir a possibilidade de divisão antecipada dos lucros, já deve estar prevista no contrato social. Saiba mais acessando a seguinte matéria:

http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/os-pontos-essenciais-de-um-contrato-social

Artesanato nacional ganha visibilidade em eventos esportivos


O Projeto Brasil Original, realizado pelo SEBRAE, tem como objetivo a divulgação do país como um produtor de artesanato sofisticado, de alta qualidade e design diferenciado. De acordo com Maurício Tedeschi, coordenador nacional da carteira de artesanato da instituição, “o projeto não se limita à venda de peças, mas também promove a nossa cultura por meio do que é produzido pelos nossos artesãos em todas as regiões”, tendo como meta aproveitar a visibilidade que o Brasil ganhará com a realização dos grandes eventos esportivos. As peças comercializadas serão escolhidas por profissionais como designers, decoradores e representantes do SEBRAE e ficarão expostas em showrooms, que serão montados nas seis cidades que sediarão a Copa das Confederações.
Esse é mais um projeto que valoriza o artesanato de alto padrão. Se você trabalha com produtos diferenciados, procure informações sobre o setor no SEBRAE AM e verifique quais são os critérios para inserir sua produção. Os grandes eventos esportivos são ótimos momentos para realizar a vendas desses produtos. Em pesquisa realizada na Copa do Mundo da África do Sul, 56% dos turistas afirmaram que gastaram com presentes durante sua estadia. Saiba mais sobre o projeto acessando o link a seguir:


http://artesanatosebrae.blogspot.com.br/2012/11/artesanato-nacional-ganha-visibilidade.html

Tablets e smartphones podem ajudar na comunicação em outras línguas na Copa

Novas oportunidades de negócios surgem a cada dia com preparação para a Copa do Mundo e, para ajudar nesse caminho, surgiu o ECOM 2012 - II Seminário Nacional de Comércio Eletrônico, Novos Meios de Pagamento e Negócios na Web. O consultor em marketing e idealizador do ECOM, Marcelo Castro, palestrou sobre “O Novo Mundo dos Negócios na Era Digital e a Copa de 2014”, trazendo algumas dicas aos empresários sobre como se adaptar para receber os turistas.

Uma das soluções apontadas por Castro, por exemplo, é quanto ao uso de tablets e smartphones. Como apenas 1% da população fala uma segunda língua, esse recurso seria uma forma de ajudar os monoglotas. "Exemplo de um restaurante italiano - você escolhe a língua no tablet e acessa o cardápio completo, se quiser até com comentários e curiosidades a mais, na sua língua", afirma o consultor.

São inúmeros os exemplos que mostram que aliar a tecnologia aos negócios traz inovação, agilidade, segurança e resultado financeiro. Os donos de restaurantes podem utilizar os recursos do tablet para quebrar várias barreiras de comunicação e ajudar a equipe no atendimento ao turista internacional. Você, empreendedor, já parou para verificar se a sua empresa está utilizando os melhores recursos na área que atua?
http://www.cdlcuiaba.com.br/index.php?pg=noticias&cod=2009&tipo=1

Amazonastur fechou acordo para venda de equipamentos a preço de custo para turismo

Para melhorar os equipamentos turísticos do Estado, visando a Copa de 2014, o governo do Amazonas fechou importantes parcerias. Dessa forma, a ideia é adquirir novos equipamentos para equipar hotéis urbanos e de selva, barcos turísticos e restaurantes, tudo para prestar o melhor atendimento ao turista, principalmente no maior evento esportivo do mundo.

Por meio da Empresa Estadual de Turismo – Amazonastur -, o governo firmou acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), além de empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM). Com isso, os novos equipamentos, como televisão, aparelho de ar condicionado, frigobar, colchão, entre outros, poderão ser adquiridos a preço de custo para facilitar a vida dos empresários. Outra ação pensada pela Amazonastur e que está em análise é a redução tributária para incentivar o setor hoteleiro, em preparação para a Copa de 2014.

Se você tem um hotel, barco ou restaurante, fique atento às ações da Amazonastur que buscam beneficiar as empresas na compra de equipamentos.
http://www.amazonas.am.gov.br/2012/10/governo-do-amazonas-faz-parcerias-para-melhorar-equipamentos-turisticos-para-a-copa-2014/

Projetos de MPE´s ligados à Copa terão linhas especiais de crédito

Já pensando na Copa do Mundo, que irá aterrisar no Brasil em 2014, o FNO Amazônia Pró-Copa irá disponibilizar recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para as micro e pequenas empresas da região Norte, com taxas abaixo das ofertadas para o mercado. O objetivo dessa ação é incentivar os investimentos e a geração de empregos no turismo para a Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo.

Conforme o porte do beneficiário, as taxas das linhas de crédito irão variar de 6,75% até 10% ao ano, nos prazos de até 20 anos, com cinco anos de carência e bônus de adimplência de 15% para quem fizer o pagamento das parcelas em dia. Algumas micro e pequenas empresas da região Norte podem conseguir crédito a uma taxa de até 0,57% ao mês, por exemplo.

São diversas as opções de crédito para o empreendedor que queira investir visando as oportunidades da Copa 2014. Com a variedade de instituições e formas de empréstimos, é sempre importante pesquisar e fazer um comparativo de prós e contras de cada um, antes de tomar a decisão.
Saiba mais informações sobre o assunto no link abaixo:
http://www.dinheironaconta.com/2012/10/26/micro-e-pequenas-empresas-da-amazonia-dispoem-de-linhas-especiais-de-credito-para-projetos-ligados-a-copa/

Prepare-se e aproveite as oportunidade da Copa para seu negócio

A Copa do Mundo ainda nem chegou, mas a população já está fazendo planos para o grande momento que o Brasil vai viver daqui a dois anos. Para os empresários, então, as perspectivas são muito boas e o Amazonas também terá papel de destaque nesse evento, já que Manaus é uma das cidades-sede. Porém, muitas empresas estão sonhando com o que poderão lucrar, mas não estão se preparando para isso. Na internet, por exemplo, um dos principais meios de comunicação no mundo, 75% dos comerciantes ainda não adotaram medidas fundamentais.

Para ajudar os empresários a melhorarem seus negócios até a Copa, 14 cidades organizaram a 2ª edição do Seminário Nacional de Comércio Eletrônico, Meios de Pagamento e Negócios na Web. A cidade de Manaus foi a 13ª a receber o evento, no dia 08 de novembro. Para o especialista em Marketing Estratégico e Comunicação Institucional, Marcelo Castro, um dos palestrantes do encontro, "a ideia do seminário é auxiliar os comerciantes, lojistas, varejistas e empresários em geral a se prepararem melhor para a Copa de 2014. Afinal, Manaus já é o segundo destino mais procurado na Copa, o primeiro é o Rio de Janeiro". Ainda segundo ele, o turista que virá ao Amazonas tem o perfil de ser navegador da web e portador de smartphones e tablets.

Você que quer lucrar com o movimento que será gerado em função da Copa 2014 precisa preparar sua empresa, tanto no espaço físico como no mundo virtual. Aproveite as dicas dos especialistas, avalie quais são as maiores necessidades de aprimoramento e crie metas para alcançar essas melhorias na empresa ainda em 2013.

Acesse o link abaixo e acompanhe a entrevista completa de Marcelo Castro

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/11/diretor-geral-da-ecom-fala-sobre-os-beneficios-da-copa-de-2014-no-am.html

Ser sustentável é bem visto pelos clientes

Um dos temas mais presentes na pauta das empresas hoje é a responsabilidade social. Aplicar a sustentabilidade ao modelo de negócio pode ajudar a conquistar os clientes e mostrar a preocupação que o empresário tem com o meio a sua volta. Porém, essa prática é mais adotada em grandes companhias, que devem servir de exemplo para as micro e pequenas empresas. Essa atitude pode ser uma grande aliada competitiva.

Para levantar mais dados sobre o assunto, o jornalista e consultor Ricardo Voltolini realizou uma pesquisa entre grandes empresas que utilizam o tema sustentabilidade como pilar. Com as informações em mãos, ele lançou o livro “Conversa com Líderes”, que conta a experiência de 10 empresários dessas empresas. O ponto comum entre todos os gestores é que eles gostam de levar o tema adiante, seja para público interno ou externo.

Portanto, ética, sustentabilidade e responsabilidade social são algumas atitudes e ações que todo empresário que quer ser bem sucedido deve aplicar nos seus negócios. O consumidor está cada vez mais observador dessas práticas e as utiliza como diferenciais ao escolher de quem vai comprar um produto ou um serviço.

Para ler a reportagem completa, acesse o link abaixo: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=106115

O que é ser um empreendedor no Brasil

Ser empreendedor não é simplesmente abrir uma empresa. É uma capacidade de montar ou aperfeiçoar um negócio de forma diferenciada no mercado, que se destaque entre outras empresas e, de preferência, que seja pioneiro. Uma pessoa comum pode até ver a oportunidade, mas tem medo de assumir os riscos para realizar. Senso de oportunidade, enxergar um mercado pouco explorado é, sem dúvida, uma das grandes características de um empreendedor.

No artigo a seguir, a jornalista e publicitária Cláudia Rebouças fala sobre o espírito empreendedor que está despertando nos brasileiros. No passado, muitos estudantes queriam sair da faculdade e arranjar um bom emprego numa grande empresa. Hoje, essa realidade mudou, porque muitos estão decidindo tomar a frente e abrir o próprio negócio. Porém, ela levanta a questão de que “no Brasil não é permitido errar”, porque o empresário vai de louco, quando sua empresa não dá certo, a herói, quando os negócios vão bem.

Vale a pena ler o artigo para entender um pouco mais sobre o mundo do empreendedorismo, como ele é visto no país e em que patamar estão os empresários brasileiros.
Para visualizar o artigo, acesse o link:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=345884&modulo=968

Investimentos das famílias na construção civil serão maiores

Uma estatística divulgada recentemente pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) animou os empresários do setor da construção. Os dados da pesquisa revelam que as famílias serão responsáveis por mais da metade do consumo de materiais de construção, graças aos juros mais baixos, câmbio mais alto e níveis de demanda preservados.

Nesse estudo, é possível acompanhar o perfil dessas famílias, bem como o cenário da construção civil no Brasil em 2012 e os principais desafios do setor. A partir dela, os empresários podem direcionar melhor suas ações de marketing, visando atingir esse público, que estará consumindo cada vez mais os produtos e contratando os serviços dessa área.

http://www.varejista.com.br/noticias/6059/consumo-das-familias-deve-sustentar-venda-de-materiais-de-construcao

Cinco situações que o empresário precisa evitar

Apesar de o número de empreendedores no Brasil crescer todos os anos, três em cada dez empresas no país acabam fechando as portas em até três anos de atividade. Os motivos são os mais diversos: alta carga tributária, falta de clientes, problemas pessoais, falta de capital de giro, entre outros. Mas em muitos casos, o próprio empresário comete alguns erros, o que também contribui para o fracasso, como, por exemplo, deixar as finanças em segundo plano. Aqueles empreendedores que conseguem passar pelos três primeiros anos – os mais difíceis – dizem que não existe uma fórmula; a maioria trabalha em cima de um tripé mágico, que compreende capacidade empreendedora, logística operacional e habilidades gerenciais. É aí que muitos empresários falham. O professor do curso de Administração da ESPM, Adriano Gomes, diz que não ter conhecimento em finanças é um erro comum e esse assunto é tratado como algo superficial.

A falta de conhecimento no mercado também é um problema, porque a maioria não analisa os concorrentes e não sabe o que eles estão oferecendo. A revista Exame fez um levantamento das principais falhas cometidas por empreendedores e cita cinco exemplos. O primeiro é não enxergar no longo prazo e, para resolver isso, planejamento é primordial. Em segundo lugar, a falta de controle financeiro leva muitas empresas à falência. O terceiro ponto levantado é a perda do senso de realidade. Depois, em quarto lugar, os especialistas apontam que muitos empresários misturam contas da empresa e despesas pessoais e, dessa forma, perdem o controle. Por fim, a busca pelo produto perfeito acaba tomando tempo dos empreendedores e eles demoram muito para lançá-lo, o que é um grave erro.

Na ânsia de abrir um negócio com rapidez ou deixar-se levar pelo dinamismo do dia a dia das empresas, é comum que os empreendedores caiam nas armadilhas citadas acima.
Por isso, empresário, é sempre importante manter uma visão clara dos processos que precisam ser seguidos à risca, como o controle financeiro, além de construir um planejamento baseado em dados de realidade e que possa ser constantemente revisto. Acesse o link abaixo e saiba detalhadamente o que dizem os especialistas sobre cada um dos cinco pontos citados.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-motivos-que-levam-os-empreendedores-ao-fracasso

Cresça e vença a concorrência!

Os especialistas em negócios já dizem: a economia brasileira está aquecida e, por esse motivo, a competição entre as empresas está cada vez mais acirrada. É a chamada hipercompetição. Por isso, fazer com que o negócio sobreviva e se fortaleça é um grande desafio para os dirigentes de micro e pequenas empresas. O professor da Fundação Dom Cabral, Luiz Augusto Lobão Mendes, diz que nesse cenário é preciso crescer de forma sustentada e sustentável, mas como conseguir isso? Criando novos modelos de negócios a todo momento!

Para Mendes, os empresários devem buscar estratégias de crescimento para manter a empresa no topo por mais tempo. “Só empresas excepcionais conseguem pensar seu crescimento antes que ele seja necessário”. O primeiro ponto, então, é estar pronto para tomar providências em situações críticas, bem como conseguir se adaptar aos momentos de crise. A base para fazer com que sua empresa cresça é o planejamento, ou seja, entender quais são os valores e missões da empresa e quais são os objetivos principais dela. Depois, com um plano em mãos, será mais fácil seguir os próximos passos apontados pelo professor para o sucesso.

Estar atento ao mercado e perceber quando é hora de tomar decisões que a levem para o crescimento são atitudes que devem estar constantemente na pauta do empresário que busca a diferenciação e a inovação. Uma vez iniciado o processo, o controle de todas as etapas é fundamental.

Veja na matéria abaixo o passo a passo para trazer mudanças para sua empresa e fazê-la prosperar.

LINK http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-preparar-sua-empresa-para-crescer

Organização é palavra de ordem para o sucesso

A produtividade de uma empresa está diretamente relacionada à organização de seus gestores e colaboradores. A perda de uma reunião importante, por exemplo, pode fazer com que a relação entre o empresário e seu cliente fique “manchada” e, assim, o negócio pode nem sair do papel.

O empreendedor José Luiz Cunha acabou sofrendo as consequências da desorganização e, com isso, foi capaz de identificar o quanto isso afetou o seu negócio. Por isso, ele levantou 10 pontos para auxiliar os empresários nessa luta diária pela produtividade: planeje, sempre; tenha uma agenda organizada; tenha um arquivo organizado; mantenha seu espaço de trabalho organizado; mantenha seu computador organizado; não tente ser super-herói; defina prazos e alarmes; acabe com a bagunça; use a tecnologia a seu favor; e, por fim, organize-se para trabalhar em casa.

Leia no link abaixo cada um dos ítens e o que pode ser feito para melhorar sua rotina. O empresário traz os problemas e as soluções a serem encontradas. Após conhecer essas 10 dicas de organização e como elas podem te auxiliar, estipule uma data para iniciar sua nova rotina e use a disciplina a seu favor!

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/10/09/empreendedor-veja-10-passos-para-organizar-sua-rotina-e-ser-mais-produtivo.jhtm

Brasil prepara mudanças para receber turistas em 2014

Se o país vai receber muitos turistas nos próximos anos, por conta da Copa das Confederações e Copa do Mundo, além dos Jogos Olímpicos em 2016, é preciso estar preparado, porque eles não virão somente apara acompanhar os esportes, mas também para conhecer o que o Brasil tem a oferecer de melhor. É natural que eles queiram viajar pelo país e conhecer a cultura brasileira e, por isso, algumas medidas devem ser tomadas.

Uma das ações já pensadas pelo governo é mudar as placas das rodovias federais, para que tenham tradução também em inglês e espanhol. Já no ano que vem, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) vai começar a mudar as placas. As primeiras serão colocadas nas 12 cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.

Mas as mudanças para a Copa não podem parar por aí. Para criar diferenciais e atrair os turistas estrangeiros para seu negócio, invista em sinalizações externas, internas e também na criação de catálogos bilíngues. No setor de bares e restaurantes, cardápios em outros idiomas são fundamentais para quem quer atender ao público desses eventos.


http://www.circuitomt.com.br/editorias/brasil/20481-rodovias-federais-terao-placas-em-ingles-e-espanhol-em-2013.html

Ideias sustentáveis farão parte do projeto brasileiro para a Copa

A Copa do Mundo é o evento mais esperado no Brasil, disso ninguém tem dúvidas. Mas outro tema que está ganhando as rodas de discussão é a sustentabilidade. Por que não juntar as duas coisas e fazer uma Copa verde? A Organização das Nações Unidas mostra que é possível ter ideias sustentáveis para serem aplicadas em um evento tão importante.

Alguns representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) reuniram-se com autoridades brasileiras para fazer algumas recomendações. Eles levaram em conta o que foi feito na última Copa do Mundo, realizada na África do Sul, em 2010, e apontaram o que já é feito de bom, quais são as principais falhas da hora de planejar o evento e dicas de como incorporar ideias sustentáveis.

Sua empresa também pode adotar várias práticas, tais como reduzir o consumo de energia elétrica utilizando lâmpadas adequadas, separar o lixo orgânico do reciclável, economizar água, comprar matéria prima de fornecedores locais. São formas simples que trazem benefício para o meio ambiente e diminuem o seu custo operacional.


http://www.dw.de/onu-aponta-caminhos-para-que-brasil-realize-uma-copa-do-mundo-verde/a-16295039-1

Monitore a comunicação com o cliente e não perca oportunidades

Para que uma empresa atinja os resultados esperados e alcance o sucesso, é imprescindível que o empresário acompanhe os resultados, estabeleça metas e veja se está alcançando o público-alvo. A comunicação de mercado, nesse caso, é fundamental para que o seu serviço chegue a quem interessa: os seus clientes reais e potenciais.

Porém, muitas empresas não estão fazendo a comunicação de maneira correta e, por isso, acabam perdendo boas oportunidades. A pesquisa Small Business Marketing Survey, realizada pela Pitney Bowes Inc., mostra quais são os canais de comunicação preferidos dos clientes e quais ferramentas de marketing utilizadas pelas pequenas empresas são as mais eficientes na opinião deles. A pesquisa mostra que grande parte das empresas não está monitorando corretamente essas ferramentas e, assim, está perdendo uma chance de crescer ainda mais.

Se você, empresário, ainda não monitora os resultados das comunicações que envia para seus clientes, está na hora de reavaliar suas estratégias! É importante eleger quais as formas de divulgação que serão adotadas e controlar sistematicamente o retorno que elas estão trazendo para os seus negócios.

Saiba mais dicas e outros dados da pesquisa no link abaixo:
http://www.dinheironaconta.com/2012/10/10/pequenas-empresas-perdem-oportunidades-para-conquistar-clientes/

Mude para melhor!

Quem pensa que tudo está bom do jeito que está e não precisa mudar nada na rotina da empresa, deve rever seus pensamentos, pois tudo pode ser melhorado. Agora, a partir da ferramenta “Melhor que Ontem”, divulgada pela revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, é possível captar mais informações do dia a dia da empresa e usá-las a favor do próprio negócio. É uma forma de incentivar a melhoria contínua dentro do ambiente de trabalho e proporcionar bons indicadores para uma gestão mais proveitosa.

Qualquer processo dentro de sua empresa pode ser revisto e receber um novo formato. Os exemplos de aplicação da ferramenta que o fundador do Walmart utilizava, um dos casos apresentados na matéria abaixo, mostram que para ser um vencedor, o controle das suas vendas precisa ser uma prioridade. Exige disciplina, porém traz resultados!

Acesse a ferramenta e melhore ainda mais os indicadores da sua empresa.
http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/news/2012/10/melhor-do-que-ontem-119.html

Como cobrar o preço justo pelo seu serviço e ter lucro?

Uma das grandes dificuldades encontradas pelos micro e pequenos empresários é o preço a ser cobrado pelo serviço ou produto oferecido. De acordo com Rodrigo Zeidan, especialista em finanças, a receita da empresa, que se dá por meio da venda, deve pagar os custos variáveis e fixos, bem como as despesas financeiras. Isso chama-se mark-up. Entende-se que custos variáveis abrangem matéria-prima ou produtos a serem revendidos e custos fixos são aluguel, máquinas e equipamentos, pessoal, entre outros.

Para ele, é preciso analisar o mark-up, a margem bruta – extraída pela relação entre lucro operacional e receita líquida -, depois a margem líquida, que vem da análise entre lucro líquido e a receita líquida de vendas. A partir daí, é possível calcular a margem de lucro dos produtos. Acompanhe o exemplo citado pelo especialista:

“Uma empresa costuma vender 40 mil unidades de um produto a 50 reais (em valores líquidos). Os custos variáveis de produção são de 25 reais por unidade e os custos fixos e despesas operacionais da empresa são de 50 mil reais por mês. Além disso, a empresa apresenta despesas financeiras mensais de 20 mil reais por mês. Dessa forma, teríamos:

Mark-up = (Lucro unitário)/(Custo Variável unitário) = (Preço – Custo Variável unitário)/(Custo Variável unitário) = (50-25)/25 = 1 ou 100%.
Margem Bruta = (Receita Líquida – Custos Operacionais)/Receita Líquida = 200.000 – 150.000/200.000 = 50.000 / 200.000 = 0,25 ou 25%
Margem Líquida = (Receita Líquida – Custos+Despesas)/Receita Líquida = 200.000 – 170.000 / 200.000 = 30.000 / 200.000 = 0,15 ou 15%”

No dia a dia, é comum perceber que muitas vezes o empresário fica focado somente no aumento das vendas e não percebe que pode ter uma lucratividade maior, utilizando os três tipos de margem para calcular o preço dos seus produtos. Conhecendo a relevância e a diferença desses conceitos, é importante rever a forma utilizada no cálculo e acompanhar de perto a margem líquida real que a empresa está tendo na comercialização dos seus produtos.

Entenda melhor lendo a matéria completa no link abaixo:
http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-calcular-a-margem-de-lucro-dos-seus-produtos

Valores definidos, sucesso garantido!

Uma empresa que quer crescer e manter-se forte no mercado precisa ter valores bem claros. Para isso, o empreendedor precisa definir um conjunto de normas e princípios socioculturais que serão adotados por toda a equipe. De acordo com Sonia Helena dos Santos, especialista em gestão de pessoas, esses valores em pequenas empresas “são como o coração da cultura organizacional, definem o sucesso em termos concretos para os empregados e estabelecem os padrões que devem ser alcançados”.

Portanto, alinhar os valores à visão e à missão da empresa pode gerar sentimento de sucesso pessoal, além de aumentar a autoconfiança e criar comprometimento do colaborador. Se esse assunto ainda não foi debatido com a equipe e consequentemente na comunicação aos seus clientes, que tal dedicar um esforço extra para definir e transmitir com clareza os valores da sua empresa?

Link: http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-definir-os-valores-da-sua-empresa

Conheça quatro indicadores para ajudar sua empresa a ser economicamente saudável

Todo mundo sabe que uma empresa deve ser mantida sob controle para que nada saia do eixo. Para fazer isso, existem alguns indicadores comerciais e financeiros que ajudarão o empreendedor a não perder nada de vista. A revista Veja trouxe quatro desses indicadores fundamentais que mostram se a empresa está ou não no caminho certo.

São eles: Vendas, Finanças, Equipe e Satisfação do Cliente. O que deve ser avaliado, então, “é a capacidade da empresa de vender, gastar e lucrar, além de se preocupar com a gestão de funcionários e com a qualidade dos serviços”. A partir desses indicadores, será possível corrigir algumas situações, melhorar em outras e manter a empresa financeiramente saudável.

É imprescindível que o gestor acompanhe regularmente o desempenho do negócio para saber se está no caminho certo e com estabilidade financeira. Dê prioridade aos indicadores sugeridos na matéria e perceba como fica mais fácil aplicar as mudanças quando necessárias.

Acompanhe a matéria abaixo e saiba como colocar essas ferramentas em prática na sua empresa.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/4-numeros-que-medem-o-sucesso-da-sua-empresa

Oportunidades de crescimento para os artesãos amazonenses.


No último dia 31 de outubro tivemos a felicidade de realizar, como Focus e Native Original, o Seminário de Capacitação de Artesãos para o Mercado Externo. O evento, que contou com apoio do Sebrae e patrocínio do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN), da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), foi realizado com a presença de um público interessado e comprometido com a causa. Durante o Seminário, tivemos muitas contribuições importantes.

Maurício Tedeschi, coordenador Nacional da Carteira de Projetos de Artesanato do Sebrae, palestrou sobre as oportunidades para o setor no cenário dos grandes eventos. Em relação à Copa do Mundo, por exemplo, será realizada em todas as cidades sede a ExpoArt, um showroom com peças de alto valor agregado, que valorizam a qualidade da produção artesanal. Para ele, a importância de se preparar para o mercado externo é o aumento da qualidade, afinal, quem se prepara para um público tão exigente, está apto para atender a qualquer mercado.

Iuçana Mouco, designer do Projeto Design Tropical da Amazônia da Fucapi, apresentou o referido Projeto, que envolve artesãos de vários municípios do Estado. Ela enfatizou a importância do trabalho conjunto entre o artesão e o designer, que amadurece e torna cada peça mais significativa. O resultado para é evidente, dado os inúmeros prêmios recebidos.

Como membro da Associação Brasileira de Exportação de Artesanato (ABEXA) tive oportunidade de falar da experiência da Native, representante comercial do Projeto Design Tropical da Amazônia. Temos muito a fazer, mas se olharmos nossas conquistas acredito que o amadurecimento chegou tanto para criação e desenvolvimento das peças, como para a comercialização.

Rita Prossi, artesã e designer de biojoias, também palestrou no Seminário. Ela é amazonense e figura entre os melhores artesãos do Brasil, por meio do Prêmio Top 100 do Sebrae. Rita destacou a importância da história de cada peça, da pesquisa. Ela costuma se inspirar em lendas e mitos amazônicos e quando se refere à qualidade, reforça que cada uma deve ser trabalhada como se uma rainha fosse usar.

Ricardo Tavares, sócio da Focus DM, enfatizou a importância da embalagem como fator de competitividade. Como profissional da área, ele afirmou que posicionar visualmente o produto de maneira a obter vantagem competitiva é fundamental. E isto pode ser feito por meio de um projeto de design de embalagem.

Sharlene Melanie, diretora de criação da Focus, contribuiu com uma análise acerca das Redes Sociais em favor das marcas. Estas ocupam 70% do tempo que o brasileiro passa online, cerca de 42 horas mensais.
Ainda em virtude do Seminário, reunimos no dia seguinte com a gestora dos projetos de artesanato, da Apex Brasil, Nelma Vieira. As notícias são favoráveis para a promoção comercial do artesanato amazonense. Como recentemente a Native Original tornou-se sócia da Abexa, temos a possibilidade de nos fortalecer como segmento e participar de vários projetos desenvolvidos pela Apex. Esta Agência possibilita aos empresários brasileiros um contato direto com os compradores internacionais e formadores de opinião, em ações integradas no Brasil e no exterior (feiras setoriais, rodadas de negócios e missões comerciais). Em 2011, com o apoio da Apex, 12.403 empresas participaram de 977 eventos. Estas ações foram responsáveis por 15,46% da pauta exportadora do país.
São essas trocas de experiências que nos motivam a realizar eventos como este. Em conversa com alguns participantes que vieram de outros municípios, como Humaitá, vemos o quanto o segmento do artesanato carece de atenção, mas somos otimistas e acreditamos que o mesmo pode ser uma realidade rentável para muitas pessoas no Amazonas, como já acontece em outros estados. Entusiasmo não nos falta para realizarmos outros seminários de capacitação. Agradecemos e esperamos poder contar sempre com os nossos parceiros: SEBRAE, CIN, FIEAM e APEX.

Empresários poderão se inscrever para trabalhar na Copa

Ficou mais fácil para as empresas participarem da preparação da Copa do Mundo 2014. Agora, o Ministério do Esporte criou uma ferramenta na internet com um questionário, a ser respondido pelo empresário que deseja se inscrever. Essas informações farão parte de um banco de dados, disponível para todos os envolvidos na organização do evento, e mostrarão o perfil de atuação de cada empresa, bem como os produtos e serviços oferecidas por ela e a experiência na área de atuação.
Esse banco de dados tem como objetivo fazer um mapeamento das empresas interessadas e com esse registro saber quais são as soluções e parceiros empresariais ideais para as necessidades da Copa. E ainda, permite a todas as empresas uma chance de ser escolhida e de participar desse grande evento. Estima-se que o Brasil receberá em torno de 600 mil visitantes e que a Copa irá gerar 330 mil empregos diretos e 400 mil temporários.

Recomendamos que sua empresa faça o cadastro no site http://copa2014.questionpro.com/ e fique atenta a esta oportunidade! Para saber mais informações, mande um e-mail para copa2014@esporte.gov.br

Conheça melhor o perfil dos turistas que vão invadir o Brasil!

Para receber bem os turistas, nada melhor do que estar preparado para os diferentes perfis de público que estarão por aqui durante a Copa do Mundo. Mas essa tarefa pode ficar mais fácil se o empreendedor souber um pouco mais sobre esse visitante e como ele se comporta! Gilson Novo, da Match Connections, destacou alguns pontos dos turistas e o que é esperado aqui no Brasil. Um dos dados, por exemplo, diz que 37% dos visitantes virão da América do Sul.

Sua empresa pode pesquisar quais são os hábitos de consumo e preferências destes consumidores para aumentar as vendas neste período. Leia a reportagem e saiba mais alguns dados.

Link: http://www.mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/89053

Parque Nacional de Anavilhanas no Amazonas, ganha mapa turístico

No município de novo airão a 115 quilômetros de Manaus, foi apresentado o mapa turístico do parque nacional de anavilhanas, reunindo os pontos turísticos e atividades do parque. No contexto havendo informações sobre hospedagem, transporte e alimentação da localidade.

A apresentação aconteceu no dia 13/10 na sede da fundação Almerinda malaquias (FAM) a publicação será distribuída para visitantes do parque e empresários das proximidades.

O material estarão em hotéis da região. Objetivo do gestor do projeto no Amazonas, Fábio Souza, e implantar ações de desenvolvimento tais como: cursos, palestras, treinamentos, planos de divulgação de atrativos turísticos e integração das empresas turísticas da região com o ICMbio, órgão que gerencia o parque. Essa integração faz as empresas e o ICMbio entrarem em comum acordo,quanto a questão a preservação ambiental e crescimento do parque.

Faça download do Mapa Turístico (4 MB)

Aeroporto de Manaus será ampliado e repaginado para Copa 2014

A copa de 2014 em Manaus contará com aeroporto ampliado e repaginado, com uma ampla estrutura contendo embarque remoto, e desembarque, estacionamento com mais de duas mil vagas, centro comercial  e uma nova praça de alimentação.
A reforma do aeroporto já atingiu quase 40% de execução, a obra conta com mais de 740 funcionários e 35 engenheiros envolvidos, estimasse que  no final de 2013 já poderemos contar com está nova estrutura.
O Sebrae realizou visita técnica à obra com objetivo de incluir nesta obra as empresas que são capacitadas  pelo Programa Sebrae 2014.
Vale ressaltar que já contamos com duas empresas  desta obra :  Alpes engenharia e Leontech engenharia

Workshop de Design Social

No próximo dia 13 de outubro (sábado) será realizado o workshop de Design Social, ministrado pela consultora Manu Gomes, designer e palestrante sobre design social, design para sustentabilidade e design para geração de renda.
O evento trará uma abordagem totalmente diversificada com o objetivo de reunir uma ampla gama de profissionais, empreendedores individuais e estudantes, atuantes de áreas distintas, envolvidos com artesanato, moda, responsabilidade social, sustentabilidade, geração de renda e outros, buscando uma discussão rica e produtiva.
Um dos destaques será a valorização da cultura regional, do território e preservação de patrimônios materiais e imateriais.
As inscrições podem ser realizadas pelo site www.ingresse.com.br/workshopdesignsocial ou presencialmente no dia e oferecerá desconto no valor do investimento aos 15 primeiros inscritos; durante o intervalo será servido almoço a todos os participantes.
Para mais informações, os interessados poderão ligar para (92) 9306-0774, através dos endereços eletrônicos blogdapatoa.wordpress.com ou facebook.com/patoabrasil
Uma boa oportunidade para quem quer imaginar negócios criativos, sustentáveis e regionais.

Dia: 13 de outubro
Horário: 9h - 12h e 13:30h – 16:30h
Valor do Investimento: R$ 166,00 (inteira) e R$ 83,00(estudante) + taxa de conveniência ingresse.

Local: Hotel Da Vinci- Rua Belo Horizonte, 240 – Adrianópolis- Manaus/AM

Foi dada a largada às ações para atender aos turistas na Copa de 2014

O Plano de Turismo para a Copa do Mundo 2014 já foi aprovado e publicado no Diário Oficial da União. Isso significa que tudo o que foi planejado para o evento esportivo começará a sair do papel, como a qualificação de serviços e hospedagens e cursos de capacitação com 240 mil vagas, em 117 cidades, para aqueles que vão atender aos turistas. Além disso, diversas ações que visam informar e orientar os visitantes, promover os destinos turísticos do país e oferecer serviços e acomodação de qualidade também fazem parte do plano.

Serão investidos R$ 212,47 milhões em ações de construção, reforma ou ampliação de Centros de Atendimento a Turistas (CAT); bem como para a implantação ou complementação de sinalização turística e a execução de obras de adequação para acessibilidade de portadores de deficiência. Em Manaus, o investimento será de R$ 8,75 milhões. Estas ações são oportunidades para alguns setores da economia: construção civil, turismo e hotelaria, TI, entre outros. Não deixe de participar dessa onda de inovação e aproveite para otimizar o seu negócio não apenas para a Copa, mas sim para longo prazo.
Conheça melhor as iniciativas acessando o link abaixo!
http://bit.ly/QpXCyD

Normas técnicas da ABNT estão mais acessiveis para melhorar o seu negócio

Em um mercado cada vez mais competitivo, inovação significa diferenciação. Com a proximidade da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016, os empresários de micro e pequenas empresas têm uma oportunidade para desenvolver seus negócios: a partir de agora eles poderão ter acesso às normas técnicas brasileiras sem gastar muito. Isto porque o Sebrae fechou uma parceria com a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para que empreendedores possam adquirir as normas por um terço do preço comercializado no mercado.

A normalização estabelece regras e características mínimas que determinado produto, serviço ou processo deve cumprir, além de permitir a ordenação e padronização dos serviços ou produtos, e ainda contribuir para o desenvolvimento, fabricação e fornecimento de produtos e serviços mais eficientes e seguros.
Também estarão disponíveis gratuitamente, as coleções setoriais, que são um conjunto de normas desenvolvidas e focadas no produto e processo. Essas coleções contemplam a cadeia apícola, cerâmica vermelha, confecção, construção civil – blocos de concretos, drywall e gesso ou esquadrias, couro e calçados, madeira e móveis, plástico, reciclagem e sustentabilidade, e reparo de veículos.

O cadastro para garantir esse direito é simples e rápido: basta ter um faturamento anual de até R$ 3.600.000,00 ou já estar registrado no Sebrae. Você pode encontrar mais informações pelo telefone (11) 3017-3652 ou por e-mail atendimento.sp@abnt.org.br.

Aproveite a oportunidade! É mais inovação e competitividade para sua empresa.
http://bit.ly/Qxyx53

Copa do Mundo gera oportunidades de qualificação gratuita ou subsidiada

O Brasil está passando por um bom momento com a vinda de eventos importantes que estão aterrisando no país, o que deixa a economia numa situação confortável. É por isso que os empresários estão otimistas com as novas oportunidades. Faltando aproximadamente dois anos para a Copa do Mundo, alguns setores são apontados como destaque até lá, são eles: escolas de idiomas, turismo local, alimentação, vestuário e hotelaria. Basta que os empresários olhem atentamente para seus negócios para, assim, identificar opções de melhoria e lucrar com isso.

Para o turismo, por exemplo, os especialistas ressaltam que não somente as cidades-sede receberão visitantes de todo o mundo. A esperança é que esses turistas queiram aproveitar a oportunidade de estar no Brasil para visitar o restante do país e conhecer mais de perto a cultura brasileira. Assim, as portas se abrem, também, para o artesanato. Outro segmento importante é o da hotelaria e a ideia é que, em 2014, os meios de hospedagem estejam com suas vagas mais disputadas. Na parte de alimentação, aconselha-se que os empresários identifiquem em seus negócios, entre outras coisas, melhores formas de atender aos visitantes.

Está mais do que evidente a necessidade de aprimoramento por parte das empresas para fazer com que o potencial da Copa de 2014 se transforme em oportunidades reais. Para isso, você empresário, pode contar com uma série de cursos gratuitos de qualificação de profissionais dos setores mais envolvidos com o evento. Entre eles citamos o Pronatec Copa, um programa voltado à qualificação que oferece cursos de formação inicial e continuada nas áreas de recepção, viagens, eventos, serviços de alimentação e bebidas, entretenimento, interação e idiomas. As empresas com funcionários qualificados pelo programa receberão uma identificação oficial do governo, atestando que o estabelecimento fez parte da preparação do país para a Copa do Mundo da FIFA de 2014.

Brasileiro está comprando mais e quem ganha destaque são os micros e pequenos varejos

Quando o assunto é bom atendimento ao cliente, os empresários estão buscando entender quais os gostos desse consumidor e o que ele espera ao entrar em um estabelecimento. Assim, é possível aproveitar o momento de consolidação da economia brasileira e alavancar os negócios. A revista Exame apresentou uma pesquisa que mostra o perfil dos consumidores brasileiros, cada vez mais dispostos a comprar e mais exigentes na hora de escolher serviços e produtos.
Com a economia em alta, a média de consumo do brasileiro cresceu, gerando entre outras coisas, um aumento significativo na procura por produtos mais sofisticados e com alto valor agregado. A pesquisa, realizada pela Kantar WorldPanel, analisou diversos pontos na vida dos consumidores brasileiros e, dentre outros dados, constatou que os compradores levam em conta a proximidade e o relacionamento com a empresa, além do custo-benefício do produto a ser adquirido (não somente o custo). Tendo isso em vista, os micros e pequenos empresários do varejo levam vantagem e somam 34% do total de vendas no país.
O consumidor está cada vez mais curioso às novidades e busca qualidade tanto nos produtos como na prestação dos serviços. E não se importa em pagar mais quando percebe conveniência e valor agregado. Segundo Christine Pereira, diretora comercial Brasil da Kantar WorldPanel, "preço é aquilo que você paga e valor é aquilo que você recebe".
Para reagir a essa tendência a empresa deve pensar em como pode:
- Variar as formas de divulgação do produto ou serviço (canais múltiplos)
- Oferecer facilidades no pagamento
- Inserir novidades que agreguem valor
- Melhorar a qualidade
- Aumentar a frequência de compra.

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/brasileiro-gasta-mais-em-produtos-premium

Guia prático ajuda captar novos clientes

A revista Pequenas Empresas Grandes Negócios lançou, recentemente, um guia prático para ajudar micro e pequenas empresas a captar grandes clientes. A partir dele, os empresários têm em mãos uma boa ferramenta para saber a melhor forma de apresentar a empresa aos consumidores. Além de ajudar na prospecção, o guia mostra também como se preparar para o mercado e evitar riscos de a empresa não dar conta do serviço.
Com uma linguagem simples, o empreendedor pode, facilmente, adaptar o conteúdo à realidade da própria empresa e compreender melhor o que fazer para aprimorar os serviços. Outro ponto importante é que o guia prático busca quebrar aquele mito bastante comum nas pequenas empresas: o de que vender para clientes grandes é a maneira de crescer. Isso pode ajudar, sim, a conquistar novos grandes clientes e pequenos também, mas não é a única solução. Saiba o porquê no link abaixo.

http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/news/2012/09/captacao-de-clientes-grandes-contas-105.html

 



Imersão Branding - Place Branding, Design Estratégico e Identidade Cultural

Brasil é destaque global, além de ser a 6ª economia mundial, é a próxima sede de grandes eventos como Copa do Mundo 2014 e Olímpiadas 2016. Nada mais apropriado que discutir nossa identidade cultural e suas possibilidades de comunicação e de desenvolvimento de novos negócios.

Por isso, dias 10 e 11 de novembro, ocorrerá em Manacapuru o curso "Imersão Branding - Place Branding, Design Estratégico e Identidade Cultural", com Gustavo Santos de São Paulo. Entre os temas abordados estão Place Branding, Design Cities, Diplomacia Pública, Economia Criativa, Soft Power, Marketing Territorial, Cidades Globais e Cidades Criativas, Mídias Locativas, etc. No dia 11, domingo, teremos também um workshop experimental sobre a Identidade de Manaus.

O curso é voltado para profissionais e estudantes de comunicação, design, arquitetura e urbanismo, turismo, economia criativa, do setor público ou privado, e demais interessados.

Participe de mais esse evento que vai preparar você para a Copa 2014! É uma oportunidade única de entender e praticar novos conceitos e abordagens.
Dia 10 e 11 de Novembro
Horário: saída de Manaus às 7h30m
Investimento: R$510.00 em até 6x (inclui translados, hospedagem, refeições, curso e certificado de 15h)
Local: Pousada Amazon Experience, na beira do lago Miriti, Manacapuru- AM
Mais informações: www.patoa.com.br ou pelo telefone (92) 9306.0774

Fotos do local:

   

 


 

O SEBRAE-AM oferece oportunidades de apoio para melhoria e crescimento de sua empresa através de ações de projetos voltados para a Copa 2014, tais como, Diagnósticos Empresariais que mostrará de maneira geral ao aderir ao projeto os pontos fortes e fracos de sua empresa gerando soluções de melhorias tanto para gestão administrativa quanto para estrutural e tudo isso a um investimento mínimo de apenas 10%, ou seja, o SEBRAE subsidia 90% em todas as consultorias que venham a ser necessários a sua empresa no período de vigência do projeto. Essa é mais uma oportunidade que o SEBRAE cria visando contribuir para melhorar os empreendimentos amazonenses.

Alguns detalhes sobre as ações do projeto:

*Objetivo: Fortalecimento do comércio de Manaus a partir de soluções, capacitações e melhorias.

*Aplicação do Diagnóstico Empresarial denominado Matriz de competitividade para análise geral da empresa no início e no fim do projeto para verificar até que ponto surtiu efeito as ações do projeto.

*Aplicação do Diagnóstico Comércio Brasil estudo que demonstra à empresa a quantidade de fornecedores existentes no mercado que tem como objetivo a redução do custo na compra de insumos para as empresas do varejo que são participantes do projeto.

Valor do Investimento do empresário: 10% em todas as ações do projeto.
O projeto também oferece cursos gratuitos ao corpo de funcionários ministrados pelo próprio SEBRAE, tais como:

*Atendimento ao cliente;
*Técnicas de vendas;
*Aprender a empreender; e
*Gestão de estoques.

E outros em parceria com SENAC que possuem taxas mínimas de inscrição a partir de R$ 10,00 geralmente voltados para o corpo de funcionários da empresa.

* A grade dos cursos deve ser consultada com a gerência do projeto no momento da adesão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A percepção do consumidor sobre os apelos nas embalagens

Se sua empresa atua nos segmentos de alimentos, bebidas, produtos de limpeza, eletrônicos e eletrodomésticos, cosméticos ou produtos de higiene, é importante planejar para que a embalagem dos produtos tenha uma comunicação eficaz nos seus rótulos.
No estudo do IDEC e Market Analysis chamado “A percepção do consumidor sobre os apelos nas embalagens”, é demonstrado que a influência na decisão de compra é determinada pela confiança nas mensagens. Essas mensagens podem ser de cunho ambiental, saudabilidade, social, segurança e também economia de recursos, sendo que cada tipo atinge um público diferente.

Produtos que indicam economia de recursos, incluindo indicações de baixo consumo de energia elétrica, água, ou mesmo a redução desses recursos no processo de produção, tendem a ser frequentemente considerados no processo de decisão de compra, mesmo quando não se têm uma confiança plena sobre essas mensagens.
Mensagens ambientais são mais efetivas para a população de classe alta, enquanto indicações de saudabilidade são mais consideradas pelas mulheres, as de proteção ao meio ambiente tendem a ser mais percebidas pelos mais jovens e aquelas relativas à segurança, pelos homens.

Leia mais sobre o assunto no link abaixo e avalie como está a comunicação empresarial dos seus produtos.
Link: ( pesquisa-rotulagem-e-compromisso-ambiental)

 

Cartilha Redes Sociais

As redes sociais possibilitam a comunicação entre as pessoas e a divulgação de serviços e produtos por meio da publicação de textos, fotos, vídeos e o que mais desejarem. De fácil uso, essa ferramenta permite que milhões de pessoas tenham acesso a informações de amigos e/ou empresas e assuntos de interesse. O estudo anexo apresenta um panorama das redes sociais no Brasil e traz informações interessantes, como:
- o levantamento do instituto ComScore que mostra que 33,60% das visitas dos brasileiros nas redes sociais o fazem pelo Facebook,
- e o estudo da eCMetrics que mostra que o internauta brasileiro busca por novidades, entretenimento, informação e interação com empresas.

Você, empresário, aproveite essas ferramentas e crie um relacionamento mais estreito com seu público por meio das redes sociais. Com isso você adquire informações preciosas para satisfazer ainda mais o seu cliente.

 

Inovação e Competitividade no Brasil
Uma pesquisa recente realizada pela Brasscom e Brasil IT+ mostrou que a conectividade está trazendo inovação para as empresas brasileiras. Isso, segundo o estudo, vai estimular também a competitividade. O aumento do uso da grande rede virtual vai proporcionar às empresas ainda mais criatividade na hora de melhorar o negócio, bem como ajudará a ampliar o compartilhamento de ideias e conhecimento.
Leia mais dados na matéria abaixo

 

Link: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/10/09/conectividade-encurta-distancia-entre-empresas-brasileiras-e-inovacao/
Link estudo Scoring Brazil: http://www.managementthinking.eiu.com/scoring-brazil.html

 

Oportunidades para pequenos negócios na Copa do Mundo 2014

Um grande evento esportivo traz oportunidades e benefícios para o país-sede que vão além do legado da melhora na infraestrutura e da imagem do país em todo o mundo. O “estudo sobre a estratégia de vinculação do Comércio Justo e do turismo sustentável com a Copa do Mundo na África do Sul” (Clique aqui para ver estudo) apresenta oportunidades para as micro e pequenas empresas brasileiras lucrarem na Copa 2014. Conhecer bem o público consumidor e se preparar com antecedência parecem ser os principais fatores-chave de sucesso.

Um caso de sucesso citado no estudo é o da ONG holandesa Bhold, que fez parceria com artesãs africanas dois anos antes da Copa da África do Sul para produzir acessórios de miçangas para a torcida holandesa a um preço baixo. A ONG tornou-se a principal história de sucesso no segmento do Comércio Justo daquele ano. Recomendamos a leitura desse estudo e desejamos que ele lhe inspire para que você também seja um caso de sucesso.



Investimentos hoteleiros no Brasil entre 2011-2014

A BSH Travel Research, divisão estatística da BSH International, lançou um relatório com o objetivo de apresentar o cenário atual e futuro dos investimentos na hotelaria no Brasil até 2014. Tal pesquisa apresenta dados como valores investidos, distribuição nas cinco regiões do país, previsão de abertura de novos meios de hospedagem, estimativa de geração de empregos, entre outros.
As micro e pequenas empresas devem ficar atentas ao crescimento do setor hoteleiro na região onde atuam. Investimentos nesta área significam oportunidades para diversos setores da economia, como construção civil, comércio varejista, tecnologia da informação, vestuário, etc.
Recomendamos a leitura do relatório e uma análise cuidadosa para identificação de oportunidades para seus negócios. Sucesso!!

 

Consumidor brasileiro está mais preocupado com o meio ambiente

O cuidado com o meio ambiente está cada vez mais na pauta da maioria das empresas. Agora, uma pesquisa realizada pela Tetra Pak, em parceria com a GFK, aponta que os consumidores brasileiros também estão se preocupando mais com questões ligadas à sustentabilidade. Adotar uma atitude sustentável pode refletir diretamente nos lucros e na imagem da sua empresa no mercado. Além disso, há também vantagens econômicas ao se implementar práticas sustentáveis como por exemplo utilizar lâmpadas frias que têm maior durabilidade, reduzir o consumo de água, o gasto com energia e os desperdícios nos processos da empresa.

http://www.hsm.com.br/artigos/pesquisa-aponta-que-consumidor-brasileiro-e-preocupado-com-meio-ambiente

 

Estudo sobre Plano de Promoção do Brasil para a Copa 2014

A Copa do Mundo da FIFA é um meio excepcional de divulgação para o país que a sedia. O Ministério do Esporte coordenou um estudo sobre a imagem do Brasil para formatar um Plano de Promoção, definindo estratégias que servirão de base para uma agenda até 2014.

Acompanhe alguns dados da pesquisa:
- Em 2006, na Copa da Alemanha, havia quase 19 mil profissionais de mídia credenciados;
- 26 bilhões de telespectadores em 214 países;
- 375 empresas transmissoras de TV;
- a veiculação atingiu bilhões de pessoas via imprensa escrita;
- obteve um número inestimável de internautas que acompanharam as notícias via Internet;
- estima-se que cerca de 3 milhões de turistas nacionais e 600 mil turistas internacionais circulem pelo Brasil na Copa 2014;
- atributos de imagem positiva do Brasil: um povo alegre, hospitaleiro, com estilo de vida único, com grande beleza natural e diversidade cultural;
- pontos pouco conhecidos: economia forte, capacidade de inovação, estabilidade da democracia e da economia, desenvolvimento com justiça social, esforço de sustentabilidade, cultura de paz e tolerância.

Após a análise, foram definidos três eixos: Turismo, Negócios e Sócio-Cultural, com objetivos específicos em termos de imagem e promoção. Esses objetivos foram, também, segmentados de acordo com os públicos-alvo - nacional e internacional -, aos quais as ações promocionais serão dirigidas. Leia o estudo anexo e descubra os pontos onde pode melhorar a sua empresa e despertar o interesse desses turistas pelo seu negócio!

 

 

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